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segunda-feira, 19 de agosto de 2019
terça-feira, 14 de maio de 2019
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
sábado, 10 de junho de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
sábado, 4 de março de 2017
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Números
243 000 000 000
243 mil milhões de euros , o valor da dívida pública portuguesa a 31 de Agosto de 2016, o valor mais alto alguma vez registado e a terceira maior dívida pública do mundo ... Bom número para lembrar em tempos de orçamento ... É um número brutal, e só os juros anuais que a República Portuguesa paga são também eles astronómicos ...
terça-feira, 24 de maio de 2016
Números
€ 60, 1 mil milhões
€ 49,8 mil milhões
Estes são os números mais recentes da nossa balança comercial, e apesar do crescimento dos últimos anos continuamos a ter um enorme saldo negativo entre o que importamos, o primeiro número, e o que exportamos, o segundo número .
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Números
213 645
O número de automóveis vendido em 2015 em Portugal, o que representa um aumento de 24 % face a 2014 . As marcas mais vendidas continuam a ser estas três, complementadas no segmento mais alto pela Mercedes e pela BMW .
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Citações
(...) Durante mais de quatro penosos anos, o Estado sugou a economia - não para pagar os custos da sua inadiável reforma, mas para poder continuar igual a sempre . Quando a crise rebentou, o Estado gastava 50 % de toda a riqueza produzida no país , hoje gasta 52 % . Como sempre aconteceu desde o século XVI, o Estado foi mais forte do que a nação . E eu, pessoalmente, não vejo nada de novo no horizonte, no ano e nos anos que aí vêm. Oxalá o petróleo continue ao preço impensável de menos de 40 euros, oxalá as taxas de juro para nos continuarmos a endividar permaneçam próximas do zero, oxalá o BCE continue a despejar dinheiro a rodos na economia . Assim, iremos sobreviver mais uns tempos . Mas, numa conjuntura económica externa tão favorável como nunca visto, não iremos, seguramente, aproveitar para arrumar a casa e começar a matar de vez os demónios de Alcácer-Quibir .
- Miguel Sousa Tavares, no Expresso da semana passada .
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Números
229, 1 mil milhões de euros
Esta quantia astronómica é a dívida pública portuguesa, em Agosto de 2015, mais 3,3 mil milhões de euros do que no final de 2014 .
Não podemos escondê-la, nem fazer de conta que não existe, e é por isso que fiquei estupefacto com certas promessas ouvidas ontem ...
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Números
Os de 2014 já são conhecidos e confirmam o crescimento do sector :
10, 4 mil milhões de euros de receita ( 1 milhão de euros por hora )
16,1 milhões de dormidas
1,1 milhões de passageiros de cruzeiros
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Números
45 900 000 000
Este grande número, quarenta e cinco mil e novecentos milhões de euros, corresponde ao valor estimado da economia paralela em Portugal em 2013, o valor mais alto de sempre e equivalente a quase 27% do PIB nacional.
E foi explicado por Óscar Afonso, vice-presidente do Observatório de Economia e Gestão de Fraude :
(...) Temos a economia ilegal, que aponta para tráfico de droga, armas e lavagem de dinheiro. Temos a subterrânea, oculta e não declarada, relacionada com fuga aos impostos e às contribuições para a segurança social, e que também pode passar por lavagem de dinheiro. Há ainda a economia informal, que tradicionalmente são os " biscates ", onde a motivação primeira não é a fuga aos impostos, mas sim uma forma de sobrevivência. Por último, temos o autoconsumo, aquilo que antes comprava e agora faço, por exemplo, dar explicações ao meu filho, ou o quintal que passei a cultivar.
( entrevista à Visão )
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Pensamento ( s )
(...) Estamos no grupo dos 30 ou 40 países mais ricos do mundo, com mais história, participação nas grandes evoluções, revoluções, movimentos. Mas atrás de nós existem 150 países nos quais nunca pensamos. Achamos que temos direito à ciência inglesa, à saúde sueca, aos salários holandeses e não temos nada disso ... Isto traduz-se na vida política, nas expectativas dos sindicatos, do patronato, das organizações, das empresas (...)
Fomos uma nação importante, demos novos mundos ao mundo, parecíamos uma grande potência mas na realidade nunca o fomos. É verdade que participamos no concerto das nações desenvolvidas, mas os portugueses fazem uma leitura muito narcisíca desse tempo, transpondo-o para o presente: " Já fomos grandes e agora ... " Este raciocínio tem consequências terríveis para a nossa vida quotidiana. É uma espécie de disfunção permanente.
(... ) A sociedade portuguesa não estava preparada para a crise económica porque viveu inebriada com o crédito fácil, o consumo fácil. Não percebeu que estava a ficar dependente. Mas pior que a dependência é a dívida. E quem tem dívidas que não pode pagar fica escravo.
- Excertos duma notável entrevista concedida por António Barreto ao Jornal de Letras de 1/14 de Outubro.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Números - 61
505
Entra hoje em vigor o novo valor do salário mínimo, com um acréscimo de € 20. Não é nenhuma fortuna, não é um grande aumento, mas resta-nos o consolo que há muitas prestações sociais e índices que por força da lei sofrerão aumento porque estão indexadas a este valor.
sábado, 30 de agosto de 2014
Frase da semana
Pensei que Salgado estava acima de qualquer suspeita e desiludiu-me.
Por um lado, até é de louvar a sinceridade das palavras de Miguel Beleza que contrastam com as daqueles que agora parece que tudo sabiam, desconfiavam de tudo etc, mas nunca fizeram nada ... Por outro lado, fico algo surpreendido com a aparente ingenuidade de alguém que teve tão altas responsabilidades nas Finanças e no Banco de Portugal .
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Citações
(...) Fez-nos mal um certo novo-riquismo?
O novo riquismo faz sempre mal, não é ? Mas a verdade é que as pessoas foram animadas a ter um nível de vida maior e é compreensível que tivessem querido viver melhor. Não foi um despesismo pecaminoso ou irresponsável, só pessoas sem personalidade ou ambição é que se conformam. A maioria não viveu acima das possibilidades. As possibilidades é que desapareceram. Isso custa, até psicologicamente. Há coisas que são analisadas com pouca memória. O que se diz em relação ao País é que houve um disparate de despesismo, culpabiliza-se a irresponsabilidade de sucessivos governos, mas ouço falar pouco do que foi a melhoria de condições de vida e a tentativa de aproximar o litoral do interior. Foi espetacular! Fala-se do betão, das autoestradas e tal, mas as pessoas passaram a comunicar de uma forma completamente diferente. Sinto isso na pele. Quando estive a trabalhar em Pedras Salgadas fiz em hora e meia o que dantes fazia em quatro horas. Não falando no que foi a criação de escolas, universidades, hospitais, centros culturais, museus, etc. Foi espetacular! O primeiro sentimento é de orgulho no que aconteceu. Houve erros e há resquícios disso, mas em 40 anos de democracia deu-se uma transformação maravilhosa do País.
- Excerto da entrevista a Siza Vieira, publicada na Visão da semana passada.
Concordo na generalidade com o que diz Siza, mas a verdade é que como pude verificar recentemente algumas das autoestradas que são tão úteis para nos fazer chegar depressa onde queremos têm escasso tráfego, já para não falar de disparates ainda mais dispendiosos, e difíceis de resolver, como o aeroporto fantasma de Beja ...
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Biografias e afins
Há muito tempo que não se via uma biografia ter tanta publicidade gratuita ... Por acaso, é merecida. Ainda só li uma parte, e até a emprestei hoje, mas lê-se com agrado.
sábado, 19 de julho de 2014
Números
670
O número de " vistos dourados " concedidos em Portugal a cidadãos estrangeiros de Janeiro a Junho deste ano. Correspondem estas autorizações de residência a um investimento de 417 milhões de euros.
Um excelente negócio para advogados, imobiliárias, e para o Estado claro. E ainda há o retorno indirecto : na restauração, no comércio de luxo, no ensino privado para os filhos etc.
Um dos melhores negócios dos últimos anos ...
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Citações
Causou aparente surpresa a afirmação, por parte do presidente do grupo de trabalho criado pelo Governo para combater a quebra de natalidade, que há empresas que obrigam " as mulheres a assinar declarações de que não engravidarão nos próximos cinco ou seis anos ".
Aqui ficam mais umas surpresas : há empresas que pagam quatro ou cinco centenas de euros a jovens licenciados; há empresas que, no final dos estágios, propõem a manutenção dos postos de trabalho desde que os jovens aceitem reduções de vencimento que compensem o fim dos subsídios do Estado; há empresas onde a jornada de trabalho começa antes das 9 e termina depois das 22; há empresas que aumentam as responsabilidades dos seus trabalhadores sem acrescentarem remuneração; há empresas em que os trabalhadores são obrigados a rodar entre empresas dos mesmos sócios para evitar passá-los aos quadros. Por fim : há empresários que ainda querem mais flexibilidade e governantes dispostos a concedê-la.
- João Garcia, no Expresso do passado Sábado.
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