Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Katharine Hepburn (1907-2003). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Katharine Hepburn (1907-2003). Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Mini-livros - 46

Watford: Helen Exley Gits, 2015

«If you survive long enough, you're revered - rather like an old building
Katharine Hepburn

sábado, 12 de maio de 2018

Marcadores de livros - 1049

Verso e reverso de um marcador que vinha com o caderno de baixo. Gostei imenso deste presente e estou a usá-lo. Sou fã desta atriz que faria hoje 111 anos.
Para Luisa.

sábado, 24 de março de 2018

Boa noite!

Hoje estive a ouvir Schumann.


«Träumerei» de Cenas Infantis de Schumann é o tema de Clara Schumann no filme Song of Love. Mas a música deste trecho é de Brahms.


sábado, 23 de agosto de 2014

Um daiquiri...

Foto de Christian Schuster

... à memória de A. H. de O. M., que me fez provar, pela primeira vez, um daiquiri, no Alcântara Café.

terça-feira, 12 de julho de 2011

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulherzinhas

Três adaptações ao cinema, do romance de Louisa May Alcott, que li nesta edição da Portugália:



Filme de George Cukor (1933).


Filme de 1949.


Filme de Gillian Armstrong (1994).

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Trivia dos Óscares - Actuações (IV/XII)


Katharine Hepburn lidera o número de estatuetas conquistadas por uma pessoa: 4 (todas como Melhor Actriz). O record foi atingido com “On Golden Pond” (1981). Anteriormente, tinha ganho quase cinquenta anos antes com “Morning Glory” (1933) – uma história sobre uma jovem actriz com medo de ser um sucesso de um só dia – , “Guess Who's Coming to Dinner” (1967) – trinta e quatro anos após a primeira vitória – , e “The Lion in Winter” (1968). Conta ainda com o record de maior período de tempo entre nomeações – 48 anos. Curiosamente, nunca esteve presente na cerimónia da Academia quando ganhou.

Katharine Hepburn tem ainda o seu nome associado a vitórias uma quinta vez, ao ter sido a personagem com que Cate Blanchett conquistou um Óscar de Melhor Actriz Secundária em “The Aviator” (2004), o único caso de atribuição de um Óscar pela interpretação do papel de um oscarizado.

Três pessoas possuem 3 estatuetas cada:
- Jack Nicholson (2 como Melhor Actor, 1 como Melhor Actor Secundário);
- Ingrid Bergman (2 como Melhor Actriz, 1 como Melhor Actriz Secundária);
- Walter Brennan (todas como Melhor Actor Secundário).

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Grandes filmes (esquecidos?): 7 - Suddenly, Last Summer


"Suddenly, Last Summer/Bruscamente, no Verão Passado" é um filme de 1959, baseado na peça homónima de Tennessee Williams, com argumento deste e de Gore Vidal. A realização esteve a cargo de Joseph L. Mankiewicz, com interpretações de Katharine Hepburn, Montgomery Clift e Elizabeth Taylor.
Violet Venable (Hepburn) é uma matriarca rica cujo filho único (e a luz dos seus olhos) morrera bruscamente no Verão passado, enquanto passava férias acompanhado da sua prima Catherine (Liz Taylor). Mrs. Venable contacta um neurocirurgião, contando-lhe a história da sobrinha: no seguimento dessas férias, Catherine enlouquecera; está num asilo; precisa de uma lobotomia para ficar calma. A história que vai desfiando é incontornavelmente a do filho, Sebastian "My son Sebastian and I", dos seus poemas (apenas escrevia um, um cada Verão) que a mãe quer imortalizar, do calor opressivo da estufa de plantas carnívoras, das narrativas de viagem (a terrível descrição das tartarugas recém-nascidas que corriam para o mar e eram devoradas no caminho), todos os Verões, sempre com Violet... excepto no Verão passado. A mãe e o irmão de Catherine cedem à pressão de Violet, cujo testamento é uma poderosa moeda de troca; resta Catherine, cujas incoerências sobre a morte do primo levam Violet a querer... acalmá-la. O filme galopa para um climax quando Catherine, sob o efeito de medicamentos, recorda perante o médico e a família o que se passou nesse Verão, em Cabeza de Lobo... sob um rosto de Violet que se vai transformando e descontruindo à medida que a narrativa se conclui.
O filme foi um dos Top 10 do box office norte-americano; foi nomeado para 3 Óscares, incluindo Katharine Hepburn e Elizabeth Taylor para Melhor Actriz (igualmente nomeadas para os Globos de Ouro de Melhor Actriz, arrebatado por Taylor).

domingo, 29 de junho de 2008

Katharine Hepburn


Primeira dama do cinema, #1 no ranking das maiores actrizes de sempre do American Film Institute, com um record de 4 Óscares da Academia em interpretação, até hoje não igualado, Katharine Hepburn faleceu a 29 de Junho de 2003. Nascida a 12 de Maio de 1907, filha de boas famílias, destacou-se pela força com que gerou as suas personagens, quer no drama, quer na comédia, quer em filmes e papéis genuinamente originais ou longe dos paradigmas.
Algumas notas superlativas de interpretação dramática para "The Lion in Winter", com Peter O'Toole, e "On Golden Pond/A Casa do Lago", com Henry Fonda, que lhe granjearam os Óscares de Melhor Actriz em 1968 e 1981. Como Eleanor of Aquitaine, rainha manipuladora e desterrada, é insuportavelmente ... humana. Como avó enternecida a tentar reconciliar a família, é uma torre. O toque mágico na sua última (curta) interpretação no cinema, em "Love Story", um remake de "An Affair to Remember", com Warren Beatty e Annette Bening, salva o filme. As suas interpretações em "Suddenly, Last Summer" e "The Glass Menagerie" criaram a definição das personagens de Tennessee Williams.

Na comédia, a guerra dos sexos de "Adam's Rib" (com e contra Spencer Tracy) é um dos pontos altos do género (com uma nota inesquecível de Cole Porter no "Farewell, Amanda") e as suas parcerias com Cary Grant fizeram história: destas, a minha favorita é de longe "The Philadelphia Story", embora "Bringing Up Baby" e "Holiday" também sejam marcos da comédia (nem sempre bem recebidos - Katharine Hepburn foi designada, como muitas outras estrelas de finais dos anos 30, como "box office poison" -- veio a provar repetidamente o erro desses profetas).

Hors genre, liderou espíritos em "The African Queen / A Rainha Africana", e teve vários papéis aproveitando a vertente de "solteirona": "Summertime" de David Lean, com Rossano Brazzi, e "The Rainmaker" com Burt Lancaster foram expoentes que também lhe valeram nomeações da Academia. Esteve excelente também no thriller, como prova o notável "Undercurrent" de 1946.

O seu segundo Óscar foi concedido em 1967 por "Guess Who's Coming to Dinner", com Spencer Tracy (a última das suas nove colaborações no écran, sombra menor da sua relação) e Sidney Poitier, num mundo em que as divisões raciais marcavam a América.
O seu primeiro Óscar foi conquistado em 1933, no ano em que interpretou Jo em "Little Women / Mulherzinhas", mas por "Morning Glory": a história de uma actriz que temia que a fama não fosse sustentada depois da primeira chama -- um problema que Ms. Hepburn não teve.