Prosimetron
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Um quadro por dia - 437
É de Artemisia Gentileschi este Lucretia, inspirada pela tela homónima de Simon Vouet que a pintora conheceu em Roma . Vendido a 23 de Outubro, no Dorotheum de Viena, por 1,8 milhões de euros.
Números
14,5 milhões de euros
61 milhões de reais
É por quanto está à venda a Ilha do Capítulo, no litoral de Angra dos Reis, Brasil. A ilha particular do empresário português João Pereira Coutinho está à venda . Resta saber se continuará a ser para usufruto de poucos ou para mais alguns como hotel de luxo ...
Un rêve d’Italie: La collection du marquis Campana
O Louvre e o Hermitage juntaram-se para preparar esta exposição especial sobre a coleção do Marquês Campana, constituída principalmente entre os anos de 1830 e 1850. Com esta coleção, a mais ambiciosa coleção particular do século XIX, o Marquês Campana pretendia dar uma imagem da herança cultural italiana, antiga e moderna. Mas a coleção foi apreendida no final de um julgamento por desvio de fundos, que foi instaurado em 1857 e vendida pelo estado pontifício e dispersa por toda a Europa.
As principais obras da coleção foram adquiridas em 1861 pelo czar Alexandre II, tendo enriquecido as coleções do Hermitage. As restantes - mais de 10000 - foram compradas por Napoleão III e distribuídas entre o Museu do Louvre e muitos museus provinciais. Muitos primitivos da coleção de Campana, como a Virgem e a Criança de Botticelli, foram posteriormente agrupados no Petit Palais em Avignon, inaugurado em 1976.
Pela primeira vez desde a sua dispersão em 1861, a exposição dá uma imagem da riqueza e diversidade da coleção Campana. Com mais de 500 obras, incluindo muitas obras-primas como o Sarcófago dos Esposos ou A Batalha de San Romano por Paolo Uccello, apresenta a figura romântica de Giampietro Campana, sua paixão como colecionador e o modo como ele reuniu este conjunto extraordinário. A exposição também destaca a influência da coleção Campana nas artes e ofícios da segunda metade do século XIX.
Até 18 de fevereiro no Louvre.
domingo, 2 de dezembro de 2018
La Fabrique du luxe: les marchands merciers parisiens au XVIIIe siècle
«Mercadores de tudo e fazedores do nada», seguindo a famosa sentença de Diderot na sua Enciclopédia, os capelistas constituem uma das mais importantes corporações parisienses do século XVIII.
Até 27 de janeiro de 2019, podemos ver no Museu Cognacq-Jay (Paris) a primeira exposição dedicada a essa corporação particularmente codificada e essencial na difusão da arte e do luxo franceses.
Através dos destinos de comerciantes como Lazare Duvaux ou Dominique Daguerre, o museu apresenta uma centena de obras de arte, documentos e arquivos que ilustram as origens do luxo parisiense.
Ao mesmo tempo, negociante, importador, colecionador, designer e decorador, o capelista desempenhou um papel importante no desenvolvimento da indústria de luxo na época. Com um caráter atípico, mantém laços na alta aristocracia e conta com uma rede internacional de artistas, incluindo as melhores especialidades técnicas e artísticas, sejam elas de Lyon ou da China.
Estes mercadores estão no centro de uma rede com três pólos: o patrocinador, o artesão ou artista e, um novo fenómeno com poder crescente, a 'moda'. Além disso, para se tornar conhecido e expandir as suas redes, desenvolvem os mecanismos de promoção publicitária, com a ajuda de artistas anónimos ou de artistas como Boucher ou Watteau.
Watteau - L’Enseigne de Gersaint, 1720
Berlim, Castelo de Charlottenburg
Dissolvida durante o período revolucionário, esta corporação desperta hoje o interesse de historiadores da arte e académicos que a têm pesquisado.
O percurso da exposição explora o contexto propício ao desenvolvimento desta rede, as causas do seu sucesso e inovações, centrando-se nalguns de seus representantes mais ilustres.
Uma boa razão para voltar a este lindo museu.
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Marcadores de livros - 1220
Um marcador (verso e reverso) e dez postais dos Los diarios de Cereza, de Joris Chamblain e com il. de Aurelie Neyret, editados pela Alfaguara. Com um agradecimento a Justa.
sábado, 1 de dezembro de 2018
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
Biografias e afins
Foi há 50 anos que Line Renaud trocou Paris por Las Vegas, desafiada por Bob Hope. E foram anos de grande sucesso, actuando nos lugares míticos da cidade, sendo até madrinha do Caesars Palace, hoje um ícone da meca do jogo. Teve até direito a estrela francesa a uma rua com o seu nome.
Estes anos americanos deram origem a um belo álbum publicado pela La Martinière.
Mes années Las Vegas, Line Renaud e David Lelait-Helo, éditions de La Martinière, 192 páginas, ricamente ilustrada, € 29,90.
Bom dia !
Neste dia em que o reggae se tornou Património Cultural Imaterial da Humanidade por decisão da UNESCO.
Parada na Opernplatz
O nosso prosimetronista enviou este pormenor do quadro
Franz Krüger - Parada em Opernplatz, em Berlim, 1822
Berlim, Alte Nationalgalerie
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Uma lembrança para Miss Tolstoi
Reencontro com Francisco de Andrade, cantor, em Berlim
É sempre uma alegria reencontrar amigos dos quais não se tem noticia. E foi essa alegria que eu senti, hoje, nas escadas de Alte Nationalgalerie, em Berlim. Começo a avançar e olho para aquela cara - igual à que me fora apresentada nos anos 70 (do século passado). Olha o Francisco Andrade, exclamei! Parei e estive uns momentos a matar saudades.
Francisco de Andrade com o seu fato de Gala - dando corpo a D. Giovanni (Ópera de Mozart) - numa pintura de Max Slevogt, em 1912.
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Boa noite!
Vejam este filme, se ainda o não fizeram. Não conto nada sobre ele porque a história é muito boa.
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Para MLV!
Peço desculpa pelo atraso no envio deste bilhete (virtual) para o espetáculo dos 30 anos de carreira da Mafalda Veiga, com um abraço de parabéns:
domingo, 25 de novembro de 2018
Boa noite!
Nick Drake morreu com 26 anos, faz hoje 44 anos.
Parabéns MLV!
Parabéns MLV!
Desejo que tenha um resto de dia muito feliz. :)

Marcadores de livros - 1214
Maurice Denis - Portrait d'Yvonne Lerolle en trois aspects (pormenor), 1897
Yvonne Lerolle já aqui apareceu no blogue a propósito dos retratos que Renoir pintou dela.
Para Paula e Rui Lima que já visitaram o museu de Maurice Denis. Um trio de prosimetronistas não teve a mesma sorte quando foi a Saint-Germain-en-Laye porque o museu estava em obras.
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