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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

sábado, 30 de setembro de 2023

Marcadores de livros - 2798

Um verso com três reversos.

Desta autora li o livro Pompeia há uns anos quando pensava ir a Pompeia, uma viagem que tem vindo a ser adiada. Este ano foi-o mais uma vez, devido ao calor extremo.
Obrigada a quem me enviou estes marcadores.


quarta-feira, 23 de maio de 2018

Os meus franceses - 623

« [...] cada filme de Jean Renoir, tomado separadamente, assinala apenas um momento do seu pensamento. É o conjunto dos filmes que faz a obra, daí a necessidade de os agrupar num festival como este para que sejam mais bem apreciados, como um pintor que perdura e dá a ver várias telas antigas e recentes, diversos períodos, de cada vez que expõe.»
François Truffaut - Os filmes da minha vida. Lisboa: Orfeu Negro, 2015, p. 55

Jean Renoir é um dos meus realizadores preferidos - um humanista, como refere Truffaut algures no seu livro e Ingrid Bergman nas palavras que proferiu na atribuição do Óscar Honorário, em 1975:


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Biografias e afins


Uma excelente comemoração do centenário do nascimento da grande actriz, possível graças aos arquivos familiares e coordenada por Isabella Rossellini.

Ingrid Bergman. 1915-1982 , Actes Sud, 500 páginas, € 75.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Ingrid Bergman e o Festival de Cannes


A organização da 68ª edição do Festival de Cinema de Cannes que ainda está a decorrer escolheu o rosto de Ingrid Bergman para o cartaz oficial. A beleza intemporal de Bergman que faria 100 anos em 2015 preenche a nova vinheta (primeira imagem) e mostra-nos a actriz em "Casablanca" de 1942.


quarta-feira, 25 de março de 2015

Rossellini no Nimas

A partir de amanhã e até 29 de abril passam dez filmes de Rossellini, em versões restauradas, no Nimas.
Espero ir ver este Índia, que nunca vi.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ingrid Bergman

Ingrid Bergman faleceu a 29 de Agosto de 1982, ao completar 67 anos. Para recordar - de forma muito modesta - a actriz que dispensa qualquer apresentação, seguem duas imagens. A primeira data de 1942, quando Bergman encarnou o papel de Ilsa Lund Laszlo em Casablanca. Como clássicos absolutos, Bergman, Bogart e o filme permanecerão na memória do público para sempre. A segunda fotografia mostra-nos a actriz em Hertfordshire em 1964, durante as filmagens da película The Yellow Rolls-Royce.
O talento, a beleza, a naturalidade, bem como a coragem de enfrentar as convenções sociais da época, tornaram Bergman inesquecível e intemporal.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mimmo Rotella (1918-2006)

Domenico Rotella, conhecido como Mimmo Rotella, nasceu em Catanzaro (Itália), a 7 de Outubro de 1918. Muito conhecido pelas suas colagens feitas de cartazes célebres.


A dança de Anita e Marcello
Décollage na serapilheira, 2004
Matrimónio (Sophia Loren)
Serigrafia com colagem, 2004

Um amor em Casablana
Serigrafia com colagem, 2003

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Outono 3.

Celebrar o Outono revivendo um filme de Ingmar Bergman de 1978 com Ingrid Bergman e Liv Ullmann. Prelúdio Chopin op 28 nr 2 (de Sonata de Outono).

As complexas relações entre uma mãe (pianista) e uma filha tão bem exploradas por Ingmar Bergman. Amor/Desamor (?) e Amor.

sábado, 8 de agosto de 2009

Hoje vou ver...


Goodbye again, de Anatole Litvak (1961),
baseado no romance Aimez-vous Brahms?, de Françoise Sagan.
com Ingrid Bergman, Yves Montand, Anthony Perkins, etc., etc.; e música de Georges Auric.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Trivia dos Óscares - Actuações (IV/XII)


Katharine Hepburn lidera o número de estatuetas conquistadas por uma pessoa: 4 (todas como Melhor Actriz). O record foi atingido com “On Golden Pond” (1981). Anteriormente, tinha ganho quase cinquenta anos antes com “Morning Glory” (1933) – uma história sobre uma jovem actriz com medo de ser um sucesso de um só dia – , “Guess Who's Coming to Dinner” (1967) – trinta e quatro anos após a primeira vitória – , e “The Lion in Winter” (1968). Conta ainda com o record de maior período de tempo entre nomeações – 48 anos. Curiosamente, nunca esteve presente na cerimónia da Academia quando ganhou.

Katharine Hepburn tem ainda o seu nome associado a vitórias uma quinta vez, ao ter sido a personagem com que Cate Blanchett conquistou um Óscar de Melhor Actriz Secundária em “The Aviator” (2004), o único caso de atribuição de um Óscar pela interpretação do papel de um oscarizado.

Três pessoas possuem 3 estatuetas cada:
- Jack Nicholson (2 como Melhor Actor, 1 como Melhor Actor Secundário);
- Ingrid Bergman (2 como Melhor Actriz, 1 como Melhor Actriz Secundária);
- Walter Brennan (todas como Melhor Actor Secundário).

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Beijos do cinema -- 1: Notorious

Cary Grant e Ingrid Bergman -- dirigidos por Alfred Hitchcock, que circum-navega as restrições do Código para o limite de duração de um beijo (5 segundos, rezam as lendas e narrativas).


terça-feira, 23 de setembro de 2008

As 100 citações do cinema - #28

"Play it, Sam. Play 'As Time Goes By'.'"

Ilsa Lund (Ingrid Bergman), "Casablanca", 1942

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

As time goes by

Nasceu em 29 de Agosto de 1915. Para muitos é apenas um nome, um rosto bonito, uma estrela do cinema já passado. Ingrid Bergman é muito mais do que isso. Uma das figuras do cinema mais marcantes, que depois de ter feito vários filmes na sua Suécia natal, conquistou Holliwood e o mundo, com as suas interpretações em filmes tão diferentes como Jeanne d' Arc, Anastasia, Um Crime no Expresso Oriente, Sonata de Outono e aquele pelo qual será sempre lembrada, Casablanca. A sua beleza serena, a sua voz quente, a sua presença e o seu imenso talento, que lhe deram três Oscares e mais quatro nomeações, é para os amantes do cinema do seu tempo e de todos os tempos uma recordação perene.



Para o nosso cinéfilo-mor, João Soares, e todos os que gostam de cinema e nos lêem

terça-feira, 17 de junho de 2008

Grandes filmes (esquecidos?): 2 - Gaslight

"Gaslight", de George Cukor, narra a descida de uma mulher para a loucura (verdadeira ou falsa, com a fronteira a esbater-se lenta mas inexoravelmente como uma corrente subterrânea).

Paula Alquist (Ingrid Bergman) é a sobrinha e herdeira de uma cantora de ópera inglesa que é assassinada na casa em que ambas vivem, numa square de Londres. Viajando para Itália para esquecer o choque e seguir as pisadas da tia no mundo da ópera, conhece e apaixona-se por Gregory Anton (Charles Boyer), com quem casa. Ao regressar a Londres para a mesma casa de Thornton Square, começa a ficar "esquecida"... peças perdidas, memórias trocadas, passos que se ouvem num sótão trancado, quadros que desaparecem e candeeiros a gás cujas chamas bruxuleantes criam sombras misteriosas, um relógio roubado... No meio de dias e noites que se tornam progressivamente mais estranhos, com uma Paula mergulhada em self-doubt, estão um marido incomodado, que começa a isolá-la de terceiros para a proteger, um inspector da polícia (interpretado por Joseph Cotten), uma criadita (estreia triunfal de Angela Lansbury) e uma vizinha metediça (uma luminosa Dame May Whitty).

O redemoinho torna-se inescapável - até ser desvendado. Poderia ter sido Hitchcock, mas foi George Cukor, o "realizador de mulheres", que dirigiu este entrecruzar de tramas entre tia, sobrinha, criada, inspector e marido para um climax notável. Criou-se uma expressão para este thriller psicológico: "gaslighting".

Nomeado para 7 Óscares de 1944, incluindo Melhor Filme, ganhou dois: Ingrid Bergman como Melhor Actriz e Direcção Artística (Preto e Branco).

"If only I were not mad, I could have helped you..."
Paula Alquist Anton