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domingo, 12 de abril de 2015

terça-feira, 2 de julho de 2013

Eduardo Portugal

 

A exposição do fotógrafo Eduardo Portugal, com base no critério Cidade de Lisboa, já apresentada no contexto da LisboaPhoto 2003 (Convento das Bernardas) é agora exposta no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa – com o mesmo conceito, mas com um olhar atualizado, focado nas décadas entre 1920 e 1950 e com mais informação sobre o vasto espólio do fotógrafo, que incluí provas fotográficas impressas durante a sua vida, álbuns de fotografias, postais e uma coleção de imagens de outros fotógrafos, que representam uma vida dedicada à fotografia e à cultura portuguesa. 

Rua da Palma, n.º 246
De 3 julho a 31 de agosto. 
De 2.ª feira a sábado, das 10h00 às 19h00. 
Encerra aos feriados | Entradas gratuitas

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Irmãos Unidos


Foto Eduardo Portugal, s.d.
Arq. Fot. CML, PT/AMLSB/AF/POR/060322

Os Irmãos Unidos, no Rossio (Lisboa), era um restaurante que pertencia ao pai de Alfredo Guisado. Aqui se reunia a geração do Orpheu, e para ele, Almada Negreiros pintou o retrato de Fernando Pessoa, em 1954, que presentemente se encontra na Casa Fernando Pessoa. Dez anos mais tarde, pintou uma réplica para a Fundação Gulbenkian.
O restaurante encerrou em 1970, tendo a sua área sido anexada pela Camisaria Moderna. Ainda existe um resquício do restaurante com o nome de Adega Irmãos Unidos, na Praça da Figueira, 2.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Hoje era dia de ir às hortas


Retiro do Manuel dos Passarinhos, na Calçada do Poço dos Mouros.
Foto Joshua Benoliel (1873-1932), início século XX.Lisboa, Arq. Fot. CML PT/AMLSB/AF/JBN/000970


Antigo Retiro do Quebra-Bilhas, no Campo Grande.
Este foi o último a fechar em Lisboa. Encerrou talvez há três anos.

Foto de Eduardo Portugal, 1941
Lisboa, Arq. Fot. CML
PT/AMLSB/AF/POR/059498


Retiro A Perna de Pau, junto ao apeadeiro do Areeiro, na antiga Estrada de Sacavém.
Foto Paulo Guedes (1886-1947)
Lisboa, Arq. Fot. CML
PT/AMLSB/AF/PAG/000251

No Dia da Espiga, a Lisboa popular ia passar o dia nos retiros e nas hortas - uns quintalões nos arredores da cidade -, com o pretexto de colher a espiga, o ramo de oliveira, papoilas e malmequeres, para formar o ramo. Comiam nas casas de pasto que existiam nesses locais, e os menos abonados levavam o farnel pendurado num pau, transportado ao ombro. Jogavam junquilho ou malha, tocavam guitarra e cantavam o fado.
E o que se comia nessas casas de pasto? A lista era curta: peixe frito, chouriço com ovos e pastéis de bacalhau, regados com tinto; quadrados de marmelada para a sobremesa.
Mas, no Manuel dos Passarinhos, o petisco devia ser grandes tachadas de passarinhos fritos... Ainda me lembro de ver na montra de algumas tascas da Baixa, umas panelas com passarinhos. Para não falar das iscas - com elas e sem. Mas isto talvez fique para um próximo post.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Lisboa: Rua João Pereira da Rosa, n.º 6


Outra foto da casa da Calçada dos Caetanos, onde habitaram: Ramalho Ortigão, nas águas-furtadas; Oliveira Martins e sua mulher Vitória; Fernanda de Castro e António Ferro; José Gomes Ferreira e sua mulher, Ingrid Hestnes; Bernardo Marques e Ofélia Marques.
Não deve haver muitos prédios em Lisboa, com habitantes tão ilustres.
Foto de Eduardo Portugal
Lisboa, Arq. Fotográfico da CML, B094509