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domingo, 5 de janeiro de 2025

Marcadores de livros - 3265

A BnF (François Mitterrand) foi inaugurada há 31 anos.

Jean Fouquet - «Couronnement de Louis VI le Gros». Iluminura de Grandes Chroniques de France, ca 1455-1460

«Harmonie d'automne du vent et de la lune». 
Pìntura il. o romance Xixiangji. Dinastia Qing, 1846

Gustave Doré - L'éducation d'Arthur
Grav. a partir de des. de Alfred Tennyson.
Il. para livro ed. pela Hachette, 1869.


sábado, 29 de março de 2014

Gustave Doré (1832-1883). L'imaginaire au pouvoir

 
Gustave Doré - Entre ciel et terre, 1862
Óleo sobre tela 
 © Musée d'Art et d'Histoire, Belfort, France

Esta exposição pode ser vista até 11 de maio, no Museu d'Orsay:
http://www.musee-orsay.fr/fr/evenements/expositions/au-musee-dorsay/presentation-detaillee/article/gustave-dore-37172.html?tx_ttnews%5BbackPid%5D=254&cHash=c57f7254f4

terça-feira, 2 de abril de 2013

Literatura Infantil

Ficheiro:Dore ridinghood.jpg
Gravura* de Gustavo Doré,
Capuchinho Vermelho (wikipedia)


- Avozinha porque tem os olhos tão grandes? 
-São para te ver melhor 
- Porque tem orelhas tão grandes? 
- São para te ouvir melhor. - E porque tem uma boca tão grande? 
- É para te comer!

Não é uma transcrição da história de Charles Perrault ou da versão dos irmãos Grimm. São as memórias de infância para comemorar o Dia Internacional do Livro Infantil.


Em partilha com MR.
A história do Capuchinho Vermelho não era a favorita. A eleita era e é Alice no País das Maravilhas.

* Modificado às 17:28 h.

domingo, 15 de abril de 2012

Resposta ao desafio do Luís - alguns dos livros que recebi

Escolher entre os livros que recebi e me tocaram é uma tarefa difícil, não caberiam nesta postagem. Assim, comecei com A Princesinha, de Frances Burnett, uma oferta do meu pai.


O Pequeno Lord, de Frances Burnett, uma oferta da minha mãe que fez as minhas delícias. Li muitos outros desta colecção. Destaco Os Desastres de Sofia da Condessa de Ségur que também foi dado pela mãe.




A Princesa dos Sete Castelos, de Fernanda de Castro, foi um presente da tia que também deu O Principezinho de Saint-Exupéry. Obviamente gostei mais deste do que os outros até aqui referenciados. Optei por não colocar a imagem.





A Divina Comédia, traduzida por Vasco Graça Moura com desenhos do Pomar, foi uma dádiva do amigo que partilho há mais anos.


O Livro do Desassossego foi-me oferecido pelo mesmo amigo.



A Bíblia ilustrada por Gustave Doré foi um livro oferecido por um amigo mais recente.




Há tantos outros que poderiam estar aqui digo só mais um A Montanha Mágica. Vou parar... (Imagens retiradas do google)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Coffee Heaven, é mesmo do céu!

A gula é um dos sete pecados capitais. Em Budapeste a pastelaria é sublime convida a pecar. Lembrei-me de Gustave Doré e do Coffee Heaven. Um pouco contraditório mas sabe tão bem!
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Bom dia!
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Gustave Doré, Gargantua. Inspirado na obra de Rabelais Fotografia roubada na net

Coffee Heaven pertence a uma cadeia de cafés, não tem o carisma dos cafés históricos mas tem uma boa pastelaria e um chocolate fabuloso. Este fica junto à Praça Ferenciek.

Café Heaven, Budapeste, Hungria.

Alguns dos melhores bolos estão nesta fotografia.


domingo, 16 de maio de 2010

Charles Perrault

Um dos mais afamados escritores de contos infantis, adaptados da tradição popular, morreu em Paris a 16 de Maio de 1703. Tinha nascido, na mesma cidade, em 12 de Janeiro de 1628.

Ma Mère l'Oye (1697), numa edição ilustrada por Gustave Doré (1861).

Este livro inclui os contos: «La Belle au Bois Dormant », «Le Petit Chaperon Rouge», «Barbe Bleue», «Le Chat Botté», «Les Fées», «Cendrillon ou la petite pantoufle de vair», «Riquet à la houppe» e «Le Petit Poucet».



«Ma mère-grand, que vous avez de grandes jambes? C’est pour mieux courir, mon enfant. Ma mère-grand, que vous avez de grandes oreilles? C’est pour mieux écouter, mon enfant. Ma mère-grand, que vous avez de grands yeux ? C’est pour mieux voir, mon enfant. Ma mère-grand, que vous avez de grandes dents. C’est pour te manger. Et en disant ces mots, ce méchant Loup se jeta sur le Petit Chaperon rouge, et la mangea.»

Com um agradecimento ao Jad, que me soprou esta efeméride por e-mail.
Amanhã talvez saia qualquer coisa sobre Perrault em Portugal.

sábado, 15 de maio de 2010

O Corvo - The Raven!

Hoje ofereceram-me O Corvo, poema magnífico do Edgar Allan Poe, e, embora, já tenha umas três edições deste poema, esta edição é a mais bela de todas. As ilustrações são de Gustave Doré realizadas num período de profunda depressão que terminaria com a sua morte prematura. O facto de ser o último trabalho de Doré é para mim também especial. Obrigada!
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Desenho de Gustave Doré, gravador: H.Claudius
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Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,

Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,

E já quase adormecia, ouvi o que parecia

Osom de alguém que batia levemente a meus umbrais.

"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.

É só isso e nada mais."

x ((...) 1ª estrofe

Desenho de Gustave Doré, gravador: R. A. Muller

Retirada da Wikipedia

Edgar Allan Poe, O Corvo (ed. trilingue português/inglês/espanhol; trad. Fernando Pessoa), Póvoa de Varzim: Editor Manuel Caldas, 2009, p. 8, 15 e 19

sábado, 12 de dezembro de 2009

Idiomas - traduzir ou não traduzir, eis a questão

La confusion des langues, Gustave Doré, 1865

Li com interesse os comentários anónimos a um artigo recente que fiz sobre uma visita a Nova Iorque que, entre outras coisas, criticavam o uso do idioma inglês nos títulos (presumo que em prol do português). A imagem que me surgiu foi a da tradução dos nomes; realmente, utilizamos "Isabel II" para designar a monarca britânica, ou "Bento XVI" para o actual Papa -- por estar a olhar para a capa de um DVD, surgiu-me no espírito o nome Isabel Alfayate (Elizabeth Taylor), derivando por sua vez para as referências que tinha feito.

Deliciado, e com o auxílio do Babelfish, apercebi-me que tinha visto a peça "Aldeola" ("Hamlet"), de Guilherme Shakespeare (Sacode-a-Lança?), interpretado pelo actor Judeu Lei (Jude Law), seguida de "Uma Chuva Constante" ("A Steady Rain"), com Daniel Penhasco e Hugo Homemmarinheiro (Hugh Jackman); "Ao Lado do Normal" ("Next to Normal"), com Alice Ripley (tenham paciência) e Araão Tveit (uma pequena aldeia na Noruega, infelizmente não conheço a tradução para português e mantive o original); e "Uma Pequena Música da Noite" ("A Little Night Music"), de Estêvão Sondheim (outra vez, uma pequena localidade -- desta vez, na Baviera, na Alemanha), com Angela Lansbury e Catarina Zeta-Joanina (uma liberdade -- Jones deriva de John, o João inglês).

O momento de maior indecisão (transcrever ou não transcrever era a questão) prendeu-se com "Aldeola". Creio que o Babelfish não esteve à altura e deveria ter sido "Telmo". Passo a explicar: "Hamlet" era o nome do príncipe, cujo anagrama é "Thelma". Ora "Thelma" já se traduz muito facilmente por Telma, sendo que a versão masculina é Telmo. Nesse caso, vi a peça "Telmo", na mesma com Judeu Lei.

Também hesitei com "Uma Pequena Música da Noite"; não seria "Um Pouco de Música Nocturna" (e com ou sem 'c')? Parece no entanto que ainda ninguém se deu ao trabalho de traduzir a obra do Estêvão Josué Sondheim (pois), o que é maçador, pelo que deixo ficar a referência do Babelfish.

No cinema, "A Princesa e o Sapo" ("The Princess and the Frog") e "Preciosa - Baseado no Romance "Empurrão" por Safira" ("Precious - Based on the novel "Push" by Saphire") também foram alvo de referência.

Quanto à visita ao MoMA, dei por mim no MdAM (pode ler-se Madame, mas não aconselho), a ver uma exposição sobre Timóteo Burton (voltando às terrinhas, esta era de Leicestershire, em Inglaterra; Claro que agora teria que mais apropriadamente referir-me a que era do Condado de Leicester, sendo que também, para minha pena, ignoro a sua tradução para português); vi os "Lírios de Água" de Cláudio Monet e uma retrospectiva da "Casa do Edifício".

Por fim, relativamente ao comentário que começa "isto o que é lá de fora é que bom", considero-o uma extrapolação curiosa (e visionária, que aprecio), dado que no artigo em questão me limitei a elencar as obras sem oferecer opinião (que pode ser consultada nos artigos subsequentes).

Tudo isto sendo dito, o que me mantém mesmerizado é o nome de Isabel Alfayate (obrigado, Peixe de Babel).

PS - A ilustração poderia estar legendada como "A Confusão dos Idiomas", por Gustavo Dourado, 1865

sábado, 24 de outubro de 2009

Criação de Eva!

Gustave Doré, Criação de Eva


15 Iavé Deus tomou o homem e pô-lo no jardim do Éden para o cultivar e guardar.
16 E Iavé Deus ordenou ao homem: «Podes comer de todas as árvores do jardim. 17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque, no dia em que dela comeres, ficarás sujeito à morte»
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxGénesis, capítulo 2, 15-17.
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Gustave Doré, A Bíblia, 230 ilustrações de Gustave com excertos do Antigo e do Novo Testamento, Lisboa: Publicações Europa-América,, sd., p. 11-12.

domingo, 12 de julho de 2009

Dante: A Divina Comédia ilustração de Gustave Doré

No seguimento de um comentário lembrei-me de colocar algumas ilustrações de Paul Gustave Doré que foi um importante desenhador francês, ilustrador de muitos livros no século XIX, graças à sua imaginação. Doré também pintou algumas telas que se encontram no Museu d'Orsay. As litogravuras abaixo são da Divina Comédia de Dante.
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Gustav Doré: A DIVINA COMÉDIA
O purgatório

Ilustração do Canto XXIII: o Inferno

A Divina Comédia Canto V, O Inferno
O Limbo dos Poetas
Neste site http://dore.artpassions.net/ poderá ver ilustrações mais bonitas!