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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Memórias ... 25 de Abril

João Abel Manta, detalhe de Discurso Político, um desenho censurado em 1969
numa edição da FENPROF com o apoio do Centro de Documentação do 25 de Abril.


Cadernos D. Quixote 20 - O 25 de Abril na Imprensa Estrangeira. Lisboa: Publicações Dom Quixote, p. 55

Feliz Dia 25 de Abril, 40 anos de Liberdade.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Em Cascais


Desde o passado sábado, e até 24 de Novembro, está patente no Centro Cultural de Cascais ( Fundação D.Luís I ) uma exposição de cerca de uma centena de obras de três gerações da família Manta: Abel Manta e a mulher, Clementina Carneiro de Moura, o filho de ambos, João Abel Manta, e a filha deste, Isabel Manta. Retratos, paisagens, e naturezas-mortas provenientes da colecção familiar, e pouco conhecidas, mas também oriundas do Museu do Chiado, do Museu Abel Manta e de colecções particulares.
Entrada livre, de terça a domingo, das 10 às 18h.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

terça-feira, 25 de novembro de 2008

D. Francisco Manuel de Melo

no traço de João Abel Manta
e no seguimento do post do Jad


Auto-retrato robot de D. Francisco Manuel de Melo para A Cartilha do Marialva, de José Cardoso Pires, 1960


Ilustração para Carta de guia de casados, de D.Francisco Manuel de Melo, 1955

«Dizia um nosso grande cortesão, havia três castas de casamento no mundo: casamento de Deus, casamento do Diabo, casamento da Morte; de Deus, o do mancebo com a moça; do Diabo, o da velha com o mancebo; da Morte, o da moça com o velho. Ele certo tinha razão, porque os casados moços podem viver com alegria; as velhas casadas com moços vivem em perpétua discórdia; os velhos casados com as moças apressam a morte, ora pelas desconfianças, ora pelas demasias. […]
«Provemos a ver se será possível dar alguma regra ao amor. Ao amor, que sói ser a principal causa de fazer os casados mal casados, umas vezes porque falta e outras porque sobeja. Armemos-lhe, se quer, as redes; caia ele se quiser; e o mais será que avoe e fuja delas, porque quiçá por isso o pintaram com asas. Ame-se a mulher, mas de tal sorte que se não perca por ela seu marido. Aquele amor cego fique para as damas e para as mulheres o amor com vista. Ou cure os olhos que tem, ou os peça emprestados ao entendimento de esses que lhe sobejam. Digo, perder pela mulher, perder por ela seu marido a dignidade de homem a troco de lhe não contradizer sua vontade quando é justo que lha contradiga. Saiba-se e tema-se, que também há narcisos do amor alheio como de seu próprio.»
(Carta de guia de casados. Porto: Campo das Letras, 2003, p. 60-62)

Estas ilustrações podem ser vistas na exposição de que já aqui falei e que se encontra no Museu Rafael Bordalo Pinheiro.
E já agora vejam a capa do magnífico livro que serve de catálogo:


Lisboa: Assírio & Alvim, 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

O nosso maior cartoonista


A exposição inaugura hoje às 19h00
e está patente até 18 Jan. 2009
3.ª a domingo - 10h00 às 18h00

Museu Rafael Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382
Lisboa
www.museubordalopinheiro.pt