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domingo, 7 de junho de 2026

Escaparate - 3

Ontem, na minha visita ao escaparate de revistas, selecionei estas, embora não tenha comprado nenhuma. Talvez ainda vá buscar Diapason.

No centenário da morte de Gaudí:


Nos 150 anos da morte de George Sand, que se completam amanhã:
E a Diapason com um caderno dedicado a Leonard Bernstein:

domingo, 25 de junho de 2023

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Marcadores de livros - 464

Dois marcadores de Barcelona: em cima, o Parque Guell; em baixo o estádio do Barcelona. É o primeiro marcador de um estádio que tenho. :)


sábado, 1 de novembro de 2014

Um peixe...

Antonio Gaudí - Detalhe de um mosaico da Casa Bellesguard, Barcelona.

Para o Luís, que hoje anda em festejos. :)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

ONDE ME APETECIA ESTAR



Em Barcelona, para compreender melhor as aspirações dos catalães mas sobretudo para admirar uma vez mais a  Casa Milá ou La Pedrera, o prédio de Antoni Gaudí que fez agora 100 anos.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Para o Luís

Neste começo de Verão coloco uns Girassóis para o Luís. Com uma particularidade: foram desenhados por Gaudí e encontram-se relacionados com os lugares visitados por MR, nas páginas dedicadas aos Guias.

Detalhes do revestimento de "El capricho de Gaudí", em Comillas.


León, Casa Botines

León, Casa Botines, projectada por Gaudí.

P.S.: comentando um comentário.

Paço Episcopal de Astorga

O Paço Episcopal de Astorga foi projectado por Gaudí, entre 1887-89, sendo a primeira pedra lançada a 24 de Junho de 1889. Ficou um Paço "fantasma" que nunca foi ocupado pelo Bispo. Hoje é Museu.

P.S.: Comentando um comentário colocado no post Guías-4.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Guias - 4

Fui ver se tinha algum guia de Léon. Como tenho um da colecção Guias artísticas de España falarei desta colecção de que possuo também um volume sobre Valencia. Publicados pela Editorial Aries, de Barcelona, os primeiros a saírem foram o de Madrid e o de Valência, em 1945, e custavam cada um 30 pesetas. Segundo se pode ler na contracapa da sobrecapa, «Nada similar, parecido, ni lanzado con tan elevada ambición, ha sido hecha hasta la fecha en España, en este aspecto, por lo que Aries nun esfuerzo editorial que ha sido ya reconocido, ha venido a llenar un hueco tradicional en la bibliografia de nuestra arte.» E a estes dois volumes outros se seguiram, sendo que o de León foi publicado em 1953 ao preço de 100 pesetas. Bastante caro na época.
Estes volumes têm cerca de 200 p., em papel couché, profusamente ilustrados, com cerca de 400 fotografias. Os seus autores eram então o que de melhor havia, em Espanha, no campo da história de arte e arqueologia.
O volume sobre León, o 12.º da colecção, é da autoria de Mariano D. Berrueta - «Cronista Oficial de la Provincia de León», segundo se lê na badana da sobrecapa. Muitas páginas dedicadas a Santo Isidoro (http://www.sanisidorodeleon.net/), à Catedral e ao Museu.
Já não me lembrava que havia uma casa de Gaudí, na Plaza de San Marcelo, com foto na p. 193. Francamente já fui a León há tantos anos que só recordo a catedral. E nessa visita há muitos, muitos anos, devemos ter sido guiados por Mariano D. Berrueta.

«Una casa del arquitecto Gaudí. - En la plaza de San Marcelo, ante una ancha acera bien pavimentada que encuadra la fachada de la casa de Gaudí y el palacio renacentista de la casa de los Guzmanes. El contraste de ambas construcciones es notable.
«Vino este originalísimo arquitecto a Astorga traído por el Odon Juan Bautista Grau - catalán también -, conocedor del arte indiscutible de don Antonio Gaudí, para construir su Palacio episcopal hacia el año de 1889. 
«Construyó, en efecto, el Palacio episcopal, aunque no lo terminó, por fallecimiento del Obispo señor Grau y acaso también por otras causas, y es lástima que no lo concluyera, pues, según frase de Gómez Moreno, "es una de las obras más interesantes y sabias del siglo XIX"; un acaudalado comerciante de León le encargó la casa que en la planta baja había de tener almacenes y el resto dedicado a viviendas. El genial Gaudí hizo en efecto la obra a su manera original de un gótico moderno y dejó aquí esta obra destacada de su arte personalísimo.» (p. 192)

Post acrescentado às 00h45 de 24.6.2011, para tentar responder ao Anónimo. :-)

sábado, 7 de maio de 2011

Esta noite

A Casa Battló situa-se no Paseo de Grácia, 43. Projectada por Gaudí, foi construída entre 1875 e 1877.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Batll%C3%B3

Museu do Modernismo Catalão

Entrada do museu.
Piano, da empresa Ortiz & Cussó.
Vitrina, da autoria de Joan Busquets i Jané (1874-1949), ca 1905.
Um museu pequeno, mas com peças interessantes.
Balmes, 48
Barcelona

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Homenagem a Antoni Gaudí.

Antoni Gaudí nasceu a 25 de Junho de 1852. Gosto sobremaneira de todas as suas obras, sendo as mais emblemáticas, na minha perspectiva, a Sagrada Família e o Parque Güell (Barcelona). A sua obra insere-se na Arte Nova. Gaudí utilizou nas suas construções o bizarro, um gosto pela consonância gótica aliado a elementos mouriscos e naturalistas. Já há uns tempos aqui foqei este arquitecto.
Janela uma porta aberta para o mundo!
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Janela da Casa Batló, 1905-1907
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Notas retiradas do livro: Arte Nova de Klaus-Jürgen Sembach da Taschen editado em 1993.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Gaudí e o Parque Güell!

Parque Güell, Barcelona
Gaudí e o Parque Güell

Antoni Gaudí é o arquitecto que escolho em segundo lugar.
Há duas obras de grande relevo ligadas a este arquitecto: o Parque Güell e a Sagrada Família.
Focar-se-á só a primeira, Gaudí começou a construção do Parque em Junho de 1900 e terminou 14 anos depois. O objectivo era construir um jardim das delícias catalãs para 60 famílias da alta burguesia. Esta obra confere ao arquitecto a genialidade e excentricidade muito avançada para a época. Gaudí inovou nas estruturas, na complexidade do desenho, nas formas fantásticas e na simbologia expressa em cada edifício, escadarias, jardins, nos materiais multicolores … Certos autores designaram-no de surrealista. Contudo, hoje há outros que rejeitam esta ideia, refutando-a com a posição de que ele foi fruto de uma sociedade em fase de industrialização e aliado a um grupo de empresários, teólogos e artistas que tentavam converter a Catalunha numa utopia industrial de trabalhadores cristãos e empresários patriarcais.
Eusebi Güell, protector de Gaudí, fundou a Companhia General dos Asfaltos i Portland e introduziu o cimento em Espanha em 1901. Ele e um círculo de amigos estiveram vinculados ao projecto de Gaudí.
Este grupo era defensor do “renacimiento medieval que se vivia em toda a Europa, estos catalanes patrocinaban agrupaciones corales, Jocs Florals y outros certâmenes artísticos seudomedievales, con el ánimo de restaurar la cultura tradicional”. Guell e Gaudí esforçaram-se para “los deseños del parque sugerien la búsqueda di una síntesis: la fantasia y vistosidad de las exposiciones contemporâneas proporcionarían a un tiempo diversión y sabeduría espiritual.” Güell e Gaudí descobriram um novo tipo de paisagem: foram responsáveis pela criação de diversos tipos arquitectónicos, desde o retiro comunitário como o jardim de recreio, o passeio comercial, o claustro monástico (Convento-colégio das Teresianas, em Barcelona). Na realidade, eles pretendiam que o Parque Güell fosse um paradigma da sociedade orgânica.

Teatro Grego: Parque Güell, Barcelona


O Teatro Grego agrega no seu espaço interior 86 colunas dóricas com uma altura de 6 metros. É impressionante, foi o local que mais me atraiu. Não sabemos se estamos perante um teatro ou um Templo. As colunas não são apenas um capricho estilístico elas suportam todo o peso da terra do terraço e os bancos ondulantes. Kent e Prindle fazem a analogia destas colunas com os templos egípcios e gregos e com um bosque, o que é absolutamente verdade. O naturalismo de Gaudí segue a corrente da Arte Nova em voga no seu tempo.

KENT, Conrad & Dennis Prindle – Hacia la arquitectura de un Paraíso, Madrid: Herman Blume Ediciones, 1992, p. 9-15. (Os autores deste livro são filólogos humanistas de Ohio Wesleyan University).