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sábado, 18 de maio de 2024

Livros de cozinha - 147

London: British Museum, cop. 1987

Neste livro de receitas são recriadas mais de 100 receitas de culturas antigas, como um grande banquete romano e o exótico Kukuye Sabsi da antiga Pérsia. Da Grécia clássica vem o cheesecake de mel e da Inglaterra georgiana, as uvas da Sra. Raffald conservadas em brandy.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

O Museu Britânico

A nossa vinheta felicita o museu Britânico que abriu a 15 de janeiro de 1759. 

A sua fundação foi aprovada por Jorge II em 1753 (267 anos). 
Consta que foi o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo.


II Great Court, parte nova do museu que acolhe os seus visitantes


O museu Britânico teve a sua sede em Montagu House, em Bloomsbury. O palácio foi demolido para dar lugar a novas instalações na década de 1840


Para a MR, associando-me aos "Tesouros da Alma"
Sala de leitura do Museu Britânico situada na Queen Elizabeth II Great Court


terça-feira, 24 de setembro de 2019

Luxo. Dos assírios a Alexandro Magno

Frasco para aceite perfumado. Tajiquistão, 500-400 a.C. 
Colar. Tharros (Itália), 700-600 a.C. 
Vidro, Roma (Itália), 175-75 a.C. 

Mais de 200 objetos dos antigos impérios assírio, babilónico, fenício e persa, procedentes do British Museum, podem ser vistos na CaixaForum Madrid até 12 de janeiro.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um quadro por dia - 220

Edward Calvert ( 1799-1883 ), Pan and Pitys, 1850, desenho, British Museum, Londres.

A génese de todas as pythiographias.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Novidades - 169 : Os 100 objectos


Quem visitou o British Museum nos últimos anos deu certamente conta de uma edição em folhetos dos 100 objectos emblemáticos do Museu, que eram simultaneamente uma história do mundo. Esses objectos foram tratados em programas radiofónicos na BBC Radio, com enorme sucesso, divulgados na Internet e foram finalmente recolhidos em livro da autoria de Neil MacGregor, o dinâmico director do museu. Livro este que já vendeu em dois meses 150.000 exemplares...
Aqui fica um vídeo da revelação do centésimo objecto, um carregador de telemóvel à base de energia solar.



P.S.- E lembro-me que, tal como eu, outros prosimetronistas também foram guardando estes bem elaborados folhetos.

domingo, 28 de março de 2010

Da Alma...II

The Reunion of the Soul & the Body, 1808

British Museum, London

ART. 111 - No desejo

Finalmente, os primeiros desejos que a alma deve ter tido quando se juntou ao corpo consistiam em receber as cousas que lhe eram úteis e em repelir as nocivas. E foi para conseguir esse mesmo resultado que os espíritos começaram desde então a mover todos os músculos e todos os órgãos dos sentidos das diferentes maneiras por que devem ser movidos. Por isso agora, quando a alma deseja alguma cousa, todo o corpo se torna mais ágil e mais disposto a mover-se do que quando nada deseja. E, quando além disso, acontece estar o corpo assim disposto, isso torna os desejos da alma mais fortes e mais ardentes.

Descartes, Discurso do Método. & As Paixões da Alma, Lisboa: Sá da Costa, 2008, p. 137.

Se o desejo é o que afirma Descartes, então, a minha alma deseja um bom Domingo e que o Sol se afirme de vez...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Auto-retrato(s) - 47

Courbet é um dos pintores que mais se retratou, já que se conhecem cerca de 20 auto-retratos. Este, de 1852, que está no British Museum deve ser o mais "sereno" de todos.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Peixes - 1


Prato com peixes. Campânia, 350-300 a.C.
Londres, Museu Britânico


Prato com peixes, Apúlia, 340-320 a.C.
Londres, Museu Britânico

O signo Peixes, representado neste blogue, começa hoje, ou começou ontem?

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Para os viajantes!

Para além da Pedra de Rosetta, esta foi uma das peças do Museu Britânico que mais me encantou:
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A Rainha da Noite
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Existe um livro de bolso que conta a sua história, deixo aqui a sugestão.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Lá fora - 58 : Montezuma em Londres


Em 1502, o príncipe Montezuma, de 34 anos, é escolhido para suceder ao seu tio, o imperador Ahuitzotl, tanto pelos seus feitos guerreiros como pelo conhecimento que tem dos ritos sagrados. Depois de lhe serem cortados os cabelos e receber o manto real e um diadema em ouro, é o próprio que se escarifica e oferece o seu sangue aos deusespara que estes continuem a protegê-lo e ao seu povo. Torna-se então Montezuma II, huey tlatoani, deus e soberano dos aztecas ( embora eles se chamem a si próprios mexicas ). A primeira decisão do novo monarca foi guerrear contra povos vizinhos rebeldes, sendo que os prisioneiros acabaram sacrificados em honra do novo imperador.
O reinado de Montezuma decorreu mais ou menos como os anteriores até ao dia 21 de Abril de 1519, data da chegada de Hernán Cortés à futura Veracruz, acompanhado de 45o soldados, cavalos e armas de fogo. Meses passam até que o chefe espanhol e o soberano azteca finalmente se encontram pessoalmente a 8 de Novembro de 1519, tendo o espanhol já reforçado as suas hostes com vassalos rebeldes a Montezuma. O resto da história já o conhecemos, tendo ela terminado concretamente para Montezuma II a 27 de Junho de 1520, quando ele já mero rei fantoche dos espanhóis se mostra a uma varanda do palácio para acalmar a multidão e é atingido com três pedras na cabeça, morrendo dos ferimentos três dias depois.
Quanto à exposição que está patente no British Museum, ela reúne em torno da narrativa biográfica de Montezuma objectos sagrados, parte do tesouro azteca e iconografia colonial provenientes de museus europeus e mexicanos.
- Moctezuma Aztec Ruler, British Museum , Londres, até 24 de Janeiro.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Um centro de mesa original no Museu Britânico!

Deliciei-me com esta peça que é um centro de mesa com autómato. A peça executada por Hans Schlottheim foi oferecida ao Museu Britânico, em 1866, por Octavius Morgan.
O galeão representado é de 1585 e serviu para anunciar os banquetes na corte britânica. No início ouvia-se uma música tocada por um órgão e o galeão começava a deslizar sobre a mesa, quando parava: os canhões disparavam automáticamente iluminando a sala. O Galeão tem um relógio que pode ser visto na primeira fotografia. Não há dúvida que era uma bela forma de dar início a um banquete.

Pormenor do relógio e do navio (centro de mesa)

Peça vista de perfil


Pormenor das peças. Os canhões disparam ilumiando a sala

Pormenor do automatismo


As referências da peça foram tiradas das legendas que a acompanham.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A presença dos Portugueses no Museu Britânico!

Quando descobri as moedas portuguesas de D. Manuel I e de D. João V senti orgulho dos homens que as levaram a todas as partes do Mundo.
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Moedas de D. Manuel I
Moedas de D. João V
OS LUSÍADAS
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CANTO PRIMEIRO
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As Armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram;

(...)

Luís Vaz de Camões, Lusíadas, Lisboa: Edição da Imprensa Nacional de Lisboa, 1971

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Um Português no Museu Britânico

Numa ala do Museu Britânico, na sala Arte Nova dei-me de caras com um português que admiro muito: Rafael Bordalo Pinheiro.
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Três azulejos: 1. borboletas e espiga 2. gafanhotos e espigas
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Painel com nenúfar e rãs
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Sobressaem nestes painéis de azulejos a sua riqueza naturalista. Felicito quem possibilitou que esta Fábrica não fechasse as portas e desejo o sucesso que merece.

Arte Nova no Museu Britânico

Esta jarra estava numa sala consagrada a cerâmica e vidros Arte Nova. A sua origem é alemã. Ao vivo é mais bonita!


Solitário em vidro


domingo, 23 de agosto de 2009

No Museu Britânico: A barca...

O Museu Britânico foi o museu que mais gostei de visitar em Londres.
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Da morte e da vida...
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Barca Sagrada da rainha Mutemwia, 18º Dinastia,
cerca de 1400 a. C.
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A barca é uma passagem e é uma simbologia intemporal. Lembrei-me de colocar estas fotografias e este poema medieval para mostrar a importância do tempo, das memórias, da (H)história!
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Barcarola

Per ribeira do rio
vi remar o navio,
e sabor ei da ribeira.

Per ribeira do alto
vi remar o barco,
e sabor ei da ribeira.

Vi remar o navio;
i vai o meu amigo,
e sabor ei da ribeira.

Vi remar o barco;
i vai meu amado,
e sabor ei da ribeira.

I vai o meu amigo,
quer-me levar consigo,
e sabor ei da ribeira.

I vai o meu amado,
quer-me levar de grado,
e sabor ei da ribeira.

João Zorro (CV 753, CBN 1095) Cantigas de Amigo: Ciclo Afonsino.

Cantigas de Amigo in Poesia e Prosa Medievais, Selecção e introdução de Maria Ema Tarracha Ferreira, Lisboa(?): Verbo, 2006, p. 123-124.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Memória de Adriano no Museu Britânico

Adriano, Musei Capitolini, Roma


Abriu ontem no Museu Britânico, em Londres, uma exposição dedicada ao Imperador Romano Adriano (que o Luís, no encalce de Maquiavel, tinha já abordado num desafio aos leitores a 21 de Abril sobre os cinco grandes imperadores romanos).

Com um império que se estendeu por grande parte da Europa, do Norte de África e do Médio Oriente, Adriano governou de 117 a 138. Sob os motes "Life-Love-Legacy: Hadrian - Empire and Conflict", a exposição aborda os feitos militares, a paixão pela arquitectura (a ele se deve o Panteão, em Roma), a brutalidade da repressão enquanto governante e a vida pessoal. A exposição reune peças de 28 museus de todo o mundo e descobertas arqueológicas recentes.

O site do Museu Britânico apresenta vários vídeos sobre Adriano:

http://www.britishmuseum.org/whats_on/all_current_exhibitions/hadrian.aspx

A revista norte-americana "Time" terá um artigo sobre a exposição na próxima semana, sob o título "When Hadrian Ruled the World".

A exposição decorre até 26 de Outubro (uma boa razão para ir à Europa...).