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sábado, 25 de março de 2017
Números
60
anos hoje sobre a assinatura dos dois Tratados de Roma em 1957, pela Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Itália e Luxemburgo.
Assim nascia a CEE ( Comunidade Económica Europeia ) e a Euratom ( Comunidade Europeia da Energia Atómica ), antecessoras da actual União Europeia, de 28 estados ( ou 27 ... ) e destino incerto ...
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Um quadro por dia
Pierre Bonnard, L' Enlèvement d' Europe, 1919, óleo sobre tela, Toledo Museum of Art, Ohio, EUA .
A pensar no referendo britânico, cujo desfecho é imprevisível nesta altura .
quarta-feira, 30 de março de 2016
Citações
(...) O dinheiro do petróleo que paga o terrorismo e a guerra é o dinheiro que paga as centenas de madrassas da Ásia Central e as mesquitas da Europa. No atoleiro, Putin resolveu meter a pata para afirmar a sua estatura internacional. Vários mortos mais tarde, Putin retirou a pata, sabendo que as areias daquele deserto são o inverno russo de Napoleão. Obama, através de John Kerry, tentou equilibrar as coisas, repartindo território e inimigos. Os americanos ficaram com o Daesh. E a Europa ? A Europa, para variar, não tem posição, porque a Alemanha não tem posição. A Líbia é uma terra sem lei, passível de ser capturada por extremistas, e o Afeganistão, depois da retirada das últimas tropas, voltará ao tribalismo nacionalista e à brutalidade que o caracterizam . A Turquia já não é o nosso aliado. Nós, Ocidente. E a NATO já não existe . Resta o Norte de África que se mantém estável devido a regimes absolutistas ou militares. E o futuro ? Negro. A desagregação do Médio Oriente vai aumentar, e mais cedo ou mais tarde alguém poderá lançar a mão sobre arsenais químicos. O Daesh, na sua formação tecnológica e virtual, é invencível. Só a autodesagregação o eliminará. Nos campos de refugiados, na degradação e na humilhação, novos radicalismos se formarão. Com outros nomes. A integração desta população de apátridas que só tem o Islão como pertença é impossível .A guerra está apenas a começar. Os assassinos no meio de nós esperarão a hora. E aprenderemos a viver com medo .
- Clara Ferreira Alves, no Expresso do passado Sábado .
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Pensamento ( s )
(...) Merkel, Hollande, Cameron são convencionais " nacionalistas moderados ", com agendas curtas e acanhadas, incapazes de construir uma nova e verdadeira escala política europeia, também para a Defesa e as Relações Exteriores. Uma escala europeia para podermos enfrentar os gigantescos desafios da regulação do capitalismo global, da segurança militar e da sustentabilidade ambiental . Sem um milagre improvável, a Europa que nos deixarão por herança será uma manta de retalhos, onde tudo será mais frágil e precário . Incluindo as liberdades, o pão e a justiça .
- Viriato Soromenho-Marques , na Visão .
quinta-feira, 9 de julho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
Citações
(...) Os que desejaram transformar a Rússia no inimigo ideológico, garantindo assim a coesão do mundo ocidental, da NATO, da União Europeia, viram a sua autoprofecia realizar-se . Queriam um inimigo, aí o têm. Queriam continuar a viver na Guerra Fria, ela está de volta.
Mas não tenhamos ilusões, a segurança europeia não é divisível e não haverá paz no continente europeu enquanto o Ocidente e a Rússia não se entenderem. Enquanto não chegarem a acordo sobre a arquitetura de segurança da Europa.
A União Europeia ajudou a destruir a URSS e pode até contribuir para o fim do regime de Putine se, entretanto, não se destruir a si própria. Mas a Rússia não vai sair de onde está.
- Luís Amado, na Visão .
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Humor pela manhã
Por ser ( mais ) um dia D para a Grécia, Eurozona e UE , e depois de um comentário alusivo de A.P.S.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Citações
(...) Um mês decisivo. A maior ameaça para a Europa não reside em Atenas, mas sim numa eventual reacção desproporcionada do governo de Berlim. Cabe à chanceler Merkel a escolha entre esmagar Atenas ou dialogar com Alexis Tsipras sobre a dívida e a austeridade, também no quadro de uma futura grande conferência europeia. Se escolher a força, poderá não só lançar a Grécia no caos, como desencadear uma reação em cadeia de proporções destrutivas incalculáveis sobre a Zona Euro e a União Europeia.
O destino bate à porta. Importa não lhe dar a resposta errada.
- Viriato Soromenho Marques, E agora, frau Merkel ?, na Visão desta semana.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Números
120 000 000
de euros - A quantia paga pelos bancos, anualmente, para influenciarem as decisões da União Europeia, em Bruxelas, utilizando para tal os serviços de 1700 lobistas profissionais.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Números
18, 5 mil milhões de euros
Uma notícia que passou muito despercebida, mas reveladora de que nem tudo vai mal na Velha Europa : A União Europeia ultrapassou em 2013 os EUA tornando-se o maior exportador mundial de produtos agrícolas e alimentares. O número que está acima é o excedente da balança agrícola.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Números
PS 8
Aliança Portugal 7
CDU 3
MPT 2
BE 1
A distribuição dos mandatos ao Parlamento Europeu atribuídos a Portugal. O MPT sempre conseguiu eleger um segundo deputado.
Aliança Portugal 7
CDU 3
MPT 2
BE 1
A distribuição dos mandatos ao Parlamento Europeu atribuídos a Portugal. O MPT sempre conseguiu eleger um segundo deputado.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
O rescaldo
A nível europeu, a subida da chamada extrema-direita, de França à Dinamarca, com o facto inédito do NPD alemão ( partido neonazi ) ter conseguido eleger pela primeira vez um eurodeputado. O equilíbrio de lugares entre os dois maiores partidos europeus, o PPE e o PSE, também augura dias complicados em Bruxelas e Estrasburgo para as eleições que se avizinham ( Presidente do Parlamento Europeu, Presidente da Comissão, Conselho Europeu ).
Em Portugal, Marinho Pinto, goste-se pouco ou muito, foi a figura do dia. Vamos ver se o estilo populista se se mantém em Bruxelas e, por outro lado, se surgem discípulos por cá. A abstenção foi recordista, mas sem o ser comparativamente com outros países, e sempre assombrada pelos muitos milhares ( centenas de ? ) de eleitores fantasma que inflacionam os cadernos eleitorais.
Em Portugal, Marinho Pinto, goste-se pouco ou muito, foi a figura do dia. Vamos ver se o estilo populista se se mantém em Bruxelas e, por outro lado, se surgem discípulos por cá. A abstenção foi recordista, mas sem o ser comparativamente com outros países, e sempre assombrada pelos muitos milhares ( centenas de ? ) de eleitores fantasma que inflacionam os cadernos eleitorais.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Citações
(...) O populismo dá votos, como deu aos ditadores do passado europeu, na primeira metade do século XX. Mas convém lembrar que leva igualmente ao desastre, como a história nos mostra. A nível externo, há os que pensam que uma Europa unida é uma ameaça para os seus interesses geoestratégicos e económicos. Não tenhamos ilusões, nem sejamos ingénuos. Quem vê a UE assim, quem olha para nós a partir do prisma do antagonismo e da competição negativa, tudo fará para tirar vantagem das vulnerabilidades atuais e sapar a unidade europeia. (...)
- Victor Ângelo, na Visão da semana passada.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Citações
(...) O fim da Guerra Fria provocou uma inquietação existencial que o compromisso de Maastricht procurou resolver, criando o euro, como contrapeso à reunificação alemã, e abrindo as fronteiras da União para garantir a estabilidade a Leste. Contudo, volvidos vinte anos, nem a crise do euro está resolvida nem as relações com a Rússia estão definidas. Se na crise da Ucrânia a Rússia pode funcionar como um " integrador externo", como aconteceu no passado, com a URSS, o euro, em sentido contrário, pode actuar como o " desintegrador interno ". É bom ter consciência do sarilho em que estamos metidos.
- Luís Amado, na VISÃO desta semana.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Citações
(...) Precipitar uma grave crise geopolítica em cima de uma crise financeira, económica e social, como a que temos, não é seguramente uma opção sensata. A União Europeia tem agido como se a Rússia vivesse ainda no tempo pós-soviético de Ieltsin. Ora Putine, como Merkel terá reconhecido, " vive noutro mundo ", no mundo pós ocidental que emerge da retracção geopolítica dos Estados Unidos. A Rússia trata de ocupar rapidamente o vazio, enquanto o pêndulo do poder americano se retrai. Depois da Geórgia e da Síria, era de esperar que testasse os limites desse vazio na Europa.
- Luís Amado, na VISÃO desta semana.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Citações
(...) Não nos iludamos, porém. Não será possível garantir a estabilidade da Ucrânia e preservar a sua unidade sem a colaboração da Rússia. Se a revolução ucraniana derivar para uma confrontação interna que precipite a secessão, independentemente do papel das suas forças armadas, uma incógnita, isso significaria que a UE e a Rússia entravam numa via de confrontação estratégica de consequências imprevisíveis. Para Putine, para a União Europeia e para o Ocidente.
- Luís Amado, na VISÃO .
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Humor pela manhã
Vem aí um novo " maná " de fundos europeus, que sejam bem aplicados é o que se espera desta vez. Menos alcatrão, de preferência ...
sábado, 24 de agosto de 2013
Citações
(...) Na verdade, a introdução do euro que, em teoria, deveria promover a rápida convergência das economias e a harmonização social no espaço da União Económica e Monetária, produziu, na última década, o efeito exatamente contrário. Acentuou as divergências de competitividade, os desequilíbrios macroeconómicos e a fragilidade das economias periféricas. De facto, criou mesmo uma divisão Norte-Sul dentro da zona euro, agravando tensões e ressentimentos que põem em causa o relativo equilíbrio geopolítico europeu. Se esta outra fronteira, que agora se insinua, se tornasse real, então tudo seria ainda muito mais difícil. Na Europa e no outro lado do Mediterrâneo.
- Luís Amado, na VISÃO desta semana, p.15.
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