Esta noite está-se a realizar um concerto de homenagem a António Variações em Belém.
Prosimetron
sábado, 29 de junho de 2019
sexta-feira, 28 de junho de 2019
A nossa vinheta
A última vinheta de Junho evoca os motins de Stonewall , ocorridos há 50 anos a partir do homonimo bar de Nova Iorque.
Quatro dias de luta pelas " pequenas liberdades " ( de tomar um copo onde se quer, de dançar com quem nos apetece , de beijar em público quem amamos ) , que deram início a um longo caminho até às " grandes liberdades " pelo mundo fora .
Quatro dias de luta pelas " pequenas liberdades " ( de tomar um copo onde se quer, de dançar com quem nos apetece , de beijar em público quem amamos ) , que deram início a um longo caminho até às " grandes liberdades " pelo mundo fora .
Marcadores de livros - 1375
Um marcador recortado.
Jean-Jacques Rousseau
Les Nabis et le décor
O movimento nabi (cujos membros são chamados os nabis) é um movimento artístico pós-impressionista de vanguarda, nascido à volta de uma controvérsia levantada pela pintura O talismã de Paul Sérusier (1888) e que se prolongou até ao início do século XX.
Nabi é uma palavra árabe que traduzimos por profeta, iluminado ou inspirado por Deus.
Sérusier - O talismã, 1888
Paris, Museu d'Orsay
Na exposição que se encontra no Musée du Luxembourg (Paris) até domingo, podem-se admirar obras de, entre outros, Édouard Vuillard, Pierre Bonnard, Maurice Denis, Paul-Élie Ranson, para além de, obviamente, Paul Sérusier.
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Marcadores de livros - 1374
Mais uns belos marcadores, há algum tempo em formato postal, da Impedimenta. Com um agradecimento à Luisa.
Leonardo da Vinci: A mind in motion
Está exposição, evocativa do 500.º aniversário da morte de Leonardo da Vinci e que se encontra até 8 de setembro na British Library, pretende mostra-nos o pensamento deste génio através de três dos seus cadernos.
Através de páginas com anotações manuscritas de Leonardo, desenhos e diagramas, prepare-se para explorar o funcionamento interno do seu pensamento e o fascínio que Leonardo tinha pelo movimento, que ele considerava como «a causa de toda a vida».
quarta-feira, 26 de junho de 2019
Quem quer comprar um palácio abandonado numa aldeia turca?
«Há uma localidade na Turquia que tem mais de 300 castelos abandonados ao estilo da Disney. A crise imobiliária e a recessão económica do país travaram a venda do complexo de palácios Burj al-Babas, localizado em Mudurnu. Agora é apenas uma cidade-fantasma com centenas de castelos inabitados.»
Incrível! Leia mais aqui.Para os amantes de Proust
Cem anos depois da atribuição do prémio Goncourt a À l’ombre des jeunes filles en fleurs, Le Monde dedica uma edição especial intitulada «Marcel Proust, à l’ombre de l’imaginaire», esclarecendo segundo dizem, a vida e obra do escritor que é venerado por muitos leitores.
A primeira edição de À l’ombre des jeunes filles en fleurs saiu em 23 de junho de 1919. Sabia, Mr. Vertigo?
terça-feira, 25 de junho de 2019
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Leituras no Metro - 1023
Marcadores de livros - 1371
Quatro marcadores da Imprenta Municipal de Madrid. Em cima os versos. Os dois primeiros têm o mesmo reverso, que se mostra em baixo:
domingo, 23 de junho de 2019
Convite para dois
Hoje está um bom dia para a Paula e o Rui Lima irem tomar um chá de menta (com ou sem açúcar) ao Café Mouro da Mesquita de Paris, acompanhado de uma baklawa, que aqui é deliciosa. (No geral, não sou apreciadora de doces árabes.)
Boa tarde!
sábado, 22 de junho de 2019
1969: A Crise Estudantil e a final da Taça
Há 50 anos chegam à final da Taça de Portugal as equipas do Benfica e da Académica. Os estudantes estavam em plena crise académica, que se iniciara a 17 de abril, com oito estudantes suspensos e alguns incorporados compulsivamente no serviço militar, como o jogador Artur Jorge da Académica que já não ode jogar a final da Taça, e que já tinha negociado a transferência para o Benfica.
Américo Tomás nem assistiu ao jogo não tivesse de entregar a Taça à Académica. E o jogo não foi, pela primeira e única vez, transmitido pela televisão. As únicas imagens existentes são as que se encontram no final deste post.
Leia aqui mais sobre o jogo.

Equipas do Benfica e da Académica
Equipa da Académica com as capas aos ombros, em sinal de luto. Dpois de ter jogado as meias finais vestindo branco com um fumo no braço, foi avisada que não poderia jogar a final com qualquer sinal de luto. Obtaram assim por levar as capas aos ombros.
Equipa da Académica com os jogadores identificados.
O público e as tarjas que passavam de mão em mão para a polícia não as conseguir agarrar.
Nesse dia entrei pela segunda vez num estádio de futebol; da primeira tenho uma vaguíssima ideia. Sou do Benfica, mas fui torcer pela Académica como muitos benfiquistas. E sentimos uma grande desilusão, uma grande tristeza, por o Benfica ter ganho nesse dia.
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Le Parisien
Le Parisien é um jornal diário parisiense, fundado em 22 de agosto de 1944, sob o título de Le Parisien libéré por Émilien Amaury. Foi originalmente lançado como órgão da Resistência francesa, durante a Ocupação da França pela Alemanha. O título do jornal foi alterado para Le Parisien em 1986.
Este jornal tem uns números especiais dedicados à história de Paris. Não conheço nenhum deles, mas os temas são interessantes. Não encontrei o n.º 1 nem sei do que trata. Em setembro sairá o n.º 9 intitulado «Le Paris des Trente Glorieuses».
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Ilustrações de Rabier
Já aqui falei da exposição das ilustrações Rabier para O romance da raposa de Aquilino Ribeiro, que pode ser visitada até 15 de setembro no Museu Bordalo Pinheiro, no Campo Grande (Lisboa).
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Berthe Morisot no Museu d'Orsay
Berthe Morisot - Em Inglaterra (Eugène Manet na Ilha de Wight), 1875
Para lá da janela, a pintora deve-se ter autorretratado e pintado a filha Jeanne Manet.
Figura maior do impressionismo, Berthe Morisot é ainda hoje menos conhecida que os seus amigos Monet, Degas ou Renoir. Ela foi, todavia, no seu tempo reconhecida como uma das artistas mais inovadoras do grupo.
A exposição, que abriu ontem no Museu d'Orsay e pode ser vista até 22 de setembro, traça o percurso de uma pintora que, ao invés dos costumes do seu tempo e do meio em que nasceu, se tornou uma figura essencial das vanguardas parisienses, desde finais dos anos de 1860 até á sua morte em 1895.
Berthe Morisot explorou temas da vida moderna, como a intimidade da vida burguesa, o gosto pelas viagens e pelos jardins, a importância da moda, o trabalho doméstico feminino, esboroando as fronteiras entre interior/exterior, privado/público, etc. Para ela a pintura devia esforçar-se por «fixar algo do que se passa». Assuntos modernos e rapidez de execução têm a ver com o tempo da representação, e a artista confronta-se com o efémero e a passagem do tempo. Os seus últimos trabalhos, caracterizados por uma expressividade e musicalidade novas, convidam a um diálogo, muitas vezes melancólico, entre as relações da arte e da vida.
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