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sábado, 2 de abril de 2016

Novidades


Uma novidade relativa, pois que já está à venda há uns meses, mas que vale a pena mencionar pela sua originalidade. Livros sobre a Maçonaria e o Opus Dei há aos montes, mas este da jornalista Catarina Guerreiro faz uma análise comparativa sobre as duas influentes organizações, a começar pelo seu funcionamento, pelo quotidiano, até ao " último dia " de pertença a cada uma delas . Uma edição da Esfera dos Livros .

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Novidades



Dos  mesmos autores que agora estão nos tops de vendas com um livro sobre Maçonaria. Esta organização também rende, embora menos :)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Um livro de António Borges Coelho


Um dos primeiros estudos deste historiador de uma época que levou muita gente à fogueira por apenas possuir livros considerados proibidos, ou por  pensarem ou viverem de modo diferente ao estabelecido pela Igreja Católica, foi sobre A Revolução de 1383, livro que se encontra no «índice» de que falei ontem. O que ele se deve estar a rir.
Publicado em 1965, o livro esteve proibido até 1974. Esta mania de certa gente querer formatar as consciências...

Lisboa: Portugália, 1965
Capa de João da Câmara Leme.
5.ª ed. Lisboa: Caminho, 1984

Jad, para já, foi o único livro de história de Portugal que encontrei na lista. Devem andar um bocado desatentos. :)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Contra a insónia

Diário de Notícias, Lisboa, 29 jan. 2013

Leituras que nos levam diretamente para o Inferno


O DN de ontem referiu um Index de livros proibidos pela Opus Dei. Parece que a lista contém 33573 títulos, 79 dos quais de autores portugueses. À cabeça, com maior número de títulos, estão José Saramago e Eça de Queirós. Mas até Camilo e o seu Amor de perdição lá se encontra.
Um dia destes voltarei para esmiuçar a lista.
Se isto não fosse trágico... era de ir às lágrimas.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Estreia amanhã



Um drama, realizado pelo espanhol Javier Fesser, inspirado na história verídica de Alexia González-Barro (no filme chama-se Camino), com Carme Elias, Manuela Vellés, Mariano Venancio, Nerea Camacho. Filha de uma família espanhola pertencente à organização religiosa Opus Dei, Alexia viria a morrer aos 14 anos na sequência de um cancro.
Já vi e vale a pena - ver e discutir.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Frase da semana ( que passou )


É melhor um putanheiro que faz boas leis que um bom católico que promulga normas contrárias à Igreja.


-
Vittorio Messori


Este senhor é um teólogo italiano próximo do Opus Dei, e proferiu esta frase, como é fácil de adivinhar, a propósito dos mais recentes casos político-sexuais de Berlusconi. É que, ao contrário do que seria de esperar, ou pelo menos eu esperava, nem todos os católicos italianos estão fartos de Berlusconi. Enquanto que a maioria dos bispos e dos movimentos de leigos o quer fora do poder, alguns movimentos mais tradicionalistas como o Opus Dei e o Comunhão e Libertação e sectores mais conservadores do Vaticano não se mostram muito favoráveis a que Il Cavaliere abandone de vez a chefia do Governo italiano.
Ao menos esta frase teve a virtude de expor o pragmatismo moral de certos sectores...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O Califado e a Reconquista...

Aqui está mais uma "provocação" da minha parte, desta vez suscitada por um comentário de ontem. Quem teme os avanços do Islamismo na Europa, não se deve preocupar por aí além: já temos exército para "eles". Graças à parte, penso que é legítimo e nem sequer ofensivo, ver movimentos como os estudados neste livro: Opus Dei, Legionários de Cristo e Tradicionalistas como a "guarda avançada" do Catolicismo, tanto na frente interna como na externa. Se João Paulo II favoreceu os dois primeiros, Bento XVI assumidamente tem simpatia pelos seguidores do Arcebispo Lefébvre, e só recuou um pouco na escandalosa "reconciliação" quando até uma parte do clero católico, alto e baixo, achou que estava a ser demais. Mas se há uma coisa que tenho a certeza, é que neste pontificado estes excomungados por João Paulo II irão voltar, ainda que sorrateiramente e sem grande contrição- e isto é que é deplorável.
Bem sei que em termos numéricos, já que são vocacionados e formados pelas elites e para as elites, não são significativos no seio do Catolicismo Universal, mas a verdade é que têm uma influência considerável na Cúria Romana, não podendo ser negligenciados de forma alguma.
E é este mesmo o assunto deste livro das politólogas Caroline Fourest e Fiammetta Venner, onde se faz a história destes movimentos e se analisa a sua concepção dogmática da Igreja Católica, concluindo as autoras que o Vaticano II está definitivamente esquecido e enterrado.

- Les nouveaux soldats du Pape, Caroline Fourest e Fiammetta Venner, Panama, 316p, 20€, 2008.