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quinta-feira, 25 de maio de 2023

No Dia da Costureira - 1

Um cartaz de Fred Kradolfer.

Marques de Oliveira - Interior (costureiras trabalhando), 1884.
Nikolaï Fechin (1881-1955) - Em casa, em Nova Iorque, 1924

domingo, 14 de agosto de 2022

Os loucos anos 20 em Lisboa


No Palácio Pimenta (Museu de Lisboa) está patente esta exposição até 11 de dezembro, das 10h00 às 18h00. Aos domingos até ás 14h00 para os residentes em Lisboa.
Vão ver que a exposição é muito boa e está muito bem montada.

Stuart Carvalhais, 1924
Perspetiva geral do Bairro Social Arco do Cego, 1919
Arq. Adães Bermudes
A primeira pedra do Bairro Social Arco do Cego foi lançada em 27 abr. 1919, mas o bairro só foi inaugurado em 10 mar. 1935.

Planta do Bairro do Restelo.
Arq. Porfírio Pardal Monteiro, 1921.


Planta geral da rede do serviço de carros elétricos.
Rádio com antena Radiola-16, 1924.

Frigorífico General Electric.
Máquinas fotográficas.

Este edifício, no início da Rua D. Pedro V, esteve previsto para ser hotel e um casino. Hoje pertence à Misericórdia.




O bailarino Francis Graça. Fotos de Manuel Alves de San Payo, ca 1925.


Roleta do casino da Ericeira, anos 1920.




Aguarelas de Stuart Carvalhais, 1927
Cartaz da autoria de Fred Kradolfer, 1928.

O fim de uma era e o início de outra que não deixou boas recordações.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

«Tratem-me por Ismael»!

Il. Jerry LoFaro

Num inquérito estival que a revista Marianne está a fazer a seis escritores, à pergunta sobre a frase mais prometedora de um livro, Pierre Michon refere, entre outras: «"Call me Ismahel", l'ordre sans replique qui entame Moby Dick.»
Este é também para mim um dos melhores inícios de livros que li.
Os outros são: «Hoje, a mãe morreu. Ou talvez ontem.» (Camus - O estrangeiro). Nesta linha, Vergílio Ferreira abre Alegria breve com «Enterrei hoje a minha mulher». Pelo menos, eu quando li este romance lembrei-me do início de O estrangeiro.
Também me recordo muitas vezes do princípio de Páscoa feliz, de Miguéis:
«O juiz mandou-me finalmente erguer e, sem tirar os olhos dum maço de processos que tinha sobre a mesa, perguntou-me:
«- Tem mais alguma coisa a alegar em sua defesa?»

Capa de Fred Kradolfer

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Fragmentos de Cor - 2

Continuo a mostrar alguns azulejos (agora do século XX) da exposição que se pode ver no Palácio Pimenta.

Painel de azulejos publicitário.
Fábrica de Louça de Sacavém.
Veio de uma loja da Rua do Ouro.
Placa toponímica.
Fábrica de Cerâmica Lusitânia, 1930-1939.
Fábrica de Cerâmica Lusitânia, 1930-1939. Esta fábrica ficava nos terrenos onde hoje se encontra a Caixa Geral de Depósitos, na Av. João XXI (ainda lá está a chaminé).
Azulejos da autoria de Fred Kradolfer, executados na Fábrica de Sant'Anna e que eram da Confeitaria Santos.
 
Dois painéis de azulejos da autoria de Hansi Stäel, executados na Fábrica Sant'Anna, ca 1956.
Fragmento do painel O Mar, de Maria Keil, que se encontra na Av. Infante Santo. 
Par de talhas com temas de Lisboa, da autoria de Jorge Barradas, 1947.
Fábrica Viúva Lamego.
Painel da Livraria Ática, de Almada Negreiros.
Fábrica Viúva Lamego, 1955. 
Manuel Cargaleiro - Alto de Santa Catarina.
Fábrica Viúva Lamego, 1969.
Querubim Lapa - Painel de azulejos, executado nas oficinas da Escola António Arroio, 1992. 
Guilherme Parente - As viagens de Sindebad, o Marinheiro.
Lisboa, Oficina 59, 1986