Prosimetron

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quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Boa noite!

Dahmane El Harrachi (1926-1980).

Léon Cauvy (1874-1933)

Centenário da ocupação francesa da Argélia.

Porto de Argel
Barcos a saírem do porto de Argel
Embarquement au port d'Alger
Musée des Beaux-Arts de Narbonne
Les jardins de la villa Abd-El-Tif à Alger
Musée d'art de Toulon

Marcadores de livros - 3165

Versos e reversos de quatro marcadores da British Library.

Amanhã é o Dia Mundial do Animal.
Para Justa.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Boa noite!


Parabéns JAD!

Parabéns mil!

https://suites.luzeiroshoteis.com/visitar-lisboa/gastronomia/10-restaurantes-a-visitar-em-lisboa-5-de-luxo-e-5-mais-cool/

 Votos de um feliz jantar! :))

Cozinha é cultura, cozinhar é cuidar. No Belcanto cada prato tem uma história para contar, José Avilez

https://www.belcanto.pt/wp-content/uploads/2023/07/Belcanto_Menu_QRCode.pdf

Marcadores de livros - 3163



Caixa do correio - 254

Aznavour faleceu no Dia Mundial da Música.

Com agradecimentos a Maria Luisa e Ph.

Marcadores de livros - 3162

No Dia do Café.

Verso e reverso.



Para o Jad.

Parabéns, Jad!



Tem um dia feliz!

domingo, 29 de setembro de 2024

Boa noite!


Marcadores de livros - 3160



A primeira tira de Mafalda de Quino foi publicada no hebdomadário Primera Plana em 29 de setembro de 1964, apresentando somente as personagens da Mafalda e seus pais. Filipe apareceu em janeiro de 1965. O Manelinho não sei; a seguir à Mafalda, ele e Susana são os personagens de que mais gosto.
Com um agradecimento a Pini.
Mais marcadores da Mafalda aqui e aqui.
 
Mais dois marcadores da ed. Iguana:


Com um agradecimento ao Pini. E para todos os amantes da Mafalda.

Marcadores de livros - 3159

Caravaggio - Salomé com a cabeça de Batista, ca 1607
Madrid, Galeria das Coleções Reais

Um duo: marcador e postal. Em baixo a pintura, já que o postal não a reproduz na totalidade: aqui fica ela:

sábado, 28 de setembro de 2024

Boa noite!

«Talvez Jesus não seja o meu Salvador pessoal, mas O Messias mudou verdadeiramente a minha vida. A primeira vez que o ouvi, provavelmente num concerto de Natal, eu estava no liceu e foi representado ao estilo dos anos 60: com uma orquestra composta por centenas de músicos, pelo menos foi o que me pareceu, e um coro ainda mai imponente. Foi a minha primeira experiência de música barroca vocal e pensei que a terra se tina aberto sob os meus pés, ou que tinha sido projetada para o espaço, porque descobri ali um novo mundo musical.» 
Donna Leon - Une promesse d'aventure. Paris: Calmann-Lévy, 2023, p, 61


O Messias de Händel é a oratória que eu mais tenho ouvido. Quando a vejo num programa e consigo bilhetes vou. Não é fácil conseguir bilhetes porque me parece que é uma das peças mais amadas. E não tem nada a ver com religião, como Donna Leon diz. Aliás, eu que sou agnóstica, gosto bastante de música religiosa. E este Messias é divinal.

Leituras no Metro - 2940

Paris: Calmann-Lévy, 2023

Estou a ler as memórias de Donna Leon, que faz hoje 82 anos. Não posso dizer que até agora sejam muito empolgantes. Fala da infância e juventude, de como a mãe, uma grande leitora, lhe passou o gosto pela leitura; dos quatro anos que passou no Irão (onde assistiu à Revolução), na China e na Arábia Saudita, como professora. Neste país, onde permaneceu nove meses, imaginou um jogo estilo Monopólio, «$audiopoly», a que dedica um capítulo. Um jogo delirante para se entreter com amigos.
Destes países com ditaduras, precisava de 'ar fresco' e rumou a Itália, onde viveu muitos anos. 
Donna Leon descreve a emoção que teve a primeira vez que assistiu a uma ópera, Tosca: «Essas três horas mudaram a minha vida. Eu sei que isto pode parecer melodramático, mas é verdade. Foquei viciada e fui muitas vezes ouvir, nos vinte anos seguintes, os grandes cantores da minha época: Scotto, Pavarotti, Caballé, Domingo, Price, Sills, Olivero (sim, Magda Olivero - v-a nos seus primórdios no Met, com 65 anos. No papel de Tosca.) Sem esquecer Nilsson, Di Stefano, Del Monaco, Corelli, Gobbi, Christoff.
«De certa forma, esses anos provocaram a minha ruiana porque faço agora parte desses velhotes que, quando ouvem os grandes cantores contemporâneos, murmuram coisas polidas como "Sim, sim, claro", mas lembro-me como as pessoas vibravam quando ouviam Nilsson cantar Turandot e como estavam no sétimo céu quando Leontyne Price cantava espirituais.
«Ou quando Zinka Milanov cantava Tosca.» (p. 58-59)


Marcadores de livros - 3158


Versos e reversos.

Ver mais marcadores de livros de Donna Leon (que faz hoje 82 anos) aqui e aqui.
Para Justa.