Prosimetron

Prosimetron

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Boa noite!

Ao meio dia ...



... o museu sai à rua . Largo de São Carlos, Lisboa .

Números


528

euros , diz a DECO que é o gasto médio das famílias no regresso às aulas . É um filão para certas editoras ...

Biografias e afins


Como o subtítulo já deixa perceber, estes amigos são os livros . Mil páginas nesta edição da Robert Laffont onde Rouart fala das obras e dos autores que marcaram a sua vida .

Lá fora - 236







41 artistas da República Democrática do Congo numa mostra patente na Fondation Cartier, em Paris .

fondation.cartier.com

Humor pela manhã


Os hipermercados não são propriamente os locais onde melhor se arrumam os livros, mas às vezes tem graça ...

Pacotes de açúcar - 108

Parece-me que alguns destes pacotes já andaram por aqui e pelo Arpose. Agora setá a coleção completa.

Veneza

O texto Veneza saiu inicialmente, em 1881, em A Europa Pitoresca, publicação editada em Paris por Salomão Sáragga, amigo de Antero de Quental desde o tempo das Conferências Democráticas. O texto é uma tradução - de Venice, de Thomas George Bonney, e de Voyage en Italie, de Hippolyte Taine -, a que Antero juntou trechos de sua autoria. 
A presente edição, preparada e prefaciada por Andrea Ragusa, além da versão portuguesa realizada por Antero de Quental, contém ainda as ilustrações originais, e o texto inglês de Thomas George Bonney.

Marcadores de livros - 262

Verso e reverso.

Bom dia !







Ah euromilhões, que falta me fazes ! :)

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Os meus franceses - 419

Bases de copos - 38

Frente e verso de uma base de copo.

Não me importava de estar nesta cervejaria, na Normandia a beber uma cervejola. Queria dizer que estava em Gisors, que não conheço. E mesmo que conhecesse...

Onde me apetecia estar





Um festival musical numa cidade que não conheço, Toulouse, onde os concertos mais intimistas convivem com as orquestras sinfónicas e os concertos de jazz .

Piano aux Jacobins, até 30 de Setembro .

Um quadro por dia


 Ventura Moutinho ( 1903-1967 ) , Manchas de Outono, 1942, óleo sobre tela, Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea .

Mais um ...


... pontapé na gramática ...

Lá fora - 235






Prolongada até 26 de Outubro esta exposição patente no Museu de Belas Artes de Bordéus sobre as ligações entre a grande cidade girondina e Itália  durante 300 anos . A proximidade geográfica facilitava as viagens e as trocas, não só comerciais mais também artísticas .

Humor pela manhã



Bom dia !





O grupo dos irmãos La Baume . Boa semana !

Leituras no Metro - 224

Lisboa: Âncora, 2015

Nesta antologia, viajamos por Lisboa, da Ajuda à Almirante Reis e ao Bairro Alto até Alfama.


«Lisboa é a mão em concha. Vejam-lhe o recorte macio, o límpido volume das sombras, as teias reticulares de que as ruas se tecem. a mão de um coração que se repete com o nítido impudor, desde que o cruzado Osberno a narrou com a densidade leve dos grandes cronistas.»
Baptista-Bastos 

Zurique: tabuletas

domingo, 27 de setembro de 2015

Boa noite!

Dá para acreditar???

Metro, Lisboa, 24 set. 2015

Há anos, o PSD gritou que se fartou contra a obrigatoriedade do Inglês no Ensino Primário (agora chamado 1.º Ciclo). Quando chegaram ao Governo, retiraram esta disciplina do currículo; agora reintroduziram-na, como uma grande medida, apenas a partir do 3.º ano e, no próximo ano há exame e se o aluno não tiver aprovação chumba. Se chumbasse como a qualquer outra cadeira tudo bem, mas não: fica equiparada a Português. 
Segundo me explicaram, é assim: se chumbar a Português e a Matemática, ou se chumbar a Inglês e a Matemática, chumba o ano. Mas que país é este?!

Antero na BNP


Bom pequeno almoço - 51

Barcelona: Galaxia Gutenberg, 2015
 €17,50

«Luis Mateo Díez nos ofrece en Los desayunos del Café Borenes dos textos que se complementan en sus intenciones. El primero, que da título al volumen, es el relato de los encuentros de un novelista con los amigos que acuden a la cita del desayuno en el Café de una de sus 'ciudades de sombra', y que divagan y dialogan con d esatada locuacidad, sobre lo que la ficción supone en sus vidas. En el segundo texto, titulado "Un callejón de gente desconocida", Luis Mateo Díez hace un recuento de su pensamiento literario, el aval de una identidad de escritor que podría considerarse como una poética personal, no exenta de una comprensiva pedagogía. Sin que el juego de espejos entre los dos textos quiera contraponer las ideas y elucubraciones de tantas opiniones apasionadas y discutibles, acaso sea ese mismo juego el que mejor unifique la propia idea del libro. Un libro poco complaciente en sus intenciones con mucho de lo que ahora mismo leemos y vivimos, con la degradación que nos rodea y la sensación de que cada día, como dice uno de los desayunadores, son más frecuentes 'las novelas que no son novelas escritas por novelistas que no son novelistas para lectores que no leen.' Se trataría, al fin, de un juego entre la lucidez y el desánimo, el humor y la melancolía.Luis Mateo Díez nos ofrece en Los desayunos del Café...» (Casa del Libro)

Pode ser que venha a ler este livro...

Marcadores de livros - 261

Henri d'Estienne - Portrait de fillette ou Mademoiselle S.
Óleo sobre tela, ca 1913
Paris, Musée d'Orsay

Já em tempos, pus este quadro, hoje coloco o marcador:


«A criada antiga»

Da série inglesa Dowstairs, upstairs.

«“O criado antigo na casa é o complemento, a extensão desta querida e terna unidade da associação humana, que se chama família. É a família excluindo o sangue, é a família de adoção, é a família viajante, temporária, anual, a família com ordenado, se assim quereis que lhes chame; mas é a família muitas vezes tão ligada, tão desinteressada, tão devotada à nossa estima, aos nosso interesses, à nossa consideração, que todo o nosso sentimento é pouco para lhes pagar a sua dedicação. E até mesmo a sua perpetuidade na nossa casa é apenas um pequeno sinal de reconhecimento às provas de fidelíssima amizade de tão fiéis servidores.”
Estas palavras ditas pelo grande Lamartine têm a par de um alto sentimento de justiça, a revelação duma alma nobre que sabe compreender bem o quanto vale uma dedicação e uma amizade.
Infelizmente as suas ideias já pouco se podem afeiçoar à vida de hoje. Já são raras as casas que têm ao seu serviço esses servidores leais e amigos, que transitaram da casa dos nossos pais para a nossa, e que aguardam pacientemente ali que chegue a sua última hora, para entre lágrimas sentidas os irmos deixar na sua derradeira morada, envolvendo na nossa profunda saudade, a lembrança querida do amigo que perdemos.»

Baronesa X - «A criada antiga». Modas & Bordados, Lisboa, 6 jul. 1932

Sem palavras!, mesmo num texto escrito em 1932. :)