Prosimetron
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Auto-retrato(s) - 242
Greta Garbo contempla na foto o seu auto-retrato esculpido . Não consegui descobrir mais pormenores, mas não desisti ainda :)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Anna Karenina, de Clarence Brown
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Anna Karenina - 1
sábado, 18 de setembro de 2010
E no cinema
A rainha Cristina do séc.XX foi obviamente Greta Garbo, um dos rostos tremendos da sétima arte e uma das melhores actrizes de sempre. Esta imagem é a última de Queen Christina, o filme de 1933 de Rouben Mamoulian, com a rainha a navegar rumo ao segundo acto da sua vida.Tal como Garbo depois fez, escolhendo quando e como sair de Hollywood, vivendo depois uma célebre vida de reclusão.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Greta Garbo em Florença

Greta Garbo: O Mistério do Estilo
Exposição no Museu Salvatore Ferragamo, que não vi porque não houve tempo.
Vi apenas uma faixa anunciando o evento na fachada do museu.
http://www.museoferragamo.it/en/mostre-incorso.php?id=24
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
As 100 citações do cinema - #30
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Mata Hari

segunda-feira, 9 de junho de 2008
O rosto de Greta Garbo
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Um dos curtos textos, "O Rosto de Garbo", discutia a beleza e o simbolismo do rosto de "I want to be alone." (frase que é mesmo proferida por Garbo, não pelo seu abandono - prematuro? - do mundo da 7ª Arte, mas enquanto Grusinskaya em Grand Hotel, de 1932).
A recente biografia (parte 2) de Gore Vidal revela novos factos sobre Garbo ter decidido não regressar a Hollywood depois do fracasso de Garbo Dances! em 1941 com Two-Faced Woman: segundo o autor, que era amigo da actriz, Garbo terá feito um screen test para o seu regresso -- ao visioná-lo, decidiu abandonar a carreira. Se considerarmos que era competente para julgar em causa própria, porventura terá sido a decisão correcta.
Ícone do cinema, da fotografia, do Século XX, Garbo (cujo apelido é suficiente para o reconhecimento) demorou a ter a sua presença em DVD: Garbo - The Signature Collection foi publicado apenas em Setembro de 2005. A colecção contém clássicos como Anna Christie (Garbo Talks!), Mata Hari, Grand Hotel (previamente publicado), Queen Christina, Anna Karenina, Camille, Ninotchka (Garbo Laughs!) e alguns filmes do tempo do mudo - Flesh and the Devil, os 9 minutos recuperados de The Divine Woman, The Temptress e Mysterious Lady). Notável, o documentário da TCM que acompanha a colecção: . Lembro-me de procurar a colecção numa Borders em Boston nos primeiros dias de Setembro, e de o senhor atrás de mim perguntar: "Viu o documentário anteontem no TCM?" Eu não tinha visto; o caixa contrapôs: "Muito bom - tem que ver. Está na colecção." É de facto muito bom, com uma narração muito sóbria de Julie Christie.
Entretanto, estamos em 2008. Para além de Conquest / Maria Walewska e da Gosta Berling Saga, não há mais títulos de Garbo facilmente encontráveis nos mercados (EUA, Reino Unido, França, Itália, global via Internet - excluindo algumas edições muito fracas de particulares em alguns países asiáticos ou no Brasil) - para quando a publicação de Love, de 1927, de The Painted Veil de 1934, baseado no romance de Somerset Maugham, de Susan Lenox com Clark Gable, de The Kiss, de The Wild Orchids? Era uma boa acção - e extraordinariamente lucrativa - da Cinemateca Portuguesa editar estes filmes em DVD.
“The face of Garbo is an Idea, that of Hepburn, an Event.”
- Roland Barthes, ‘Mythologies’







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