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sábado, 12 de abril de 2025
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sexta-feira, 11 de abril de 2025
quinta-feira, 10 de abril de 2025
Dietrich Bonhoeffer (1906 - 1945)
Comemoraram-se ontem os 80 anos da execução de Dietrich Bonhoeffer.
Nascido em Breslau (hoje Polónia) em 1906 e proveniente de uma família burguesa abastecida, decide estudar Teologia o que o leva a várias visitas a Roma, Barcelona e Nova Iorque. Enquanto jovem sacerdote protestante em Berlim, assiste à subida ao poder do nacional socialismo e contesta o boicote às lojas pertencentes a judeus. Condena a política racial. Torna-se membro da chamada “igreja confessante”, uma igreja anti regime, que se distancia claramente dos cristãos alemães simpatizantes de Hitler.
Rapidamente é apanhado pelo radar da
Gestapo e é confrontado com represálias: perde a licença de leccionar na
universidade, e em 1938, é proibido de viver em Berlim. Emigra para os Estados
Unidos para assumir o cargo de pároco numa paróquia de Nova Iorque, mas volta
para a Alemanha com o intuito e a convicção de activamente lutar contra o
regime.
Graças a contactos pessoais, passa a trabalhar
para os serviços secretos militares no comando da Wehrmacht sob a direcção de
Wilhelm Canaris. Durante essa função, já em plena Segunda Guerra Mundial,
estabelece contactos com membros da resistência e junta-se a círculos
conspirativos. É preso em 1943. O seu nome é encontrado em documentos ligados ao atentado
falhado contra Hitler em 1944.
A 9 de abril de 1945, apenas duas semanas antes do fim da Segunda Guerra na Europa, Bonhoeffer é executado juntamente com outros membros da resistência, entre eles, Wilhelm Canaris, Hans Oster, Karl Sack e Ludwig Gehre, no campo de concentração de Flossenbürg.
Os Historiadores
consideram esta execução um acto vil de pura retaliação, já que a Alemanha viria a
capitular poucos dias depois.
A Dietrich Bonhoeffer que viveu um
testemunho de fé cristã inabalável e que é uma das figuras mais notáveis da resistência
contra o nazismo, dedicamos a nossa nova vinheta.
quarta-feira, 9 de abril de 2025
Marcadores de livros - 3355
terça-feira, 8 de abril de 2025
Pacotes de açúcar - 259
Vamos tomar um café. Esperemos que o sabor corresponda ao aspeto.
Marcadores de livros - 3354
No Dia Internacional das Pessoas Ciganas
segunda-feira, 7 de abril de 2025
Marcadores de livros - 3353
domingo, 6 de abril de 2025
Leituras no Metro - 2958
sábado, 5 de abril de 2025
sexta-feira, 4 de abril de 2025
quinta-feira, 3 de abril de 2025
A M.R. conhece.... de certeza!
Soube há momentos que Johnny Tillotson faleceu anteontem aos 86 anos. A sua carreira foi curta, no início dos anos 60. Seu maior êxito: Poetry in Motion. RIP
Hildegard Knef - a nossa nova vinheta
Hildegard Knef (1925 – 2002), praticamente desconhecida em Portugal, iniciou a sua carreira cinematográfica num papel principal em 1946 aos 19 anos, no filme Die Mörder sind unter uns (Os assassinos estão entre nós) de Wolfgang Staudte - a primeira película alemã realizada após a Segunda Guerra Mundial. Viveu momentos polémicos no seu percurso, por exemplo, ao aparecer, por poucos segundos e quase invisivelmente, despida no filme Die Sünderin (A pecadora) de Willi Forst em 1951. Coroada de algum sucesso internacional (As neves do Kilimanjaro de H. King de 1952), empenhou-se igualmente a favor de um confronto aberto, justo e sem tabus com o período do Terceiro Reich. A partir dos anos 60, marcou presença como cantora de chansons alemães que contrastavam com a música ligeira do Schlager. Foi ainda amiga de Marlene Dietrich.
“Esteve muito à frente do seu tempo”, afirma Luzia
Schmid, realizadora do filme documentário “Ich will alles” (Quero
tudo, título de uma das canções de Knef) que estreia hoje nas salas de cinema na
Alemanha e que foi apresentado na última Berlinale. Schmid centra-se
sobretudo no carácter da artista e consegue criar muito bem um retrato
abrangente com especial atenção para a notoriedade junto do público alemão e a
forma como Knef lidava com essa notoriedade – desde as operações plásticas a
doenças, desde fracassos profissionais às relações amorosas com figuras como Ewald von Demandowski (Chef da Tobis alemã
durante o Terceiro Reich) ou com Paul von Schell (seu último marido).
Uma homenagem notável por ocasião do centenário do nascimento de Hildegard Knef!



































































