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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Marcadores de livros - 3639

Hoje, para o Dia Mundial do Marcador de Livro, marcadores, feitos numa grande variedade de materiais.
Recortado, da arsEdition.

Verso e reverso.

Verso e reverso, ou vice-versa, de um marcador Miquelrius Boho Essence. É feito de um material sintético.

Gato em metal.

Dois marcadores em madeira da Cozywood (Letónia).
Três marcadores artesanais do Sri Lanka.

Um folheto em que as aberturas são dois marcadores que se podem retirar pelo picotado.
Interior aberto.
Reverso.

E dos blogues de colecionadores:

De mi orilla del Tajo.

Dürer - São Jerónimo, 1521.
Lisboa, MNAA

Um verso com dois reversos diferentes.

 Mestres de Aachen - Painel de «A história de Maria», 1485.
Este painel tem, pelo menos, três livros com marcador.

Com agradecimentos a Javier, Pini e Mondopunts.

sábado, 17 de junho de 2017

Marcadores de livros - 740

Três marcadores da exposição Obras-primas dos museus de Budapeste, que teve lugar em Paris, no ano passado e a que nos referimos, em devido tempo:

Da esq. para a dir., pormenores de: Dürer - Retrato de jovem, ca 1500-1510; Pál Szinyei Merse - A cotovia, 1882; József Rippl-Rónai - Mulher com gaiola, 1892.




quarta-feira, 18 de maio de 2016

Auto-retrato(s) - 234


Um dos quadros de que mais gosto está em Lisboa. :)
Às 12h00 inaugura a exposição do Autorretrato de Albrecht Dürer da coleção do Museo Nacional del Prado. A pintura será presentada por Alejandro Vergara, conservador do museu espanhol.

Fui pela primeira vez a Madrid aos 14 anos e comprei - compraram-me - um poster deste quadro que esteve anos no meu quarto a fazer companhia ao autorretrato de Degas (da Gulbenkian) e ao Che Guevara. :)


quinta-feira, 22 de maio de 2014

A arte do retrato


Não é fácil encontrar um Dürer que ainda não tenha aparecido nestas páginas, mas este creio que não e é um belo retrato para acompanhar a nossa vinheta. Trata-se do Retrato de Bernhard von Reesen, executado em 1521 e que se encontra na Gemälde Galerie, em Dresden, Alemanha.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Albrecht Dürer 21 de Maio de 1471

Hoje é o dia de Dürer.

 
 
 
Aqui fica a gravura com que imortalizou o Rinoceronte e uma história de Lisboa.

sexta-feira, 28 de março de 2014

O presente

Albrecht Dürer, estudo para um altar, Wikipaintings 
Hand of God the Father - Albrecht Durer

Um presente com graciosidade foi como vi as sementes do jardim da Casa Branca que Barack Obama deu ao Papa Francisco. A simplicidade das sementes na grandiosidade simbólica que representam.
A oferta de Obama tem um destino: será plantada nos jardins do Palácio de Verão, em Castelgandolfo.


quinta-feira, 30 de maio de 2013

O ORIENTE: JÓIAS DA LEITÃO & IRMÃO

Durante apenas três dias, os antigos joalheiros da Coroa, Leitão & Irmão, apresentam 49 peças da sua recente Colecção Oriente, iniciada em 2012 e a produzir ainda ao longo deste ano. 
A colecção, evocativa dos 500 anos das relações luso-chinesas, inclui peças de ouro, prata, diamantes, diamantes champagne, rubis e seda. Inspiradas todas elas na passagem dos Portugueses pelo Oriente, as peças expostas vão dos anéis, fios e pendentes, alguns com símbolos chineses, em ouro e ouro e diamantes, passando pelos astrolábios, quadrantes e rosas-dos-ventos. Destaque para uma peça, cujo peso atinge os 5,8 kg, e que foi inspirada na xilogravura criada em 1515 pelo pintor alemão Albrecht Dürer do rinoceronte indiano que chegou a Lisboa no início daquele ano e que D. Manuel I enviou de presente ao papa Leão X. 

Museu do Oriente
31 maio-2 junho 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

enigma

Detalhe de Melancolia de Albrecht Dürer, 1514
[Esta gravura já foi publicada no Prosimetron e aqui]*


« enigma Deriva-se do verbo grego Ainistomai, que quer dizer falo escuramente. É uma proposição, ou oração dificultosa de entender, com que o engenho do autor propõe à curiosidade de quem quer adevinhar o sentido dela. Compara-se o enigma com a figura de Jano, que tinha dous rostos, porque tem diversos sentidos. Fabularam os antigos poetas que Sphinx, monstro célebre, retirado para um monte do território de Tebas, propunha enigmas e questões muito diicultosas aos viandantes, e que devorava aos que as não sabiam soltar. Do orador, ou filósofo, que falava ambiguamente, diziam os romanos Veterem sphingem adducit, et velut aenigmata loquotir. Às vezes se fazem enigmas de várias figuras representadas num painel debaxo  de alguma significação metafórica; também chamamos enigma qualquer cousa  que se não entende facilmente. Aenigma, atis. Neut. Cic

João Paulo Silvrestre, A Língua Iluminada, Antologia de Rafael Bluteau. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal: Babel, 2013,  p. 163.

Com o meu imenso agradecimento à amiga que o ofereceu.

*Podemos ler 1514 na linha inferior (central) que corresponde à data da gravação. Como se pode ver, os quatro números de cada linha, cada coluna e cada diagonal perfazem 34. Dürer tinha 43 quando gravou esta gravura, possivelmente revela a sua paixão pela sequência de Fibonacci (1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34,…) foi o suficiente para reverter as duas figuras do número da sua idade. (Tradução livre). Link

Dürer gravador

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Paulo Varela Gomes sobre Dürer


A propósito da exposição de Dürer que abre hoje na National Gallery of Art de Washington, Paulo Varela Gomes escreveu no Público de domingo, esta crónica:

Também tenho pena de não poder ir ver esta exposição, além de que aproveitava para conhecer Washington. :-)

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Um humanista português

Dürer - Damião de Góis

«Não há na vida quem esteja seguro dos reveses da fortuna.»
Damião de Góis

Selos evocativos dos 400 anos da morte do humanista português, 1974.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Durero grabador, del Gótico al Renacimiento

Dürer - Erasmo

A exposição de Dürer, atualmente na Biblioteca Nacional de Espanha e que pode ser vistada até 5 de maio, mostra uma seleção das melhores gravuras de Dürer existentes na BNE.
Encontram-se expostas mais de 100 gravuras de Dürer, acompanhadas de gravuras de outros artistas da época, como Holbein ou Cranach.

E quem quer ir ver o Durero?

quarta-feira, 20 de março de 2013

O meu hino à Primavera

Detalhe do auto-retrato de Albrecht Dürer, 1493, Museu do Louvre, Paris

A Primavera nas mãos de Dürer para sublinhar o regresso da estação preferida.
O (re)nascer da vida, o sol, os cheiros perfumados e o chilrear dos pássaros são as boas novas.

[Confesso que a ONU ter decretado o dia Internacional da Felicidade achei de gosto duvidoso pois  a fome, as guerras e a perda de direitos leva-nos a interpelar: onde há lugar para a felicidade? ]



 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Boas Festas!



Boas Festas para todos, com uma gravura de Dürer e Whitney Houston, no primeiro Natal que não passa entre nós.

sábado, 2 de junho de 2012

Rostos e mãos

Dürer - Jesus entre os doutores, 1506
Madrid, Thyssen

Exposição até 2 de setembro no Museu Thyssen, de Madrid


quinta-feira, 24 de maio de 2012

O jovem Albrecht Dürer


A cidade de Nuremberga acolhe, a partir de hoje, uma exposição imperdível, dedicada a um dos nomes mais fascinantes da pintura renascentista: Albrecht Dürer. O Germanisches Museum documenta, sob o título “Der frühe Dürer” (O jovem Dürer), a infância e a juventude do artista à luz do enquadramento socioeconómico da segunda metade do século XV, através de duzentas obras originais que incluem auto-retratos (a segunda imagem representa um auto-retrato do pintor aos treze anos), retratos de pais e outros familiares, bem como estudos do jovem Dürer sobre a natureza. A influência que o quotidiano de uma burguesia, na época ainda pouco desenvolvida, exerceu sobre a criatividade de Dürer, dá o mote a quatro secções que compõem a exposição: o meio mais próximo que rodeava o pintor, a tradição artística de então, as inovações técnicas de impressão e o ideal de um novo conceito de arte, já manifesto num Dürer adolescente. O envolvimento sociocultural ajudará seguramente a entender a auto-confiança e determinação que tanto caracterizam a obra deste génio alemão.
Der frühe Dürer representa a maior exposição sobre o artista, natural de Nuremberga, realizada na Alemanha desde 1972. Em 2003, o Albertina de Viena reunira uma vasta colecção da obra do mestre renascentista.


Germanisches Museum de Nuremberga, Der frühe Dürer, até 2 de Setembro


Imagens: retrato dos pais (ca. 1490), auto-retrato de 1484

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A arte do retrato alemã

A cidade de Munique ambiciona manter o estatuto de capital cultural da Alemanha, em constante rivalidade com Berlim, Colónia ou Hamburgo. A exposição temporária que se encontra actualmente na Kunsthalle da Hypo-Kulturstiftung, reforça este status e representa um dos pontos altos da vida cultural da cidade bávara deste ano. Sob o título Dürer – Cranach – Holbein: Das deutsche Porträt um 1500 (Dürer – Cranach – Holbein: o retrato alemão por volta de 1500), reúne cerca de 170 obras de pintura, entre elas, 18 de Albrecht Dürer (1471 – 1528), 17 de Lucas Cranach o Velho (1472 – 1553) e oito de Hans Holbein o Novo (1497/98 – 1543), bem como exemplos de escultura, numismática e desenho.
Este acontecimento, levado a cabo em colaboração com o Museu de História de Arte de Viena, reveste-se de grande importância, visto nunca se ter realizado uma amostra tão abrangente que se dedicasse exclusivamente à arte do retrato alemã. Com efeito, a pintura flamenga e italiana sobrepuseram-se sempre à congénere germânica, e talvez com mérito. Os retratistas flamengos primaram pelo naturalismo retratista, evidente nos seus quadros, os génios da península itálica orgulharam-se de ter criado um novo conceito de beleza único, manifesto no período renascentista.


Contudo, o retrato alemão desenvolveu um estilo próprio e inconfundível, ao conferir uma autenticidade impressionante à pessoa retratada, tentando por vezes captá-la numa abordagem quase psicológica. Dürer, Cranach (o Velho) e Holbein (o Novo) foram o expoente máximo deste movimento e deixaram, como herança, a sua visão sobre a transição do indivíduo da Idade Média para a Idade Moderna, tendo-se afirmado como descobridores e criadores do ser humano na arte retratista alemã.
A exposição estará aberta ao público até 15 de Janeiro de 2012.
Quem preferir a modernidade, poderá apreciar a obra de Georgia O'Keeffe a partir de 3 de Fevereiro neste mesmo espaço.

Imagens: retrato de uma jovem veneziana de Albrecht Dürer; retrato de um homem sem barba, provavelmente da autoria de Lucas Cranach o Velho

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Passado e Presente

Albrecht Dürer, The Landauer Altarpiece, All Saints Day, detail showing self portrait, 1511

Kunsthistorisches Museum, Vienna

Wassily Kandinsky, All Saints I, 1911



Städtische Galerie im Lenbachhaus, Munich

terça-feira, 19 de abril de 2011

Auto-retrato(s) - 100

Dürer com 27 anos (1498)


Madrid, Museu do Prado


A amizade tem destas coisas. Alguns Prosimetronistas sabendo do meu grande amor por Dürer não publicaram ainda, nesta série, os auto-retratos do grande artista de Nuremberg. Vendo aproximar-se o número cem, MR, que iniciou o tema, relembrou-me que ainda aguardava o "meu"/"seu" Dürer. É que ambos tivemos um poster com o auto-retrato de Dürer, no quarto, enquanto adolescentes. Eu tive a reprodução do quadro que se encontra em Madrid. Julgo que MR teve a do auto-retrato, aos 29 anos, que se conserva em München (os bons espíritos sempre se encontram e re-encontram).




Dürer com 29 anos (1500)


München, Alte Pinakothek