Prosimetron
domingo, 2 de junho de 2024
Leituras no Metro - 2927
terça-feira, 23 de abril de 2024
Há 50 anos
«Registe-se que, nos últimos anos do regime, quer os membros do PCP, quer os das organizações de luta armada e da esquerda radical maoísta e marxista-leninista, foram alvo de terríveis torturas. Toda a oposição à guerra colonial era também violentamente reprimida, não escapando mesmo à sanha torturadora da DGS alguns católicos progressistas e até padres que se ergueram contra o regime. Com a data de 23 de abril de 1974 (!!!), uma exposição enviada ao presidente do Conselho e remetida ao Ministério do Interior, assinada por Alberto Arons de Carvalho, Urbano Tavares Rodrigues e Gilberto Lindim de Carvalho, revelava preocupações com a "verdadeira escalada da violência da polícia". os signatários assinalavam "a coincidência deste agravamento da brutalidade policial com os problemas atravessados pelo governo". No dia seguinte á entrega deste abaixo-assinado, o regime e o governo caíram.»
Irene Flunser Pimentel - Os cinco pilares da PIDE. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2018, p. 261
Ver aqui e aqui uma conversa de Mário Figueiredo com Alberto Arons e Urbano Tavares Rodrigues e Luís Filipe Costa.
sábado, 16 de março de 2024
A caminho do 25 de Abril - 11
sábado, 23 de setembro de 2023
O que estamos a ler? - 29
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
Marcadores de livros - 2463
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
Leituras na pandemia - 39
sexta-feira, 24 de abril de 2020
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
sábado, 2 de outubro de 2010
Citações - 122
(...) Eu sou de esquerda, toda a gente sabe. Mas a esquerda teve algumas culpas no nosso sistema educativo. Houve uma altura em que se passou a achar que a Educação devia ser uma coisa lúdica. Sou muito a favor da avaliação. Dos professores e dos alunos. A escolha criteriosa dos professores seria um bom começo.Irene Flunser Pimentel, no Expresso de hoje.
E eu só acrescento que seria bom que alguns ex-governantes assumissem um dia as suas responsabilidades sobre o estado a que chegou o nosso sistema educativo: da indisciplina à avaliação. Mas não, caladinhos que nem uns ratos, a começar por uma sra.ex-secretária de Estado que vejo amiúde na Mexicana...
sexta-feira, 12 de março de 2010
Biografias, autobiografias e afins - 68

A mais recente obra de Irene Flunser Pimentel é uma biografia do Cardeal Cerejeira, incontornável figura da Igreja Católica Portuguesa durante o século XX e do regime do Estado Novo. O subtítulo do livro está muito certo: O Príncipe da Igreja. Manuel Gonçalves Cerejeira foi realmente o nosso último cardeal-patriarca a incarnar a figura cardinalícia com a pompa de outros tempos, como se vê nestas fotos que encontrei onde está a usar a famosa (e longa) capa magna.













