Prosimetron

Prosimetron

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Humor pela manhã


Começou a época dos saldos, aliás a última nos moldes antigos, com épocas fixas.

Bom dia !





Em português, para variar um pouco.

Vai um furinho?

Há uns dias fui jantar a casa de uns amigos que compraram uma caixa de furos de chocolates Regina - que deve ter sido um dos campeões de vendas deste Natal. Lá fizemos um furinho. Saiu-me este chocolates que, por acaso, era um dos que eu mais apreciava na época em que fazia furos nas caixas de chocolates (quando o rei fazia anos):
Mas o meu preferido da caixa é este:
E os infantes também nas suas variedades de morango e ananás.

Pena é que a caixa seja em cartão e não em madeira, como a que havia (e parece que há de novo) nas lojas. É usar e deitar fora...

frases assassinas

Do jornal Público, sábado, 27 de dezembro de 2014, p. 25

«Em 1992, publicou um artigo científico, entre os mais de 130 do seu currículo, que é o mais citado de sempre de um autor em Portugal. Tem agora mais de 11.000 citações. E o seu segundo artigo mais citado é... uma errata àquele artigo, o que o faz... rir»

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Boa noite!

Comemorações


Carta de Álvaro de Campos para o DN,  4 de Junho de 1915. Retirado do:
O BLOGUE DA CASA FERNANDO PESSOA COM NOTÍCIAS DE POESIA E LITERATURA


«A assinalar os 150 anos sobre o aparecimento do Diário de Notícias poder-se-iam escolher vários artigos que, ao longo dos anos, em vida ou póstumos, foram publicados sobre Fernando Pessoa. No entanto, já pensando no centenário da revista Orpheu em 2015, fica a referência à carta datada de 4 de Junho de 1915 em que Pessoa se dirige ao director do jornal, sob o heterónimo de Álvaro de Campos, esclarecendo e contextualizando alguns aspectos relacionados com aquela, nomeadamente no que toca à sua definição como futurista.

Esta carta, publicada na colecção Obra Essencial de Fernando Pessoa, da Assírio & Alvim, no volume Prosa publicada em vida com edição de Richard Zenith, está disponível para consulta na Biblioteca da Casa Fernando Pessoa»

Neve em dezembro

George Hughes - More snow
The Saturday Evening, 29 dez. 1951 

Raymond Chandler


«Sábado 29 dezembro 1973
[...]
«Ontem à noite, li algumas cartas de Chandler. É provavelmente o homem que escreveu os melhores romances policiais americanos. Muito antes de morrer, deu ao seu editor autorização para publicar a sua correspondência.
«Não direi que fiquei desiludido. Mas fiquei várias vezes exasperado. Sente-se, com efeito, que estas cartas foram escritas com vista à sua publicação. E verifiquei que é o caso de quase todos aqueles de que publicaram a correspondência.
«É difícil ser simples? Não é mais fatigante escrever cartas como excertos de antologia, pesando cada palavra, cuidando de cada frase?»
Georges Simenon - Traces de pas. Paris: Presses de la Cité, 1975, p. 145

Caixa do correio - 39

O primeiro e o último não vieram por correio, mas um teve um entreposto ou um Mercúrio. :) 
Todos lindos!

Parabéns, DN!

Faz hoje 150 anos!

domingo, 28 de dezembro de 2014

Boa noite!

Boas-festas

Está frio, muito frio, mas desde que o coração esteja quente é sempre possível desejar Boas-festas!

Filhoses

Aqui estão as filhoses do meu Natal e uma carretilha de massas, semelhante àquela com que fizeram  os cortes no meio da massa. Dantes, cortar as massas com a carretilha era o meu serviço. Sim, que para esticar a massa não sirvo - fica(va) muito grossa.

Para HMJ

E esta tem? Acho que a de António Branco foi do primeiro período da 4.ª classe em que ainda estive no Colégio Alemão. Quando saí, passei a ter esta. Há anos, não sabia da que coloquei esta manhã e comprei uma nova edição da de Tomás de Barros para me tirar dúvidas rápidas. Mas não tira muitas... Lá continuo a ir à abreviada do Celso Cunha e Lindley Cintra, que o 'matacão' é, para mim, intransponível.

"Por uma democracia social"

Li e gostei do artigo do Professor Doutor Reis Torgal sobre o Ensino Superior, a educação e a sociedade em que vivemos. Achei tão pertinente que estou aqui a partilhá-lo.

Que “licenciados” queremos? Que Universidade ou que Ensino Superior? Que Educação? Ou, sobretudo, que Sociedade?



Não sei o que Angela Merkel disse sobre os licenciados em Portugal e em que circunstâncias. O que sei é que há estadistas a preocuparem-se demais com situações de outros países e a ocuparam-se pouco dos problemas da Europa, deste “sistema” que nos aflige e que nos tem desequilibrado social e economicamente: neste mundo onde existem roubos fiscais legalizados, quebra de contratos com trabalhadores e aposentados, encerramento e deslocalização de empresas, bancos em falência, privatizações por sistema, aumento de desempregados e subempregados… Há, pois, que lutar por uma outra democracia, talvez afinal pela Democracia ou por uma Democracia Social. Mas entendo que a questão dos “licenciados a mais” é uma questão a discutir com rigor.

Num livro de que sou coautor, Que Universidade?, pus de algum modo em questão, saudavelmente, o juízo de António Nóvoa, num excelente discurso que proferiu num 10 de Junho, de que a actual geração era a mais bem preparada de sempre. Julgo sim que é a que tem mais graus universitários, pois não a considero, tendo em conta as circunstâncias de cada época, a mais bem preparada. É que não se verificou uma democratização do ensino, mas a sua massificação e, com isto, a perda de exigência dos professores e alunos e do seu sentido crítico. A própria transformação da gestão democrática das Universidades em simples gestão de tipo empresarial tirou capacidade crítica a uns e a outros. Mais: a lamentável adaptação que se fez da Declaração de Bolonha (19.06.1999) que, ao contrário das suas nobres aspirações, passou a ser apenas um processo criador de três ciclos de ensino superior, originou cursos, mais ou menos de continuidade, em que cada grau não é marcado tanto pela qualidade, mas pelo facto de o ser. O que é preciso é prosseguir numa escada de três degraus, em que cada um deles pode não ser índice de boa preparação.

Luís Reis Torgal, Ler o artigo todo
No Público, 28-12-2014.

Boa tarde.

Arrumando livros - 2

Mais uns livros da Primária:
Porto: Porto Ed., ca 1961
´Desenhei uns óculos ao Nun'Álvares Pereira. :)

Porto: Porto Ed., ca 1961
31.ª ed. Lisboa: Livr. Popular de Francisco Franco, ca 1961
Porto: Porto Ed., ca 1961
Capa de Laura Costa
Porto: Porto Ed., ca 1961
Lembram-se, ó gente da minha geração, de termos de fazer a bilha, a garrafa, o garrafão, a cadeira, etc.?

Talvez apareçam mais alguns. Havia um que eu gostava de encontrar.


Pacotes de açúcar - 95

Uns pacotes de açúcar muito giros (alguns dos quais já postados no Arpose) com doze receitas de Natal de doze países diferentes.

Em geminação como Arpose e agradecendo a quem me enviou a coleção completa.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Boa noite!

A nossa vinheta

A nossa vinheta foi pensada para desejar a todos uma boa entrada no novo ano.

Detalhe do "portal cenográfico" manuelino, obra de Diogo Castilho e de Nicolau de Chanterenne.
Igreja/ Mosteiro de Santa Cruz


Pacotes de açúcar - 94

Frente de três pacotes e verso de um deles.

Arrumando livros - 1

Aos dez/onze anos lia livros como estes:
Porto: Civilização, 1961
Li esta coleção - Aventura e História - quase toda, alguns mais de uma vez.

Porto: Civilização, 1963

Como é possível que tenham levado à falência uma editora como a Civilização?!

Restos de Outono

Lisboa, Campo Grande

Marcadores de livros - 210

Um marcador em renda com goma - com amores-perfeitos.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Boa noite!

Marcadores de livros - 209

Frente e verso de um marcador que veio num livro comprado a um alfarrabista estrangeiro.

Leituras no Metro - 196

3.ª ed. Lisboa: Temas e Debates: Círculo de Leitores, 2013

Magnífico o texto de Richard Zenith desta Fotobiografia de Fernando Pessoa. Como já tinha a da Maria José Lancastre, resisti a comprá-la. Estou a gostar imenso de a ler: muito bem estruturada e mais uma vez se comprova que Zenith é quem mais sabe de Pessoa. Aguardo, com grande expectativa, a biografia que ele está a escrever sobre o Poeta.

«Andando pensa-se melhor do que sentado.» 
Da ficção filosófica «Na Casa de Saúde de Cascais», 191-

«O que é preciso é ter um pouco de Europa na alma.»
De uma carta a Mário de Sá Carneiro, maio 1913


La virgen lava pañales

Espanha orgulha-se de uma tradição rica de cânticos natalícios, os chamados villancicos. Um dos meus preferidos é este comovente "La virgen lava pañales", aqui na interpretação dos três tenores, acompanhados pelo Vienna Symphony Orchestra sob a direcção de Steven Mercúrio.
Em vários países europeus, celebra-se hoje o "segundo" dia de Natal: na Alemanha, é conhecido por Dia de Santo Estêvão (Stephanstag), no Reino Unido por Boxing Day.
 
Neste sentido, a todos um bom "segundo" dia de Natal!
 
 

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Boa noite!

Nem de propósito...

Na véspera de Natal fiz referência a um n.º especial da Histoire da Point de Vue,  «À la table des souverains», e não é que o Pai Natal me trouxe este livro? Como se costuma dizer: Les beaux esprits se rencontrent...
Paris: Réunion des Musées Nationaux, 1993

Este magnífico livro serviu de catálogo a uma exposição realizada no Palácio de Versalhes. Segundo informação da badana da sobrecapa, era a Versalhes que as outras cortes da Europa iam ver como se servia e o que se usava para depois imitarem e encomendarem loiças e pratas. Algumas peças de prata foram de Portugal para esta exposição.

Na época, saiu ainda esta revista, que apresenta na capa peças do serviço de Madame Dubarry, amante de Luís XV.

François-Hubert Drouais - Madame Dubarry

Happy birthday, Annie

Annie Lennox representa a década de 80 como poucos cantores da sua geração. Conseguiu "ultrapassar" o seu passado "punk" do final dos anos setenta e criar, ao longo deste tempo, um estilo New Wave inconfundível. Nasceu em Aberdeen (Escócia) a 25 de Dezembro de 1954.
Happy birthday!
 

O chá das cinco - 81


Hoje, no seguimento de uma vinheta colocada pela Ana e para rebater as gorduras natalícias, nada melhor que um Esprit de Noël, da Mariages Frères.


Espero que gostem.

Um Menino nasceu para nós

 
For unto us a Child is born, a transposição musical da profecia de Isaías por Georg Friedrich Händel, numa adaptação fresca e sublime pelo Coro do King's College de Cambridge e o Brandenburg Consort, dirigidos por Stephen Cleobury.
A todos, um Santo Natal!



Imagem: Detalhe da Adoração dos Pastores de Lorenzo Lotto

Uma coroa de girassóis

Foto de Alena Hrbkova

Obviamente para o Luís.

Bom dia!


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Véspera de Natal

Denlow, 1903

Boa noite!

Boa noite!

O chá das cinco - 80

E que tal estes ornamentos para a árvore de Natal? :)))

Boas Festas!



Aproveitando uma cortesia do Museu Nacional d'Art de Catalunya, aqui ficam para todos os votos de feliz Natal e de um 2015 cheio de encontros e reencontros, com pessoas, ideias, lugares, projectos, enfim, com a Vida!


Prá mesa!

Na última Marianne vem anunciado este n.º especial, possivelmente concebido para que os franceses façam as suas escolhas para esta quadra.