Prosimetron
sábado, 18 de maio de 2024
Livros de cozinha - 147
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
O Museu Britânico

terça-feira, 24 de setembro de 2019
Luxo. Dos assírios a Alexandro Magno
sábado, 19 de janeiro de 2019
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Um quadro por dia - 220
A génese de todas as pythiographias.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Novidades - 169 : Os 100 objectos

P.S.- E lembro-me que, tal como eu, outros prosimetronistas também foram guardando estes bem elaborados folhetos.
domingo, 28 de março de 2010
Da Alma...II
British Museum, LondonART. 111 - No desejo
Finalmente, os primeiros desejos que a alma deve ter tido quando se juntou ao corpo consistiam em receber as cousas que lhe eram úteis e em repelir as nocivas. E foi para conseguir esse mesmo resultado que os espíritos começaram desde então a mover todos os músculos e todos os órgãos dos sentidos das diferentes maneiras por que devem ser movidos. Por isso agora, quando a alma deseja alguma cousa, todo o corpo se torna mais ágil e mais disposto a mover-se do que quando nada deseja. E, quando além disso, acontece estar o corpo assim disposto, isso torna os desejos da alma mais fortes e mais ardentes.
Descartes, Discurso do Método. & As Paixões da Alma, Lisboa: Sá da Costa, 2008, p. 137.
Se o desejo é o que afirma Descartes, então, a minha alma deseja um bom Domingo e que o Sol se afirme de vez...
quinta-feira, 18 de março de 2010
Auto-retrato(s) - 47
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Peixes - 1
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Para os viajantes!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Lá fora - 58 : Montezuma em Londres

Em 1502, o príncipe Montezuma, de 34 anos, é escolhido para suceder ao seu tio, o imperador Ahuitzotl, tanto pelos seus feitos guerreiros como pelo conhecimento que tem dos ritos sagrados. Depois de lhe serem cortados os cabelos e receber o manto real e um diadema em ouro, é o próprio que se escarifica e oferece o seu sangue aos deusespara que estes continuem a protegê-lo e ao seu povo. Torna-se então Montezuma II, huey tlatoani, deus e soberano dos aztecas ( embora eles se chamem a si próprios mexicas ). A primeira decisão do novo monarca foi guerrear contra povos vizinhos rebeldes, sendo que os prisioneiros acabaram sacrificados em honra do novo imperador.quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Um centro de mesa original no Museu Britânico!
Pormenor do relógio e do navio (centro de mesa)
Pormenor das peças. Os canhões disparam ilumiando a sala
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A presença dos Portugueses no Museu Britânico!
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram;
(...)
Luís Vaz de Camões, Lusíadas, Lisboa: Edição da Imprensa Nacional de Lisboa, 1971
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Um Português no Museu Britânico
Arte Nova no Museu Britânico
Solitário em vidro
domingo, 23 de agosto de 2009
No Museu Britânico: A barca...
A barca é uma passagem e é uma simbologia intemporal. Lembrei-me de colocar estas fotografias e este poema medieval para mostrar a importância do tempo, das memórias, da (H)história!
Per ribeira do rio
vi remar o navio,
e sabor ei da ribeira.
Per ribeira do alto
vi remar o barco,
e sabor ei da ribeira.
Vi remar o navio;
i vai o meu amigo,
e sabor ei da ribeira.
Vi remar o barco;
i vai meu amado,
e sabor ei da ribeira.
I vai o meu amigo,
quer-me levar consigo,
e sabor ei da ribeira.
I vai o meu amado,
quer-me levar de grado,
e sabor ei da ribeira.
João Zorro (CV 753, CBN 1095) Cantigas de Amigo: Ciclo Afonsino.
Cantigas de Amigo in Poesia e Prosa Medievais, Selecção e introdução de Maria Ema Tarracha Ferreira, Lisboa(?): Verbo, 2006, p. 123-124.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Memória de Adriano no Museu Britânico
Abriu ontem no Museu Britânico, em Londres, uma exposição dedicada ao Imperador Romano Adriano (que o Luís, no encalce de Maquiavel, tinha já abordado num desafio aos leitores a 21 de Abril sobre os cinco grandes imperadores romanos).
Com um império que se estendeu por grande parte da Europa, do Norte de África e do Médio Oriente, Adriano governou de 117 a 138. Sob os motes "Life-Love-Legacy: Hadrian - Empire and Conflict", a exposição aborda os feitos militares, a paixão pela arquitectura (a ele se deve o Panteão, em Roma), a brutalidade da repressão enquanto governante e a vida pessoal. A exposição reune peças de 28 museus de todo o mundo e descobertas arqueológicas recentes.
O site do Museu Britânico apresenta vários vídeos sobre Adriano:
http://www.britishmuseum.org/whats_on/all_current_exhibitions/hadrian.aspx
A revista norte-americana "Time" terá um artigo sobre a exposição na próxima semana, sob o título "When Hadrian Ruled the World".
A exposição decorre até 26 de Outubro (uma boa razão para ir à Europa...).









