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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Projeto político 5: Alfarrabista


Aquele alfarrabista de Vigo vendia sobretudo
discos antigos de vinyl. 
Mesmo que só vendesse sobretudos,
eu arranjaria maneira de ali encontrar um livro.
Foi o caso de Ilustrísima's.
Ilustradoras galegas retratavam mulheres ilustres
como Virginia Woolf, Patti Smith ou Marie Curie.
A acompanhar cada retrato, apenas uma frase.
Recordo melhor a de Janis Joplin. Dizia assim,
no seu melhor galego:

«Sempre estou sorrindo, e non é polas drogas
ou pola felicidade, é porque son miope.»

Filipa Leal - Fósforos e metal sobre imitação de ser humano. 3.ª ed. Lisboa: Assírio & Alvim, 2025, p. 61.

quarta-feira, 8 de março de 2023

Marcadores de livros - 2498


Dois marcadores com versos e reversos iguais.





E um bloco-calendário de marcadores com ilustrações de Ankita J. Mehta (Índia):


No Dia Internacional da Mulher, grande variedade de vidas.

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Marcadores de livros - 2039

No Dia Mundial da Ciência:

Verso e reverso de um marcador que veio de Lugo. 
Este (verso e reverso) veio de Estrasburgo.

Agradeço a quem mos enviou.

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Sugestões de leitura para Ana Bartolomeu Simões


Lisboa: Livros do Brasil, s.d.
Uma biografia escrita por uma das filhas da cientista.
Porto: Livr. Civilização, 1957
Capa Fernando Bento.
4.ª ed. Porto: Livr. Tavares Martins, 1962.
6.ª ed. Lisboa: Nuvem de Tinta, 2019
Um livro de de Francesca Cavallo e Elena Favilli .

Li os três primeiros e dei uma vista de olhos no último, antes de o comprar. Mas as duas miúdas que o leram, gostaram.
No seguimento de um post de ontem.

Mais uma sugestão, desta vez vem da Maria:
Porto: Porto Ed., 2015

«Quando Rosa Montero leu o diário que Marie Curie começou a escrever depois da morte do marido, sentiu que a história dessa mulher fascinante era também, de certo modo, a sua. Assim nasceu A ridícula ideia de não voltar a ver-te: uma narrativa a meio caminho entre a memória pessoal da autora e as memórias coletivas, ao mesmo tempo análise da nossa época e evocação de um percurso íntimo doloroso. 
«São páginas que falam da superação da dor, das relações entre homens e mulheres, do esplendor do sexo, da morte e da vida, da ciência e da ignorância, da força salvadora da literatura e da sabedoria dos que aprendem a gozar a existência em plenitude.» (Da sinopse.)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Madame Curie é «Madame Courier» no telejornal da RTP1

A Cruz Vermelha Portuguesa adquiriu um equipamento raio X fácil de manobrar. Pois no Telejornal da RTP1 cerca das 20h35 ouvi esta pérola pela boca da repórter Ana Bartolomeu Simões: este equipamento foi «adquirido no âmbito do programa Madame Courier, cientista pioneira»...  Nem queria acreditar no que tinha ouvido. O que se faz a uma criatura destas?! Se não sabe quem é a Madame Curie não sabe nada.


Eu até sou a favor da televisão pública, mas tenho de pagar para ouvir isto?!

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Bem precisamos de sonhar...

Uma das páginas de maio da agenda Animosa, com uma citação de Marie Curie.

Com um agradecimento renovado à Justa.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Paris: quai de Béthune

Neste prédio viveram Marie Curie e René Cassin.

No n.º 24 viveu Georges Pompidou, com esta maravilhosa vista sobre o Sena:

Dentro de dias saberão a quem dedicaram uma árvore uma árvore neste cais da île Saint-Louis, um dos sítios mais lindos de Paris.

sábado, 7 de novembro de 2009

In memoriam: Marie Curie!

Marie Curie nasceu a 7 Novembro de 1867 , em Varsóvia, Polónia. Parabéns!
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Marie Curie foi uma notável cientista, pioneira nos estudos da radioactividade, sendo galardoada pela Real Academia Sueca das Ciências que a distinguiu duas vezes com o prémio Nobel, da Física, em 1903 e da Química em 1911.
Marie Skłodowska–Curie
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Pierre e Marie Curie, no seu laboratório em Paris, antes 1907