Prosimetron
sábado, 19 de julho de 2025
terça-feira, 25 de abril de 2023
Sinais da Liberdade
quarta-feira, 7 de dezembro de 2022
Marcadores de livros - 2416
«- Se compararmos Cunhal e Soares, o primeiro preparava-se melhor.
«- Desculpe, o Mário Soares prepara tudo, pensa em tudo. Não tem é o ar didático de Álvaro Cunhal, o que é diferente. É uma questão de estilo político, de fação política, porque um socialista não se acha detentor da verdade do mundo, propõe uma verdade, enquanto o outro impõe uma verdade. Soares trabalha muito, nunca vi ninguém que o fizesse tanto, e ainda hoje com 80 e não sei quantos anos, vê-se nos seus artigos como estuda. A história de que não conhecia os dossiês enquanto era primeiro-ministro é um mito que se criou. O que ele não tomava era o ar de autoridade e de luta que Álvaro Cunhal assumia.»
Vasco Pulido Valente em entrevista a João Céu e Silva, in Uma longa viagem com Vasco Pulido Valente. Lisboa: Contraponto, 2021, p. 43
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
Foi há 45 anos
sábado, 27 de agosto de 2016
O que se ouve na televisão...
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Marcadores de livros - 404
quarta-feira, 23 de março de 2016
Leituras no Metro - 238
sábado, 11 de janeiro de 2014
L'on aura tout vu!
sábado, 16 de novembro de 2013
Citações
(...) Não é coincidência que as personagens que por aí o incensaram ignorem quase totalmente a política e se lembrem muito bem de episódios triviais, em que o " soberano " magnanimamente desce à inferioridade dos serventes e cortesãos para se mostrar bondoso, sensível, irónico e até paternal. Nas memórias que escreveram depois da revolução, os fiéis do " martirizado " Luís era assim que o lembravam.
Como hoje se lembram de Cunhal os militantes do PCP, os " companheiros de caminho " e umas largas dúzias de patetas. O indivíduo que planeava transformar Portugal numa espécie de Bulgária do Ocidente, o promotor do PREC, o responsável pelas " nacionalizações " e pela ocupação dos " latifúndios ", o desorganizador da economia, o inimigo da " Europa ", esse parece que desapareceu. Só resta, com muito sentimentalismo, como ele gostaria, a máscara do " soberano ", perante a qual ainda uma pequena parte do país se acha obrigada a genuflectir.
A consciência histórica dos portugueses é um óptimo reflexo da inconsciência que os trouxe à miséria e ao desespero.
- No Público de ontem.
domingo, 10 de novembro de 2013
Um quadro por dia
- Cities of the future
- Lost citadel
Excepcionalmente não um, mas três obras. A arte digital do belga Jonas De Ro, agora sediado em Londres segundo creio, e que tem já também um currículo notável nas colaborações com o mundo do cinema e do vídeo. O que motivou a sua escolha para hoje foi algo que muitos desconhecem : trata-se de um neto, o terceiro e mais novo, de Álvaro Cunhal.
Marcadores de livros - 121
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Biografias e afins : Cunhal x 2
Como seria de esperar, o centenário do nascimento de Álvaro Cunhal deu azo a várias publicações. Aqui ficam duas delas : a primeira, da autoria da jornalista Judite Sousa, versa sobre sobre o lado mais íntimo da vida do histórico líder comunista, recorrendo sobretudo a duas das mais importantes pessoas da sua vida, a filha Ana, e a irmã Eugénia; a segunda, uma fotobiografia publicada pelas Edições Avante, e que conta com quase 900 imagens, é mais política e sobretudo mais controversa. Na verdade, a polémica instalou-se desde o aparecimento da obra, pelos ausentes ( os dissidentes do PCP, mesmo tão importantes como Carlos Brito ) e pelos " reenquadramentos " feitos nalgumas fotos que levam ao desaparecimento de figuras como o Dr.Soares, mesmo quando este estava mesmo ao lado de Cunhal nos dias distantes de 1974.
Há coisas que não mudam mesmo...
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Humor pela manhã
(...) Havia, porém, um pormenor que me intrigava : nunca largava uma pochette, que transportava debaixo do braço. Durante toda a campanha perguntei-lhe o que trazia na bolsa e ele recusou sempre responder, embora de forma amável (...) Um dia, porém, em que estive a sós com ele ( os jornalistas quase todos ou todos estavam a protestar por algum motivo ), voltei à carga e perguntei :
- O que traz aí, dr.Cunhal?
Ele respondeu que me daria uma prova de confiança se eu jurasse não revelar a ninguém, coisa que cumpri até hoje. E então respondeu, pondo um ar severo:
- Uma bomba!
Fiquei sem saber o que dizer, até que ele, já com um sorriso desconcertante, me mostrou... a bomba de asma que transportava para o caso de ter uma crise.
- Henrique Monteiro, no Expresso do dia 3 de Agosto de 2013.


.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)














.jpg)

















