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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

José Maria do Espírito Santo Silva

Faleceu há 100 anos o primeiro banqueiro Espírito Santo. O que ele não imaginaria é que 100 anos depois o banco estaria falido, dividido em dois com os maravilhosos nomes de Novo Banco e Banco Mau.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Humor pela manhã


Na verdade, o meu sorriso é amarelo porque será difícil aparecer comprador para o BANIF e os 145 milhões de prejuízos do Montepio em 2015 não são bom sinal ...

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

30 anos


Passam hoje sobre o aparecimento das primeiras caixas multibanco em Portugal . Eram nove, só em Lisboa e Porto, e a primeira no então BNU do Rossio. Actualmente, são 13 000 e já não passamos sem elas ...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Citações



(...) Quando falamos de corrupção e de negócios de extração de valor, falamos de foras da lei e de foras da ética. Poucas pessoas repararam mas três banqueiros foram forçados pelo Banco de Portugal a deixar de o ser : António Guerreiro, Luísa Antas e Pedro Santos foram acusados de coisa comparável ao caso BPP, prática dolosa de falsificação de contabilidade, inobservância de regras contabilísticas e prestação de informação falsa, depois de terem escondido prejuízos do Banco Finantia em offshores. Credo!
Portugal não é só isto e um dia há de deixar de ser sobretudo isto. Nesse dia voltaremos a enumerar os bandidos em vez de listarmos os sérios. Aqui, toda a gente pode atirar a primeira pedra. Debaixo dela encontrará o que não queria ver. E, no entanto, quase sempre é quem esperávamos ver.

- Pedro Santos Guerreiro, no Expresso do passado Sábado.

Humor pela manhã


A principal revelação da maratona parlamentar de ontem .

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Citações



(...) Por este andar, um dia destes, o governador do Banco de Portugal vai ser acusado de ser responsável por tudo o que se passou, sendo que já ninguém sabe muito bem o que se passou. Pois bem, é preciso recordar que há centenas, ou mesmo milhares, de portugueses que confiaram na família Espírito Santo e vão perder tudo ou quase tudo. E não foi só cá. Foi na Suiça, no Luxemburgo, noutras praças financeiras onde, ao que conste, o Banco de Portugal não tem qualquer poder.
É isto que está em causa. É esta a essência do chamado " caso BES ". Alguém andou a enganar milhares de portugueses. Alguém se apropriou e esbanjou dinheiro que não era seu, violando as mais elementares regras da actividade fiduciária, que, como o nome indica, é baseada na confiança. De confiança nas instituições e nas pessoas que as dirigem. É preciso não esquecer isto, pois é aqui que está a origem de tudo o que se passou a seguir. E isso não pode ficar impune.
Segundo o Dr.Mário Soares, o país ( leia-se : o Governo ) vai tremer quando Ricardo Salgado falar. O desejo do antigo Presidente da República deve ser satisfeito. Fale Dr.Ricardo Salgado, fale depressa. O país do Dr.Mário Soares precisa de um abalo telúrico!

- Luís Marques, no Expresso do passado Sábado.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Biografias e afins


Há muito tempo que não se via uma biografia ter tanta publicidade gratuita ... Por acaso, é merecida. Ainda só li uma parte, e até a emprestei hoje, mas lê-se com agrado.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O mal de uns ...



Números



120 000 000 

de euros - A quantia paga pelos bancos, anualmente, para influenciarem as decisões da União Europeia, em Bruxelas, utilizando para tal os serviços de 1700  lobistas profissionais.




Citações



(...) O caso BES é também o fim de um dogma . Para aqueles que acham que tudo o que é público é mau e tudo o que é privado é bom eis mais um exemplo a recomendar que a vida não seja olhada apenas a preto e branco. Há bons exemplos no público e no privado. Como há más experiências no setor privado e no setor público. O caminho não é endeusar uns e infernizar os outros. A solução é valorizar o mérito e censurar a má gestão. Independentemente de um morar no público e a outra no privado. Ou vice-versa.

O BES foi, nos últimos anos, um caso de promiscuidade entre a política e os negócios. É um vício muito nosso. Os empresários, em regra, adoram abraçar os governos e estes, por norma, não se cansam de querem influenciar os empresários. O sucesso da sociedade, porém, está nos antípodas deste exemplo. É preciso mudar de vida . À política o que é da política, aos negócios o que é dos negócios. Sem paternalismos doentios e sem cumplicidades obsessivas, Com uma regulação forte e eficaz . Como, felizmente, começa a suceder. (...)

- Luís Marques Mendes, na Visão desta semana .

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Um quadro por dia



Castelo de cartas, do britânico Stanley Cursiter ( 1887-1976 ).

Em homenagem aos génios da banca, às dinastias financeiras, aos reguladores e supervisores, aos auditores, etc. A todos os que nos têm proporcionado intermináveis surpresas de há uns anos para cá ...

terça-feira, 24 de junho de 2014

Citações



(...) Ricardo Salgado recolhe no banco mas não terá descanso : falta resolver os problemas graves no GES . Os credores estão à soleira, as autoridades investigam. Salgado já foi bater à porta do Governo. Pediu crédito da Caixa e do BCP para o GES. E agora prepare-se para ler o maior elogio a Passos Coelho : por ter dito não. Consentir teria sido um escândalo, mas a coisa passaria, exactamente como passou o assalto ao BCP e à Caixa feito pelo governo PS. Passos resistiu à tentação de ficar com o Salgado e o BES a dever-lhe favores . É de homem. O país está a mudar. Ao menos essa alegria resta depois desta destruição. O GES não tem de ir à vida mas tem de fazer pela vida. Que se celebrem os sucessos e que caia o que tem de cair. Mas que isso seja coisa com acionistas e para credores. Connosco, não.

- Pedro Santos Guerreiro, no Expresso do passado Sábado.

E eu acrescento outro elogio : Carlos Costa não tem nada a ver com Vítor Constâncio. E ainda bem.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A outra abdicação ...

A notícia do dia : a saída de Ricardo Salgado da presidência do BES, 23 anos depois e por pressão do Banco de Portugal .

domingo, 25 de maio de 2014

Citações



(...) As auditorias dizem não ter encontrado indícios de benefícios pessoais de acionistas, gestores ou diretores. Machado da Cruz, o tal commissaire aux comptes do Luxemburgo, ou tramou ou foi tramado. Mas não pode ser bode expiatório de tantos erros. De tanta ruína.
Pela frente há três histórias. No BES, a sucessão. Na família, o poder. No GES, um prejuízo que alguém irá pagar. Não é apenas a ES International que está tecnicamente falida. É a própria família Espírito Santo : se hoje vendesse todos os seus ativos não receberia o suficiente para pagar tudo o que deve. Claro que quem dera a todos os portugueses estarem tão falidos quanto os membros da família. Mas assim abdica de um poder que era incontestado. Vai  ser preciso tempo. Dinheiro. Gestão profissional. E humildade.
Um pouco de vergonha também não faria mal. "

- Pedro Santos Guerreiro, no EXPRESSO.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Novidades

 - Foi apresentado ontem na FNAC Chiado, e transcrevo a nota do editor : " (...) os bastidores desta guerra de poder e revela-nos como alguns dos banqueiros, que marcaram a última década, aos comandos do sistema bancário nacional, estão agora acusados pela justiça. Alguns caíram em desgraça, outros lutam pela sobrevivência. "
- Mais uma obra de Irene Pimentel, com o rigor a que nos habituou. Tem apresentação hoje, na Fnac do Colombo, às 19h.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Números



Este é o ano em que o Barclays planeia despedir, pelo menos, 10 000 trabalhadores e ao mesmo tempo aumenta em 10%, quase 3 mil milhões de euros, os bónus de directores e administradores. Os paradoxos do capitalismo ...