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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Marcadores de livros - 1069

Verso e reverso de um marcador da col. Os Primos, de Mafalda Moutinho.
Em baixo, mais marcadores da mesma coleção, mas faltam alguns.

Dois marcadores de reedições de obras de Alice Vieira. Rosa, minha irmã Rosa já vai na 32.ª ed. :)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

As capas


Não se podem julgar os livros pelas capas mas elas acabam por influenciar o leitor no momento da compra, em maior ou menor escala. Isto a propósito da capa deste livro de poemas de Alice Vieira, uma das mais bonitas e originais que tenho visto nos últimos tempos.

sábado, 1 de junho de 2013

Leituras no Metro - 134

Lisboa: Texto, 2013
€14,90

Enid Mary Blyton nasceu a 11 de agosto de 1897, em Londres, e morreu a 28 de novembro de 1968, numa casa de repouso, onde se encontrava há meses, devido à doença de Alzheimer. 
Publicou o primeiro livro - Child Whispers - em 1922 e os últimos em 1967. Em pouco mais de 40 anos, escreveu mais de 700 livros. E, até à data da sua morte, foram editadas mais de 1070 obras - incluindo antologias de contos,peças de teatro,  textos peda­gógicos, crónicas em jornais, revistas, anuários e almanaques.
Devido ao grande volume de obras escritas, durante algum tempo correu que Enid Blyton teria uma ajudantes, uma espécie de escritoras fantasmas. Afinal, toda esta vasta obra saiu da sua máquina de escrever.
Vem isto a propósito do livro que Alice Vieira escreveu sobre Enid Blyton, que li. E como toda a gente também li e vibrei com os Cinco, os Sete e alguns livros das coleções Mistério e Aventura. Não apreciei muito o Clube dos Sete, que li depois dos Cinco. Hoje percebo porquê. Eram dedicados a um público mais jovem.
Só li uma ou outra  aventura do Colégio das 4 Torres e das Gémeas, já adulta.
Muito do que Alice Vieira escreve eu já sabia. Não sabia era que essa idiotice que hoje paira no mundo do 'politicamente correto' tivesse chegado aos livros de Enid Blyton, levando as editoras a alterar certas palavras nos seus livros - é o que faz a atual detentora dos direitos de publicação, a Hachette. 
Da mesma tentativa de censura, foram vítimas clássicos como A cabana do Pai Tomás, de Harriet  Beecher Stowe - uma abolicionista, cujo livro fez mais pela abolição da escravatura que mil discursos  -, e Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, já aqui referido no Prosimetron.
É verdade que os personagens dos livros de Enid Blyton vivem e agem num quotidiano que não tinha muito a ver com a Inglaterra de então, mas era a época e a verdade é que esses livros criaram o gosto pela leitura em muitas gerações. 
Os livros chegaram a estar banidos das escolas e das bibliotecas do Reino Unido, mas, «quando, em agosto de 2009, um estudo oficial revela que "um quarto dos rapazes e 15 por cento das raparigas tinham saído nesse ano da escola primária sem saber ler nem escrever corretamente", os livros de Enid regressam como poderoso auxiliar no combate à ileteracia.» (p. 174)
Não há uma biblioteca que tenha o nome de Enid Blyton, não há um museu, deixaram deitar abaixo as casas onde ela viveu. Estrambólico!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Livros a Oeste


Começou ontem e prolonga-se até 1 de Junho o Festival Livros a Oeste, no Centro Cultural Dr.Afonso Rodrigues Pereira, na Lourinhã. Vão estar presentes Alice Vieira, José Jorge Letria e Valter Hugo Mãe entre outros.
Mais info em : livrosaoeste.blogspot.pt

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Biografias e afins



O mais recente volume de Alice Vieira, também ela fascinada pelos Cinco, pela obra imensa ( mais de 700 títulos ) que continua a ser vendida num mundo já tão diferente, mas também pela personalidade da escritora inglesa tão desconhecida em certos aspectos como já aqui vários salientámos.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mini-livros - 8

Estes cinco livrinhos foram editados pelo IPLB, no Dia Mundial do Livro em 1994: As botas do sargento, de Vasco Graça Moura; Vitimas de uma história muito longa e imbricada, de Luísa Costa Gomes; O bicho da escrita, de Rui Zink; A mulher que sonhava, de José Luís Peixoto; e Canção de Outono, de Alice Vieira.
Cada um deles tem 16 p. e 11,5 cm de altura.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Frase da semana ( que passou )


A minha mãe nunca me deu um beijo, porque os beijos transmitiam micróbios.

- Alice Vieira


Conheço pessoas que têm esta fobia, e o nosso João Mattos e Silva tem histórias deliciosas de uma sua vizinha que limpava os corrimões do prédio e portas etc compulsivamente, mas quando são os nossos pais ou mães...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Novidades - 207


Provando a vitalidade ( inesgotável ? ) do romance histórico, aqui fica a estreia de Alice Vieira (1943-) nestas lides, com chancela da Caminho. Reproduzo a seguir a nota editorial : " Um romance histórico, baseado em factos reais, que nos conta sobre Fernão Nunes e uma sobrinha sua, Filipa Nunes, de Porto Santo, que, dizendo-se inspirados pelo Espírito Santo, se declaram profetas, sendo depois apelidados de herejes, presos e enviados para Évora. "

P.S. -A mais improvável entrada lusa no romance histórico fica para mais logo ou amanhã, e acho que ficarão tão surpreendidos como eu.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Hoje na Fnac Vasco da Gama

O novo romance do jornalista António Santos é lançado hoje, pelas 19h, na Fnac Vasco da Gama, com apresentação de Alice Vieira.

Da nota de imprensa: (...) A história decorre entre a Beira Baixa e Madrid, passando pelos mosteiros ortodoxos da Grécia e pelo deserto marroquino.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Novidades - 41 : O Tejo

Lançado ainda em Março pela Caminho, conta com 76 fotografias do fotógrafo brasileiro radicado em Portugal Neni Glock, que documentam as mudanças sofridas pelas zonas ribeirinhas da margem direita do rio Tejo ao longo da última década. As fotografias são acompanhadas por textos de Alice Vieira.