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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Apeadeiro da Curia

Estação do apeadeiro dos caminhos de ferro da Curia. Projeto do arq. Cottinelli Telmo, anos 1930.
Azulejos de Jorge Barradas no antigo átrio da estação, hoje ocupado com uma loja de vinhos.
Não consegui tirar os brilhos.
Azulejos padrão.
Fotos de 21 jan. 2023.

domingo, 14 de agosto de 2022

Os loucos anos 20 em Lisboa


No Palácio Pimenta (Museu de Lisboa) está patente esta exposição até 11 de dezembro, das 10h00 às 18h00. Aos domingos até ás 14h00 para os residentes em Lisboa.
Vão ver que a exposição é muito boa e está muito bem montada.

Stuart Carvalhais, 1924
Perspetiva geral do Bairro Social Arco do Cego, 1919
Arq. Adães Bermudes
A primeira pedra do Bairro Social Arco do Cego foi lançada em 27 abr. 1919, mas o bairro só foi inaugurado em 10 mar. 1935.

Planta do Bairro do Restelo.
Arq. Porfírio Pardal Monteiro, 1921.


Planta geral da rede do serviço de carros elétricos.
Rádio com antena Radiola-16, 1924.

Frigorífico General Electric.
Máquinas fotográficas.

Este edifício, no início da Rua D. Pedro V, esteve previsto para ser hotel e um casino. Hoje pertence à Misericórdia.




O bailarino Francis Graça. Fotos de Manuel Alves de San Payo, ca 1925.


Roleta do casino da Ericeira, anos 1920.




Aguarelas de Stuart Carvalhais, 1927
Cartaz da autoria de Fred Kradolfer, 1928.

O fim de uma era e o início de outra que não deixou boas recordações.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Varina

Jorge Barradas - As varinas, 1930
Guache sobre cartão
Lisboa, MNAC

Ó Varina, passa,
passa tu primeiro…
que és a flor da raça,
a mais séria graça
do país inteiro!

Teu orgulho seja
sonora fanfarra,
zimbório igreja!
Que logo te veja
quem entra na Barra.

Lisboa, esquecida
que é porto-de-mar,
fica esclarecida
e reconhecida
se te vê passar.

Dá-lhe a tua graça
clássica e sadia.
Ó varina passa…
na noite da raça
teu pregão faz dia!

Vê que toda a gente
ao ver-te, sorri.
Não sabe o que sente,
mas fica contente
de olhar para ti.

E sobre o que pensa
quem te vê passar,
eterna, suspensa,
acena a imensa
presença do mar!

1929
Carlos Queiroz

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Fragmentos de Cor - 2

Continuo a mostrar alguns azulejos (agora do século XX) da exposição que se pode ver no Palácio Pimenta.

Painel de azulejos publicitário.
Fábrica de Louça de Sacavém.
Veio de uma loja da Rua do Ouro.
Placa toponímica.
Fábrica de Cerâmica Lusitânia, 1930-1939.
Fábrica de Cerâmica Lusitânia, 1930-1939. Esta fábrica ficava nos terrenos onde hoje se encontra a Caixa Geral de Depósitos, na Av. João XXI (ainda lá está a chaminé).
Azulejos da autoria de Fred Kradolfer, executados na Fábrica de Sant'Anna e que eram da Confeitaria Santos.
 
Dois painéis de azulejos da autoria de Hansi Stäel, executados na Fábrica Sant'Anna, ca 1956.
Fragmento do painel O Mar, de Maria Keil, que se encontra na Av. Infante Santo. 
Par de talhas com temas de Lisboa, da autoria de Jorge Barradas, 1947.
Fábrica Viúva Lamego.
Painel da Livraria Ática, de Almada Negreiros.
Fábrica Viúva Lamego, 1955. 
Manuel Cargaleiro - Alto de Santa Catarina.
Fábrica Viúva Lamego, 1969.
Querubim Lapa - Painel de azulejos, executado nas oficinas da Escola António Arroio, 1992. 
Guilherme Parente - As viagens de Sindebad, o Marinheiro.
Lisboa, Oficina 59, 1986