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quarta-feira, 6 de setembro de 2023

domingo, 5 de maio de 2019

A propósito de Young Mr. Lincoln

Já não me lembro se li a biografia de Nina Brown Baker antes ou depois de ver o filme de John Ford com Henry Fonda. Parece-me que foi mais ou menos ao mesmo tempo. Mais tarde li a Vida de Lincoln de Agostinho da Silva, como li muitos outros livrinhos dele, sobre os mais variados temas. Era um grande divulgador. 


Vila Nova de Famalicão: ed. do autor, 1943

Porto: Civilização, 1965

Em geminação com  Manuscritos da Galáxia.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Citações


" o que Portugal fez de maior no mundo não foi nem o descobrimento nem a conquista, nem a formação de nações ultramarinas: foi o ter resistido a Castela. O ter mantido através do sangue e fogo o princípio da independência dos povos periféricos "

- Agostinho da Silva, in Reflexão, 1957, p.27.

( Painel "afonsino " na Real Basílica de Castro Verde )

quarta-feira, 31 de março de 2010

PENSAMENTO(S) - 115


Nunca faças planos excessivos para a vida, para não atrapalhar os planos que a vida tem para ti.

- Agostinho da Silva



Um muito sábio conselho.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Agostinho da Silva

Agostinho da Silva diz de si mesmo e das suas quadras:

Se estas quadrinhas não prestam
com certeza as compus eu
mas se boas foi poeta
além de mim que mas deu


Mais longe estás se houve início
mais perto se o tempo finda
e a rosa que em ti abriu
é em mim botão ainda.


Agostinho da Silva, Quadras Inéditas, Lisboa: Ulmeiro, 1997, p.7 e 57

George Agostinho Baptista da Silva nasceu no Porto a 13 de Fevereiro e morreu em Lisboa a 3 de Abril de 1994. Filósofo, poeta e ensaísta, Agostinho da Silva foi também um lutador da liberdade: afirmava que a liberdade era a mais importante qualidade do ser humano. Escreveu para a revista Seara Nova; criou o Núcleo Pedagógico Antero de Quental em 1939 e em 1940 publica Iniciação: cadernos de informação cultural. Foi preso pela polícia política em 1943 e abandonou o país em 1944. Regressou a Portugal em 1969 após a doença de Salazar e a sua substituição por Marcello Caetano que deu origem a alguma abertura política e cultural do regime.