Dois cafés em Trafalgar Square. Muito bons!
Prosimetron
sábado, 7 de setembro de 2013
Luz
Não consegui apurar se a MR focou anteriormente a biblioteca do Rijksmuseum nos prazeres da alma. Aqui fica um apontamento. É de facto um espaço de luz e de tranquilidade.
Pormenor da decoração. As fotografias foram tiradas à pressa pois na biblioteca encontravam-se pessoas a trabalhar.
Pormenor que me prendeu o olhar.
A cortininha de papel tapa a possibilidade da entrada do pó.
Fiquei a matutar...não é especialmente bonito mas...
BOM DIA!
(Modificado às 15:48 horas)
(Modificado às 15:48 horas)
Maigret e a Brasserie Dauphine
A Brasserie Dauphine é referida em muitos livros de Maigret, como sendo próxima do Quai des Orfèvres (foto de baixo). Simenon colocou-a na rue de Harlay, esquina com a place Dauphine, onde se encontrava o restaurante Aux Trois Marchés. Presentemente é o Hotel Harlay (em cima).
Fotos 3 set. 2013
«As ruas começavam a cheirar a primavera. Na Brasserie Dauphine tinha já sido instalada uma esplanada, e a frase do chefe era um convite para ir tomar tranquilamente o aperitivo, antes de almoçar.» (p. 11-12)
«Maigret telefonou para a Brasserie Dauphine.
«- Alô!... Joseph?… Maigret… És capaz de me trazer dois copos de cerveja e umas sanduiches? Para um, sim…» (p. 14)
«Pararam os dois [Maigret e Lucas] na Brasserie Dauphine para tomar um aperitivo». (p. 99)
«- Quem se oferece para ir encomendar cervejas à Brasserie Dauphine? E sanduiches?
«Era sinal de que começava uma das grandes noites da P. J.» (p. 179)
In: Maigret e o «seu morto» / trad. Lima de Freitas. Lisboa: Livros do Brasil, [1952]
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Números
61
Era esta a quantidade de ovos de papagaio que uma mulher, proveniente do Brasil, trazia escondidos à volta da cintura quando foi interceptada há dias no Aeroporto da Portela.
Como vês, caro MLV, o tráfico de aves continua de vento em popa ...
Era esta a quantidade de ovos de papagaio que uma mulher, proveniente do Brasil, trazia escondidos à volta da cintura quando foi interceptada há dias no Aeroporto da Portela.
Como vês, caro MLV, o tráfico de aves continua de vento em popa ...
Onde me apetecia estar
Desde 24 de Abril, e até 20 de Outubro, decorre o 22º Festival International des Jardins, no belo Domaine de Chaumont-sur-Loire, o castelo e belos jardins que pertenceram a Catarina de Médicis, a várias outras famílias, e são hoje propriedade regional. Mas não se trata só de apreciar os jardins, mas antes apreciar a criação contemporânea à volta dos jardins, com criadores vindos de todo o mundo e que propõem percursos olfactivos, perspectivas sonoras, flores que se comem etc.
O presidente do júri é este ano Bernard Pivot, e há muitos eventos associados.
Todos os dias, das 10 às 20h. www.domaine-chaumont.fr
No Musée des Arts Décoratifs, - 2
Uma boa exposição sobre o modo artificial como mulheres e homens desenham a silhueta desde o século XVI. Muito interessante.
Frase da semana
Se o Estado não tem dinheiro, deixe-me em paz, não me aborreça, não me chateie. E eu faço o que posso, vou à China, viro-me.
- António Sampaio da Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa.
Confesso que não percebi este " vou à China ", ou se calhar é também o Eldorado chinês como último recurso até das universidades públicas portuguesas...
A casa de Maigret
Paris, 3 set. 2013
Simenon coloca a casa de Maigret no 132, boulevard Richard Lenoir. Só que o n.º 132 desta artéria não tem entrada para o prédio. Entra-se para o edifício pela avenue de la République.
«Quando voltou do metro, o boulevard Richard Lenoir estava deserto e os passos ecoavam na calçada.» (p. 19)
«Verdade seja dita que nem toda a gente frequenta o boulevard Richard Lenoir.
«Pobre boulevard Richard Lenoir! Porque diabo teria ele tão má reputação? Evidentemente, desemboca na Bastilha.» (p. 48)
In: Maigret e o «seu morto» / trad. Lima de Freitas. Lisboa: Livros do Brasil, [1952]
Por acaso a rua começa na Bastilha e desemboca na República. :)
Humor pela manhã
(...) Havia, porém, um pormenor que me intrigava : nunca largava uma pochette, que transportava debaixo do braço. Durante toda a campanha perguntei-lhe o que trazia na bolsa e ele recusou sempre responder, embora de forma amável (...) Um dia, porém, em que estive a sós com ele ( os jornalistas quase todos ou todos estavam a protestar por algum motivo ), voltei à carga e perguntei :
- O que traz aí, dr.Cunhal?
Ele respondeu que me daria uma prova de confiança se eu jurasse não revelar a ninguém, coisa que cumpri até hoje. E então respondeu, pondo um ar severo:
- Uma bomba!
Fiquei sem saber o que dizer, até que ele, já com um sorriso desconcertante, me mostrou... a bomba de asma que transportava para o caso de ter uma crise.
- Henrique Monteiro, no Expresso do dia 3 de Agosto de 2013.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Boa noite!
Britten criou um festival em Aldeburgh. No ano do centenário do compositor, o festival ocorreu em junho, tendo sido apresentada uma encenação de Peter Grimes, na praia. Deve ter sido um ESPETÁCULO!...
Dou-vos música
Convite
Realizam-se nos dias 11 e 13 de Setembro dois recitais de piano e violoncelo cujo programa será interpretado por Leonor Dill, ao piano, e Paul-Edouard Senentz, no violoncelo.
No dia 11, quarta-feira, o evento terá lugar pelas 18h30m no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha.
No dia 13 apresentar-se-ão na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, em Lisboa, pelas 18h00m.
Para ambos os eventos a entrada é livre.
Agradecemos desde já a vossa presença, e a divulgação deste convite pelos vossos amigos.
Seguem em anexos informações sobre os executantes e sobre as peças que integram o programa a apresentar.
Colaboração: Fundação Marquês de Pombal (Palácio dos Aciprestes)
e Gabinete para os Meios de Comunicação Social (Palácio Foz)
Coordenação de Paulo Machado de Jesus
PROGRAMA
1ª parte:
Beethoven:
Variations „Bei Männern, welche Liebe fühlen“ de Mozart „Zauberflöte“ WoO46
(8’)
Schumann:
Romances op.94 (11’)
Mendelssohn:
Variations concertantes op.17 (10’)
Schumann:
Fantasiestücke op.73 (11’)
(intervalo
de 5 minutos)
2ª parte:
Miaskovsky:
Cello Sonate no.2 Op.81 (22’)
Uma boa notícia
Quando o consumo cultural consegue fintar a crise é bom. Foi o que se passou com os teatros Maria matos e São Luiz, que tiveram na última temporada mais espetadores. E só no primeiro caso, o aumento foi da ordem dos cinco mil, com o São Luiz a receber mais algumas centenas de espetadores. Já não é mau!
Etiquetas:
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teatros
No Musée des Arts Décoratifs - 1
Coleções de publicidade.
Leque publicidade aos sapatos Bally, com desenho de Leonetto Capiello, 1933
No início da exposição, uma sala cheia de leques com publicidade: recordações das grandes Exposições, turismo, política, caminhos de ferro, hotéis, restaurantes, lojas, bebidas.
Coleções de porta-chaves, bases de copos (não vi das minhas), calendários, cromos publicitários, isqueiros, cinzeiros, pins, cartões de telefone, sacos de compras, latas (bolachas, bebidas e outras), bonés, cartazes... - de tudo um pouco. Uma exposição gira, mas ficou aquém das minhas expectativas. Só a parte dos leques achei bem conseguida.
Cromos desenhados por Benjamin Rabier, 1933
1960
Até anteontem não conhecia esta marca. Na exposição havia uma vitrina cheia de objetos publicitando a marca, como esta caçarola, e dois painéis com cartazes.
Para o pequeno almoço?
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
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