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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Simonne Vidal (1894-1944)


Só soube da existência de Simonne Vidal, mulher de Marc Bloch, quando ela entrou no Panteão no passado dia 23 de junho, junto ao marido, ambos em cenotáfio. Para além de mulher, ela teve um papel importante como assistente de investigação do historiador. Apoiou o marido quando ele entrou na Resistência e quando ele foi preso pela Gestapo, foi a Lyon para saber dele, sendo hospitalizada com um cancro no estômago. Morreu no hospital, quinze dias depois do marido ter sido fuzilado, e foi enterrada numa fossa comum.

«Ballade triste», poema de Marc Bloch para a sua mulher. 

terça-feira, 23 de junho de 2026

Marc Bloch: «Papá, para que serve a História?»

Marc Bloch entra hoje, ao final da tarde, no Panteão francês. Foi preso pela Gestapo e assassinado por esta em 16 de junho de 1944. É o primeiro historiador a entrar no Panteão francês.

Na quinta-feira abre no Panteão a exposição Marc Bloch, l'esprit de l'histoire. através da qual se poderá descobrir a vida, o historiador e a coragem do homem. Exposição que espero poder vir a ver.

No átrio dos Arquivos de Paris abre hoje a mostra Sur les traces de Marc Bloch à Paris que pode ser vista até 7 de agosto. Espero que ponham o itinerário online.

Monumento em Saint-Didier-de-Formans, que homenageia os 30 resistentes fuzilados em Roussille no dia 16 jun. 1944.

Para o Jad, que me lembrou a frase com que Marc Bloch começa a sua Apologia da História (em Portugal traduzida como Introdução à História). Uma pergunta que devia ser feita em todas as salas de aulas de História.

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Para ler - 16

Set. 2025

Gostei muito de ler os livros de Marc Bloch sobre A introdução à História (uma apologia da História, de acordo com o título francês, escolhido pelo historiador) e o feudalismo. Escrevia muito bem e escrevia claro.

Set.-out. 2025

Número comemorativo dos 250 anos do nascimento de Jane Austen, que aborda os livros, os personagens...

Set. 2025

Número dedicado à exposição de Sargent que se encontra no Museu d'Orsay.

terça-feira, 6 de julho de 2021

Entender o presente


«A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado».
Marc Bloch

sexta-feira, 6 de março de 2015

Grande Guerra - 26

Paris: Seuil, 2013

Henri Barbusse, Marc Bloch, Maurice Genevoix, Apollinaire, Georges Duhamel ou Léon Werth: intelectuais lutadores que deixaram para a posteridade textos, em que a guerra se encontra muito bem descrita e analisada. Eles têm sido amplamente citados pelos historiadores, a propósito da experiência nas trincheiras. Nicolas Mariot analisa-os como exemplo do que foi a guerra para estes intelectuais em contraponto à grande maioria dos outros soldados. O autor, sociólogo e historiador, foi em busca da correspondência e cadernos, que contam como era o relacionamento nas trincheiras. Porque ao testemunharem sobre a vida nas trincheiras, esses intelectuais deixam um testemunho da sua descoberta das classes populares. 
Ainda não o li, mas vou encomendá-lo.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Da vinheta


Cumprindo o que me foi pedido, apresento a vinheta dos próximos dias. Uma homenagem a Marc Bloch. Vamos ver se quem a escolheu, o nosso J.P. , consegue interromper os seus labores e explicar-nos as razões desta escolha .