Prosimetron
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Quem se lembra?
sábado, 3 de dezembro de 2011
Humor pela manhã... - 64
Hoje é dia de humor hollywoodesco:
I am a marvelous housekeeper. Every time I leave a man, I keep his house.
- Zsa Zsa Gabor
sábado, 5 de novembro de 2011
Parabéns, Sam Shepard!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Lembrando Paulo Autran
Diz aqui do poeta Álvares de Azevedo (1831-1852) do período do 2º romantismo brasileiro, "Se eu moresse amanhã".
terça-feira, 1 de março de 2011
IN MEMORIAM Jane Russell
Faleceu ontem, aos 89 anos de idade. Talento imenso, a par de uma beleza deslumbrante, tudo acompanhado por uma simpatia inesquecível como pode testemunhar quem como eu esteve presente na sessão de homenagem organizada pela Cinemateca Portuguesa há uns anos. RIP
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Ainda Luise Rainer
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
IN MEMORIAM VIRGÍLIO TEIXEIRA
Estas são imagens da rodagem da curta-metragem As Memórias Que Nunca Se Apagam (2008, Dinarte Freitas e Eduardo Costa), último filme em que participou.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Sábado, no Museu do Teatro.
É já este sábado, no auditório do Museu do Teatro, pelas 16h30, que ocorre o lançamento de Ester Leão, Uma Actriz da República, biografia da grande actriz, encenadora, escritora e professora.É uma edição da Ramiro Leão, pequena mas dinâmica editora sediada em Gavião, Alentejo, e de que já falei nestas páginas.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Biografias, autobiografias e afins - 83
Vai estar à venda nos próximos dias por todo o mundo este Fragmentos de Marilyn Monroe. Uma recolha feita no seu espólio de diários, poemas, cartas, pequenos textos e apontamentos. A vida dela de 1943 até 1962. Ao contrário do que tantos pensam, ela lia ( Joyce e Beckett eram os preferidos, mas havia outros ) e escrevia ainda mais: sobre a solidão, as suas inseguranças e frustrações e as desilusões amorosas sofridas.Socorro, socorro. Socorro. Sinto a vida aproximar-se quando tudo o que quero é morrer (1961)
sábado, 18 de setembro de 2010
E no cinema
A rainha Cristina do séc.XX foi obviamente Greta Garbo, um dos rostos tremendos da sétima arte e uma das melhores actrizes de sempre. Esta imagem é a última de Queen Christina, o filme de 1933 de Rouben Mamoulian, com a rainha a navegar rumo ao segundo acto da sua vida.Tal como Garbo depois fez, escolhendo quando e como sair de Hollywood, vivendo depois uma célebre vida de reclusão.
sábado, 14 de agosto de 2010
( Duas ) Frase(s) da semana ( que passou )
Sobre os homens em geral:(...) Desisti de os educar. Mentem com quantos dentes têm e não percebem que somos mais inteligentes.
Sobre os actores em particular:
Há duas coisas muito más na vida: uma má queca e um mau actor.
Duas frases da actriz Guida Maria em entrevista ao Público no passado dia 8 de Agosto.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
IN MEMORIAM António Feio
Ainda há poucos dias, entre prosimetronistas, se comentava a árdua luta deste actor e encenador contra o célere cancro do pâncreas. As viagens ao estrangeiro, os tratamentos experimentados, a coragem de falar do seu sofrimento.Tudo terminou esta madrugada, falecendo António Feio aos 55 anos de idade.
domingo, 30 de maio de 2010
Morreu Dennis Hopper
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Um dos meus ídolos 1.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Os homens também choram
- Robin Williams
- Michael Madsen

- Kris Kristofferson

- Hayden Christensen
- Forest Whitaker
- Ed Harris

- Dustin Hoffman

- Daniel Craig

- Willem Dafoe

- Benicio del Toro

- Laurence Fishburne
- Sean PennSam Taylor-Wood é uma das mais conceituadas fotógrafas britânicas contemporâneas, e este Crying Men é um dos seus projectos mais conhecidos. Taylor-Wood pediu a várias dezenas de actores consagrados, muitos dos quais que nos habituámos a ver como "duros" ( Benicio del Toro, Michael Madsen, Laurence Fishburne ou mesmo Sean Penn ) , que chorassem. O resultado dessas sessões fotográficas foi depois publicado sob a forma de livro, onde vemos na capa o retrato fotográfico de Hayden Christensen quase angelical. Evidentemente, sessões fotográficas sem qualquer guião, tendo os retratados apenas recorrido ao seu arsenal de emoções e expressões.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Os olhos mais tristes do cinema - Sylvia Sidney

Sylvia Sidney (8 de Agosto 1901 - 1 de Julho 1999) foi uma actriz norte-americana, muito em voga nos anos 30 e com uma carreira de mais de 70 anos.
Ficou particularmente conhecida pelas suas interpretações em "Fury" (1936) de Fritz Lang e com Spencer Tracy, "Sabotage" (1936), de Alfred Hitchcock, "You Only Live Once" (1937), outra vez de Fritz Lang e contracenando com Henry Fonda, "Les Misérables" (1952) onde fez de Fantine, "Summer Wishes, Winter Dreams" (1973), onde foi nomeada para o Óscar de Melhor Actriz Secundária, e pelos papéis de avózinha em "Beetlejuice" (1988) e "Mars Attacks!" (1996). A sua carreira na televisão teve vários pontos altos, com destaque para o notável papel da avó de Aidan Quinn em "An Early Frost" (1985), que lhe valeu o Globo de Ouro para Melhor Actriz Secundária.
O livro "Flicker" (1991), de Theodore Roszak, narra o desvendar de uma conspiração em torno a um filme noir de série B esotérico, para manipulação de massas, com todos os ingredientes de seitas secretas, simbolismos inexplicados, sombras furtivas e desaparecimentos misteriosos. O realizador, um misterioso Max Castle, precisava de conseguir captar em celulóide os olhos mais tristes do cinema -- escolheu finalmente os de Sylvia Sidney...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
GREGORY PECK

terça-feira, 10 de junho de 2008
Spencer Tracy e o Português oscarizado
Spencer Tracy faleceu a 10 de Junho de 1967; foi um dos maiores expoentes do cinema norte-americano do Século XX, tendo conseguido a proeza de ser o primeiro actor a obter dois Óscares de Melhor Actor consecutivos, em 1937 e 1938 (Luise Rainer conseguira o feito como Actriz no ano anterior; passariam várias décadas antes de Tom Hanks repetir a proeza no grupo dos Actores). Tracy detém ainda o record de maior número de estatuetas douradas como Melhor Actor (empatado com oito outros actores) e de maior número de nomeações como Melhor Actor (nove, empatado com Laurence Olivier). Português a que título? Bem, a título de um personagem: em 1938, há 70 anos, era anunciada a sua primeira vitória como Melhor Actor nos Óscares, no filme de 1937 Captains Courageous, interpretando um personagem Português, um lobo do mar chamado Manuel que se destacava por ser um pouco bruto e pela sua nobreza de alma (e o sotaque tem graça), ensinando por bom exemplo um miúdo empertigado a ser um bom ser humano. Bom registo para um 10 de Junho.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
HELMUT BERGER, ACTOR DE LENDA E PAIXÃO
Certamente sugestionado pelo post do Filipe Nicolau sobre Karlheinz Böhm, que foi na tela o Imperador Francisco José da Áustria, contracenando com Romy Schneider como a Imperatriz Elisabeth, Sissi, dei por mim a rever Ludwig, em que a actriz desempenha o mesmo papel, agora recordando a amizade por outra personagem histórica com quem partilhou afectos e afinidades de rebeldia e extravagância, interpretada brilhantemente por Helmut Berger. E depois a ver “Grupo de Famiglia in un interno” (“Violência e Paixão”) onde o actor é Konrad, um gigolô.
Helmut Berger, nascido em 29 de Maio de 1944, há sessenta e quatro anos, foi um descoberta aos vinte anos – como actor e como, mais tarde, seu amante - de Luchino Visconti e intérprete nos seus filmes “The Witches”(1967), “The Damned” (1969), “Ludwig” (1972) e “Conversation Piece”(1974), tendo ainda trabalhado com outros realizadores como Vittorio de Sica e Sérgio Gobbi. Abalado psicologicamente pela morte do realizador, em 1976, Berger tentou suicidar-se no primeiro aniversário da sua morte, já a enfrentar problemas de álcool e drogas, de que conseguiu libertar-se anos mais tarde.
O actor considerava que a sua vida estava dividida entre os 12 anos que durou a sua relação com Visconti, (tinha apenas 32 anos quando o realizador morreu e passou a considerar-se seu “viúvo”) com o qual o “ rapaz trémulo perante as câmaras” tudo aprendeu e os anos seguintes onde participou em inúmeras películas, entre outras no “Padrinho”, parte III, de Coppola, em 1990 e num episódio da série televisiva “Dinastia”. Dos primeiros anos é de referir ainda “Retrato de Dorian Grey”, de Máximo Dallamano, de 1970.
De uma beleza ao mesmo tempo enigmática, ambígua e provocadora, de olhar penetrante, Berger foi um ícone para homens e mulheres, amante de Visconti, Bianca e Mick Jagger e Marisa Berenson,com quem teve uma relação profunda e séria.
Em 1973 recebeu o Óscar europeu “David de Donatello” por “Ludwig” e em 2007 o Urso Especial do Festival de Cinema de Berlim pela sua carreira.
sábado, 10 de maio de 2008
KARLHEINZ BÖHM - AO SERVIÇO DA HUMANIDADE

A geração cinéfila dos anos 5o recordar-se-á deste actor no papel do Imperador Francisco José I ao lado da inesquecível Romy Schneider na trilogia “Sissi”. No entanto, a vida desta personalidade não se resume apenas ao mundo do cinema. Pelo contrário, desde 1981, mudou radicalmente de rumo …
Böhm fez 80 anos no dia 16 de Março deste ano. Já passaram quase dois meses, ainda assim, vale a pena assinalar este aniversário.
Fillho (único) de um dos mais importantes maestros do século XX, Karl Böhm, e da soprano Thea Linhard, inicia, no final dos anos quarenta, a sua actividade como actor no conceituado Burgtheater de Viena e, mais tarde, no Theater in der Josefstadt. Seguem-se os primeiros êxitos no cinema alemão e austríaco.
O ano de 1955 é determinante na sua vida e carreira: nasce a primeira filha que se chama “Sissi” – não em homenagem à imperatriz como seria de esperar, mas sim em homenagem ao seu primeiro (e platónico) amor de juventude. O pai reabre com um magnífico “Fidelio” a Ópera Estatal de Viena (Wiener Staatsoper), destruída durante a segunda guerra mundial. E claro – o realizador Ernst Marischka oferece-lhe o papel de Franz Joseph I para a sua trilogia sobre a vida da Imperatriz Elisabeth “Sissi” (1955 – 1957).
“Após a trilogia, poderia ter interpretado centenas de imperadores, reis e príncipes herdeiros. Recusei estas propostas”, diz Böhm na sua autobiografia recente “Suchen – Werden - Finden”. Mas ao contrário de Romy que sofreu com o cliché de Sissi durante toda a sua vida, Böhm afirma “ter feito as pazes com Sissi”.
A vida de Karlheinz Böhm muda radicalmente em Maio de 1981, quando, num concurso de televisão alemão, perde uma aposta e se compromete a angariar fundos para a população faminta na Etiópia. Encontra então o sentido e a missão da sua vida: cria a organização humanitária "Menschen für Menschen" para ajudar os etíopes e combater a pobreza e injustiça. Ao lado da sua mulher Almaz (etíope), desempenha assim o seu papel mais notável de toda a sua carreira e vida.





