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segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Marcadores de livros - 3253

Verso e reverso.

Adoro este ilustrador: Roberto Innocenti. E estes livros.


Verso e reverso.


Obrigada, Justa!

sábado, 20 de julho de 2024

Bacio - 121


«És uma daquelas pessoas que conhecemos quando a vida decide dar-vos um presente.»
Charles Dickens

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Marcadores de livros - 2890

Verso e reverso de um marcador recortado.

Verso e reverso de um marcador da Fnac.

O terceiro e o quarto a contra da esq. têm reversos ao lado.

Versos e reversos.

Mais uns marcadores da Bertrand. Ver outros aqui.
Com agradecimentos à Isabel e à Justa.

Recebi um postal eletrónico com esta citação de Charles Dickens: 
«Vou honrar o Natal no meu coração, e tentar mantê-lo durante todo o ano.»

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Leituras no Metro - 1167

Vi uma referência a este livro no Arpose e resolvi lê-lo.

Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2015

«Entre as elites romanas, a educação de um jovem não estaria completa sem uma longa viagem. Usualmente, começava em Roma, seguindo-se Nápoles. Atravessavam o Estreito de Messina, provavelmente parando na Sicília para ver os templos de Siracusa e o Monte Etna. [...] O roteiro terminava no Egito, onde o itinerário incluía Alexandria, com o seu farol e a sua biblioteca : Heliópolis; Mênfis, ponto de início do passeio pelas pirâmides; Tebas, o vale dos Reis; e um cruzeiro no Nilo.» (p. 19) Desconhecia.
Em tempos li um livro sobre Thomas Cook que, em 1841, organizou as primeiras excursões coletivas em Inglaterra, naquilo que é considerado como um antepassado do turismo social. Mas não se pode afirmar, como a autora o faz, que «o turismo transforma-se [então] num fenómeno de massas, acessível à classe média e trabalhadora» (p. 22) À classe trabalhadora inglesa de meados do século XIX?! Não precisamos de ler nenhum tratado, nem sequer Marx e Engels, para saber como viviam os trabalhadores ingleses. Só uns romances de Charles Dickens... A literatura ajuda muito a compreender as suas épocas.
Quanto a férias para trabalhadores nunca é demais lembrar que foi o governo francês da Frente Popular, dirigido pr Léon Blum, o primeiro a legislar a semana das 40 horas de trabalho e a organizar férias para trabalhadores e suas famílias, no mar e na montanha. Muitos deles nunca tinham visto o mar nem estado numa praia. Mas isto foi em 1936!!!
À parte este quid pro quo (chamemos-lhe assim) que me irritou um bocado, até gostei do livro.

domingo, 14 de junho de 2020

Leituras na pandemia - 34

Lisboa: Alfaguara, 2018

Estou a ler Berta Isla, romance do meu muito apreciado Javier Marías, que narra a história de um casal: Berta Isla, madrilena, e Tomás Nevinson, hispano-britânico, bilingue. 
Tomás vai estudar para Oxford e é recrutado pelos serviços secretos britânicos para se infiltrar, o que só aceita quando é suspeito de um homicídio que não cometeu e lhe é proposto que se aceitar a proposta, a suspeita sobre si desaparece. A vida de ambos vai ser condicionada por este 'acidente' e segredo.
Javier Marías, neste livro com vários narradores, regressa ao mundo da espionagem.


«Cada coração palpitante é um segredo para o coração mais próximo, aquele que dormita e palpita ao seu lado».
Charles Dickens

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Marcadores de livros - 538


Série de oito marcadores (frente e reverso) referentes a Grandes esperanças, de Charles Dickens, editado pelo Circulo de Lectores espanhol, nos seus 50 anos e no bicentenário do nascimento de Dickens. Estes marcadores têm umas belas ilustrações de Ángel Mateo Charris.



Grandes Esperanças (no original Great Expectations) conta a história de Philip Pirrip e foi inicialmente publicado em folhetim, no All the Year Round entre 1 de dezembro de 1860 e agosto de 1861. Neste ano saiu em livro, em 3 volumes.




Para Luisa.

domingo, 25 de setembro de 2016

O chá das cinco - 98

Pintura de Edward Cucuel

«My dear if you could give me a cup of tea to clear my muddle of a head I should better understand your affairs.»
Charles Dickens

sábado, 25 de maio de 2013

E quem vivia em Golden Square?


Golden Square em 1750

«Mr. Ralph Nickleby não era o que, estritamente, se podia chamar um negociante, um banqueiro, um procurador, um comissionista, nem um bancário. Não era, certamente, um comerciante e tornava-se impossível atribuir-lhe qualquer profissão conhecida. No entanto, como vivia numa casa espaçosa de Golden Square, tendo além da chapa de bronze na porta da rua, uma outra mais pequena sobre a entrada de serviço da esquerda, dizendo: «Escritório», era evidente que Mr. Ralph Nickelby fazia, ou pretendia fazer negócios de qualquer género [...].
«Muitos dos primeiros e segundos andares das casas de Golden Square eram alugados vom mobília a cavalheiros solteiros, que tomavam as refeições fora. Viviam ali muitos estrangeiros e músicos e nas noites de verão, quando as janelas estavam abertas, ouvia-se o som de vozes, música e aspirava-se o aroma do bom tabaco [...].»
Charles Dickens - Nicholas Nickelby / trad. Mário da costa Pires, Aurora Rodrgues (Dora). Lisboa: Romano Torres, ca 1981, p. 8

Ilustrações para Nicholas Nickleby: n.º 1: Ralph Nickleby, no seu escritório em Golden Square. 
Litografias de W. Clerk, ca 1845

Em sequência de um post que o Jad colocou há dias com umas lindas tulipas de Golden Square. 

domingo, 12 de agosto de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Leituras no Metro - 88


«[...] Dickens. Foi o autor que [a minha mãe] me deu a ler nessa época e eu tomei-me por ele de uma paixão sem igual. Ela tinha começado por Oliver Twist e Nicolas Nickleby; o segundo, sobretudo, tratando dos costumes escolares na Inglaterra de então, agradava-me de tal modo que não me queria separar dele. Quando chegava ao final, recomeçava e relia tudo da primeira à última linha. Devorei-o assim três ou quatro vezes, talvez mais. "Mas, então, tu já o conheces, dizia ela. Não queres ler outro?" Mas quanto mais o conhecia, mais me apetecia mergulhar nele. [...] Por fim, ela decidiu dar-me David Copperfield, o livro de Dickens que ela preferia e que ela considerava como a sua obra mais bem sucedida.»
Elias Canetti - Histoire d'une jeunesse (1905-1922). Paris: Albin Michel, cop. 1980, p. 232-233