
Sintra, 9 Abr. 2010


(...) Tendo em conta a quantidade ( e a qualidade, não sejamos injustos ) dos escândalos, parece impossível que não tenha havido ainda um empresário disposto a explorar a afeição dos consumidores pelo coleccionismo que transformasse os escândalos do décimo sétimo e do décimo oitavo governos constitucionais numa caderneta de cromos.- Ricardo Araújo Pereira, na Visão desta semana



Oil on wood transferred to canvas, 99 x 79 cm, Louvre, Paris No site do Museu do Louvre encontrei a seguinte informação:
"Lorsqu'en 1671, Louis XIV l'acheta au banquier E. Jabach, le tableau était attribué à Sebastiano del Piombo et tenu pour un portrait du sculpteur Baccio Bandinelli. Si l'attribution à Bronzino, rétablie au XIXe siècle, ne fait pas de doute, l'identité du modèle, sculpteur ou amateur, demeure inconnue. Mais il ne peut s'agir de Bandinelli, dont l'autoportrait conservé à Florence (Offices) est très différent".



Esta imagem do Tratado da Pintura de Leonardo da Vinci é de uma cópia fidedigna, segundo o original que se encontra no Codex Vaticanus, publicada em Roma, em 1792. Ela pertence à colecção da biblioteca do Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Directamente do Youtube.









Slow days have passed that make a year,
Slow hours that make a day,
Since I could take my first dear love
And kiss him the old way;
Yet the green leaves touch me on the cheek,
Dear Christ, this month of May.
I lie among the tall green grass
That bends above my head
And covers up my wasted face
And folds me in its bed
Tenderly and lovingly
Like grass above the dead.
Dim phantoms of an unknown ill
Float through my tired brain;
The unformed visions of my life
Pass by in ghostly train;
Some pause to touch me on the cheek,
Some scatter tears like rain.
A shadow falls along the grass
And lingers at my feet;
A new face lies between my hands –
Dear Christ, if I could weep
Tears to shut out the summer leaves
When this new face I greet.
Still it is but the memory
Of something I have seen
In the dreamy summer weather
When the green leaves come between:
The shadow of my dear love’s face –
So far and strange it seems.
The river ever running down
Between its grassy bed,
The voices of a thousand birds
That clang above my head,
Shall bring to me a sadder dream
When this sad dream is dead.
A silence falls upon my heart
And hushes all its pain.
I stretch my hands in the long grass
And fall to sleep again,
There to lie empty of all love
Like beaten corn of grain.
Elizabeth Siddal (1829-1862)
Oil on canvas, 70 x 84 cm, Musée d'Orsay, Paris
622 ( milhões de euros )Este "grande número" é a soma do que foi levantado nos multibancos e dos pagamentos feitos nos terminais de estabelecimentos na quadra da Páscoa. Isoladamente não diz muito, mas quando se fica a saber que são mais 94 milhões do que em 2009, há algo de surpreendente, pelo menos para mim. Depois da histeria PEC, do susto grego etc etc, parece-me paradoxal que os níveis de consumo tenham subido desta maneira. E não são só os ricos que gostam de amêndoas e cabrito...


