Verso e reverso.
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quinta-feira, 27 de junho de 2024
segunda-feira, 17 de julho de 2023
O que estamos a ler? - 12
Uma sugestão de leitura de Miss Tolstoi:
Lisboa: Zigurate, 2023
«Comecei ontem a ler "A biblioteca de Estaline" de Geoffrey Roberts. Antes de ler a biografia que Montefiore escreveu sobre Estaline, eu tinha uma imagem errada dele. Pensava que ele era uma pessoa pouco culta. Quando vi este livro, comprei-o logo. É muito interessante. Estaline tinha uma grande biblioteca e anotava os livros que lia, mesmo daqueles a quem limpou ou mandou limpar o sarampo.«Para além desta faceta que estou a gostar de conhecer, Estaline foi aquele assassino que todos sabemos.» (Miss Tolstoi, 10 jul. 2023)
Já agora deixo a sugestão da biografia de Montefiore, muito boa:
Lisboa: Alêtheia, 2006
Eu li-a numa edição do Expresso (2016) em 6 vols.
sexta-feira, 24 de setembro de 2021
Leituras no Metro - 1087
Estou numa de ler Simon Sebag Montefiore. Depois de Uma noite de Inverno que é um murro no estômago, virei-me para Os Romanov.
Barcarena: Presença, 2017
«No século XXI, as novas autocracias da Rússia e da China têm muito em comum com os czares: são dirigidas por cliques minúsculas e opacas qjue adquirem riquezas fabulosas, que estão ligadas por relações hierárquicas se patrocinato e que estão à mercê dos caprichos dos governantes.» (Introdução, p. 22)
«O contacto do czar com o povo era próprio de uma Rússia primitiva de camponeses e nobres, mas tem algumas semelhanças com o Kremlin do século XXI - glória no estrangeiro e segurança doméstica em troca de governação de um homem e da sua corte e do seu enriquecimento quase ilimitado.» (p. 26)
domingo, 19 de setembro de 2021
No meu sofá a ler... - 9
Alfragide: Dom Quixote, 2014
«Moscovo, 1945. Enquanto Estaline celebra a vitória sobre Hitler, ouvem-se tiros ao longe. Numa ponte da cidade são encontrados os corpos sem vida de um casal de adolescentes. É uma tragédia de contornos invulgares. Rosa e Nikolai eram filhos de dois líderes do Kremlin, estudavam numa escola de elite, eram modelos de virtude.
«Estamos perante um crime? Um pacto suicida? Ou uma conspiração?
«A investigação, conduzida pelo próprio Estaline, estende-se ao círculo restrito das famílias mais poderosas do império. Várias crianças são feitas prisioneiras e obrigadas a testemunhar contra os pais e amigos. A pouco e pouco, são revelados os amores ilícitos e os segredos da alta sociedade de Moscovo, cruelmente exposta no seu esplendor e decadência. Um mundo onde o mais insignificante erro pode significar a morte e não há direito a perdão.»
(Da contracapa do livro.)
Estou a gostar imenso deste «romance inspirado em factos reais». É o primeiro romance de Montefiore que leio. E foi-me aconselhado por um amigo quando se falava da biografia que ele fez de Estaline.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
Leituras no Metro - 270
Uma belíssima biografia de Estaline, agora editada em seis partes, com um prefácio sério de Paulo Portas. Pelo contrário, o prefácio de Francisco Louçã é fraco e desinteressante.
Que Estaline foi um facínora já eu sabia, mas fiquei a saber que ele era culto, sedutor e que cantava bem. Vou no volume 2.
Em breve, e seguindo o conselho de Paulo Portas - :) -, espero ler esta história de Jerusalém:
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Novidades - 111 : Uma injustiça monstruosa...
O livro não é recente, mas a tradução portuguesa, da Guerra e Paz, é-o. Aprecio o estilo "divulgador" do Simon S.Montefiore, mas fiquei revoltado com uma flagrante injustiça presente nesta capa: colocar Lucrécia Bórgia ao lado de Staline, Henrique VIII e Hitler?!! É que não há comparação possível! Qualquer pessoa que conheça razoavelmente a história dos Bórgias, e posso dizer que conheço bem, passe a imodéstia, sabe que ela foi sobretudo um títere nas mãos do pai, o Papa Alexandre VI, e de um dos irmãos, o implacável César. Casou com quem eles quiseram, e ficou viúva duas vezes por obra e graça do sinistro irmão. A prova da falta de crueldade "congénita" de Lucrécia são as últimas décadas da sua vida: amada duquesa de Ferrara, terminando os seus dias tranquilamente.Se era necessário ter uma mulher na capa, para obedecer a "quotas", há várias outras melhores candidatas...
Até podemos lançar um "concurso" aqui no blogue para depois sugerir ao autor...
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