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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os meus franceses - 441


O Moulin de Villeneuve, situado em Saint-Arnoult-en-Yvelines, na região parisience, reabriu hoje ao público. Foi oferecido, em 1951, por Louis Aragon a Elsa Triolet, e foi a última morada dos dois escritores. O túmulo de ambos encontra-se no parque.
Gosto muito de casas de artistas. Pode ser que numa próxima ida a Paris, eu visite esta casa.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os meus franceses - 439

Bordeaux: Aubéron, 2008

Pierre Loti é um escritor que li muito na minha juventude. Lembro-me principalmente dos seus livros de viagens. Como oficial de Marinha que foi, viajou muitíssimo. 
Há uns dias, 'descobri' que há uma casa-museu dele em Rochefort, cidade que não conheço. Fiquei logo com vontade de visitar esta casa. :)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Leituras no Metro - 204

Gabriele Münter - Autorretrato, 1909
Esta artista pintou vários autorretratos, pelo que um dia destes postarei mis alguns.

Já acabei a leitura de Maisons d'artistes. E as restantes casas foram habitadas ou são dedicadas a William Morris, Gabriele Münter, James Ensor, Claude Monet, Alfred Kubin e De Chirco.
Hoje destaco apenas uma artista, que não conhecia: Gabriele Münter, que viveu com Kandinsky, em Murnau, e que faria hoje 138 anos. Por esta casa passaram muitos intervenientes do chamado grupo do Cavaleiro Azul

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gabriele_M%C3%BCnter#mediaviewer/File:Muenter-Haus-Murnau.JPG

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Leituras no Metro - 203

Paris: Chêne, 2012

Tenho vários livros de Gérard-Georges Lemaire, principalmente sobre cafés. Este é dedicado a casas dos artistas (escritores e pintores). Por aqui passam (até onde chegou a minha leitura) a casa de Alain Derain,  em Chambourcy; Charleston Farm, de Vanessa Bell; a casa de Bílek, em Praga; a de Gustave De Smet, perto de Gand; um museu dedicado a Mucha, mobilidade com muitas coisas que lhe pertenceram num edifício onde ele nunca residiu, em Praga; a casa-atelier de Magritte, em Bruxelas (que conheço); a casa-atelier de Rosa Bonheur, em Thomery, na floresta de Fontainebleau, e a casa-museu de Gistave Moreau, em Paris (que também conheço). As restantes ficarão para um post próximo, quando eu finalizar a leitura do livro.
http://flickrhivemind.net/Tags/peintre,studio/Recent
Casa de André Derain





quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Novidades : Paris x 2




Duas novas obras sobre Paris: um guia do Paris Surrealista, e um belo livro sobre casas de escritores e artistas em Paris e arredores.

sábado, 21 de agosto de 2010

Novidades - 139

Aqui está uma novidade editorial que não me importava de ter. É a resposta à pergunta: como são as casas dos que passam a vida a fazer casas para os outros? Vinte grandes arquitectos mostram as suas casas.

Maisons privées d' architectes, Jean-Louis André e Eric Morin, Éditions du Chêne, Agosto de 2010, €23.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Mistérios de Lisboa - 2: As casas dos artistas

No desenvolvimento do chamado escândalo das casas, vieram também à tona as casas cedidas pela autarquia lisboeta a artistas. É verdade como disse António Costa que por toda a Europa é habitual as cidades cederem espaços para que artistas neles instalem os seus ateliers. É bom para eles e é bom para a cidade. Não contesto, em geral, tal política. O que me causou perplexidade foi saber que artistas consagrados há décadas, cujas obras são transaccionadas por milhares e dezenas de milhares de euros, continuam a usufruir dos espaços municipais pagando em contrapartida rendas escandalosamente baixas.
Faz algum sentido que Lagoa Henriques ou Pedro Croft, sem ter nada contra eles pessoalmente, beneficiem de rendas quase simbólicas ? Atendendo à sua cotação como artistas, não seria justo que pagassem rendas mais consentâneas com o valor do mercado "normal" de arrendamento? É que na verdade o valor das rendas pagas por estes dois e por outros artistas estão ao nível da habitação social, e há que convir que estamos perante realidades bem diferentes.
E o que ainda me surpreendeu mais foi a arrogância com que alguns destes beneficiários lidaram com estas revelações, desde logo por exemplo as declarações de Carlos Amado.
Também no que respeita às casas cedidas a artistas, há que acabar com a casuística que imperou nas últimas décadas e regular mais objectivamente estas atribuições.