Prosimetron

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domingo, 24 de agosto de 2014

Passeio por Cascais - I

Boa tarde a todos! 
Alguns apontamentos que conhecem mas que podem relembrar espaços a visitar.
 A casa dos Condes de Castro Guimarães,  Museu- Biblioteca Condes de Castro Guimarães


Informação retirada do site: http://www.cm-cascais.pt/mccg/home.html

O edifício inicialmente designado por Torre de S. Sebastião,

Visitámos a exposição: Cascais: Quotidianos e Paisagens
Aguarela de D. Carlos 
(do espólio da Casa- Museu Dr. Anastácio Gonçalves)
D. Carlos de Bragança, 1906
Exposição
Entramos na casa e no hall deparamos-nos com a Sala dos Trevos.
Peculiar é não existir um com quatro folhas!

Na sala de jantar o foco de interesse é a ementa pintada por D. Carlos, 1906.

A sala  de Música onde o conde Manuel de Castro Guimarães compôs algumas partituras, no órgão que se pode ver à esquerda. Estudou com músicos franceses como Alexandre Guilleman e Eugène Gigout.  Antigo órgão



A Biblioteca - Sala da Crónica, lugar da casa muito acolhedor. Crónica d' El Rei D. Afonso Henriques, encomendada por D. Manuel I ao Cronista Duarte Galvão e terminada em 1505. A iluminura do prólogo é de António 
d' Ollanda (1445-1517)
Duas paisagens captadas em duas das muitas janelas: o mar e o jardim

Um presente para M.R.

 
De Nantes, terra natal da empresa de bolachas constituída por Jean-Romain Lefèvre e sua esposa Isabelle Utile em 1846, um pequeno presente simbólico para a nossa M.R. que nos proporciona  belos exemplos vintage de diversos marcadores, cartazes turísticos, etc. Este anúncio publicitário preenche também a nova vinheta. 

A Viagem dos Cem Passos

Ontem fui ver este filme, de que gostei bastante. As críticas não lhe são muito favoráveis...


Os Kadam fogem da Índia e instalam-se em França onde abrem um restaurante frente a um restaurante de cozinha francesa com *Michelin. Só que Hassan tem um dom especial para a cozinha...

Música de A. R. Rahman
Quem tiver visto o filme percebe porque coloco esta canção de Aznavour.

O filme é baseado neste livro de Richard C. Morais:
 
Lisboa: Dom Quixote, 2011

«Richard C. Morais nasceu em Lisboa, em 1960. De nacionalidade americana e criado na Suíça, Morais viveu a maior parte da sua vida na Europa, regressando aos Estados Unidos em 2003. Editor sénior da Forbes, foi o correspondente estrangeiro que mais tempo trabalhou fora, pois esteve dezassete anos em Londres, onde foi chefe do departamento europeu da revista americana. Atualmente, vive em Filadélfia com a mulher e a filha. A Viagem dos Cem Passos é o seu primeiro romance e foi calorosamente recebido pela critica. O autor é luso descendente e foi dirctor europeu da famosa revista Forbes.» (Wook)

De uma entrevista de Richard C. Morais:
«ACP: What are some of your favorite dishes?
Richard C. Morais: My favorites are still from childhood. I did learn along the way—I’m always accumulating knowledge. I use some Indian spices now like cloves and cardamom that I never would have used before. But my comfort food still comes from my childhood.
ACP: Would you care to give an example?
Richard C. Morais: This summer I roasted a kid in my back yard in Philadelphia. I remember as a boy, when summering in Portugal, how my father and a friend of his dug a pit and roasted a goat. So, I had a hankering in my late forties to do the same thing. In the States, if you see goat, you see it in stew, usually Caribbean-style. But it’s a nasty old goat, and that’s why it’s in stew. Kid is more delicious than lamb, if done right. I sew oranges and lemons into the stomach cavity, and it gets real crispy on the outside. You have to look for a milk-fed kid. That makes all the difference.
ACP: I think I heard you say Portugal.
Richard C. Morais: My father’s side is Portuguese. My great-grandfather owned a restaurant in Lisbon. I think Portuguese is the most underrated cuisine in Europe. It’s far more sophisticated than Spanish.»
http://leitesculinaria.com/57757/writings-interview-richard-morais.html#TC5b7XXV7Wtyv35Y.99

Vidros Pintados


«A produção de vidro e espelho pintado terá sido introduzida na China pelo missionário jesuíta G. Castiglioni (1688-1766) que, em 1715, chega a Pequim e se torna pintor da corte imperial, nomeadamente do imperador Qianlong (1736-1795), um grande promotor das artes. 
As lâminas de vidro e espelho eram produzidas na Europa – nomeadamente em Inglaterra - sendo enviadas para os ateliers de Cantão na China onde eram pintadas, após o que regressavam ao mercado ocidental. A maior parte das pinturas era posteriormente emoldurada no destino, nomeadamente no estilo rococó em voga na época, se bem que também existem molduras de construção chinesa. 
Esta técnica da pintura a óleo destaca-se pela dificuldade já que o vidro era pintado – a pincel - pelo avesso, implicando da parte do artista um exercício de grande perícia mental e técnica. Destinada, na sua maior parte, ao ocidente, esta produção insere-se no âmbito do gosto vigente desde meados do século XVII por produtos de inspiração oriental. As temáticas abordadas dividem-se em cópias de estampas ocidentais reproduzidas – na maior parte das vezes – com grande perícia, não sem denunciar a 'mão chinesa' e em temáticas variadas do léxico decorativo chinês como batalhas, paisagens e cenas do quotidiano, se bem que despidas do carregado simbolismo chinês. 
A coleção de Duarte Pinto Coelho (1923-2010), aqui exposta ao público pela primeira vez, destaca-se pela quantidade, variedade e qualidade das obras, constituindo um núcleo único no seu género. Entre as obras destinadas ao mercado interno (sala 1), são de destacar, pela excelência, a pintura de grandes dimensões representando a deusa taoista Xi Wang Mu e, pela curiosidade, o núcleo de obras destinadas às paredes dos prostíbulos chineses, representando cortesãs. Das pinturas para o mercado europeu (sala 2), destacam-se os retratos 'à inglesa', a cena copiada de uma estampa de Rubens bem como as duas pinturas dedicadas às aventuras de D. Quixote e Sancho Pança.» (Maria Bruges Mayer)
Esta exposição está na Casa de Duarte Pinto Coelho, em Cascais, junto ao Parque Marechal Carmona.

Para uma veraneante, em Cascais.

Ciclismo - 6


Para isto é que não me convidem!


sábado, 23 de agosto de 2014

Boa noite!

Cavaquismo...



Comparável, em tantos aspectos, ao Fontismo oitocentista, o Cavaquismo caracterizou-se sobretudo por uma política de fomento económico e de saneamento financeiro, visando a modernização do País e a sua integração numa Europa comunitária em que Portugal não ocupasse o último lugar. 
Para esse efeito, empenhou-se no desenvolvimento das infra-estruturas de comunicação e transportes [...].
O Cavaquismo tocou ainda aspectos da vida nacional, nomeadamente nas áreas do turismo, do saneamento básico, da concertação social, da construção de novos fogos e estabelecimentos de ensino, etc. A política de liberalização esteve na base de todo o sistema com sucessivas e sistemáticas desprivatizações, hostilizando-se por princípio toda e qualquer estatização. 
O Cavaquismo não foi, todavia, acompanhado por um sentido humanista de governo nem por uma política cultural digna do nome. Tentou-se uma ampla reforma do ensino com premissas reaccionárias e resultados dúbios, onde o tecnicismo e cientismo predominaram, clara e excessivamente, sobre as disciplinas de carácter social e humano.
A tentação do autoritarismo despótico e a tendência para o clientelismo e para a confusão entre Estado e partido governante caracterizaram também o período de 1985-95, nomeadamente o seu último mandato. Voltaram à tona, abertamente protegidos e defendidos ou simplesmente tolerados pelo poder, valores muito típico do «Estado Novo» e do reaccionarismo católico, esquecendo-se ou omitindo-se muitos dos princípios da revolução de 25 de Abril e, de uma maneira geral, do esquerdismo socialista e socializante. Nesta medida, o Cavaquismo representou bem a síntese entre Marcelismo pré-1974 e o revolucionarismo dos primeiros anos posteriores ao 25 de Abril.
Breve História de Portugal, 8.ª ed, Lisboa, Presença, 2012, p. 721-722

A. H. de Oliveira Marques nasceu a 23 de agosto de 1933, morreu aos 73 anos.

O Historiador tem de estar atento ao seu dia a dia, tem de participar no colectivo, mas tem de ser rigoroso e isento. 

Um daiquiri...

Foto de Christian Schuster

... à memória de A. H. de O. M., que me fez provar, pela primeira vez, um daiquiri, no Alcântara Café.

Selo de João Machado ganha Prémio Asiago


«Os CTT — Correios de Portugal foram distinguidos na categoria de Turismo com o Grande Prémio Asiago de Arte Filatélica, que distingue anualmente o Melhor Selo do Mundo. O selo de 0,36 euros da emissão filatélica ‘Ano Internacional da Estatística’, da autoria do designer João Machado, foi o premiado. Descritos pelos CTT como os Óscares da Filatelia, Portugal já foi distinguido por duas vezes com o Prémio Melhor Selo do Mundo, com dois selos da autoria da pintora Maluda (que faleceu em 1999): Quiosque do Tivoli e Évora Património Mundial. João Machado, por sua vez, já arrecadou previamente este galardão. No ano de 2007 foi premiado na categoria ‘Ambiente’ pela emissão dedicada à ‘Água um Bem a Preservar’ e em 2010 foi de novo distinguido com a emissão ‘Selos e os Sentidos’, mais uma vez na categoria ‘Turismo’.» http://www.espalhafactos.com/2014/07/06/joao-machado-distinguido-com-premio-melhor-selo-do-mundo/

Sou fã de João Machado, desde o tempo em que ele ilustrava livros para crianças. Depois passou aos cartazes (onde tem sido também amplamente premiado) e aos selos.
Um dia destes trarei aqui a sua faceta de ilustrador.

Grande Guerra - 9

Pierre Bonnard - Avenue du Bois de Bologne, 1914

«23 de agosto [de 1914]
«De dia estivemos no Bosque e foi este, depois que começou a guerra, o meu primeiro dia de repouso. Era domingo, fazia calor e o Bosque só cheio de mulheres e crianças parecia uma paisagem de Corot, com ninfas. Numa clareia, um rancho de raparigas jogava a cabra-cega na relva, e no meio de uma alacridade que enchia o ar todo com as suas vozes. Nos barcos nos lagos, outras raparigas remavam. Um destes barcos estava refugiado à sombra de um castanheiro e nele quatro mulheres conversavam ou liam. O ar estava pesado.»
João Chagas - Diário. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1929-1932, vol. 1, p. 176

Corot - Manhã: A dança das ninfas, ca 1850

1914: 23 de agosto

«O pintor francês, Paul Maze, que se tinha juntado às tropas britânicas como intérprete, recordou mais tarde a primeira vez que viu as tropas alemãs, a 23 de agosto, numa aldeia perto de Binche: "Apontei o telescópio para uma linha de caminho-de-ferro num aterro, a cerca de 2000 metros, e vi num círculo de luz muita figurinhas cinzentas a deitarem-se no chão, Movendo-se ao longo da via férrea, iam aparecendo cada vez mais, por detrás de uma elevação no terreno." Maze recordou também como a visão dos alemães teve um efeito imediato nos aldeãos. "As mulheres começaram a lamentar-se e correram para as suas casas, seguidas dos homens, enquanto as crianças cheias de curiosidade, iam atrás, voltando-se para ver." Então os alemães aproximaram-se e começou o tiroteio. "De repente, a atmosfera mudou - em poucos segundos, todos aqueles civis fugiam pelos caminhos, enquanto a invasão, subindo como uma maré, foi ganhando terreno. Nos seus fatos de domingo, as mulheres, de chapéus de plumas na mão, sem terem tido tempo de os pôr na caneça, a pé, com carrinhos de mão, bicicletas e tudo o que tivesse rodas, fugiam com os seus bebés e os seus homens aterrorizados."»
Cit. in Martin Gilbert - A Primeira Guerra Mundial. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2014, vol. 1, p. 131

Não conhecia este pintor franco-inglês, que deixou uma coleção de fotografias sobre a Grande Guerra, que se encontra no Imperial War Museum.
Aqui ficam dois pastéis de sua autoria:

Vista para a cidade
Toronto, Odon Wagner Gallery
Linha da costa
Toronto, Odon Wagner Gallery

Humor pela manhã



Um António toca ferrinhos, outro enfia o barrete,  militantes falecidos de Braga pagam quotas - as primárias do PS são mesmo uma campanha alegre. Não é que os outros partidos sejam muito melhores nestas coisas, mas para quem está sempre a criticá-los ...

Bom dia !





Do novo álbum de Clapton, com muitos grandes convidados e que é uma homenagem a J.J.Cale.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Jardins - 29

John Collier - The Garden of Armida

Auto-retrato(s) - 204

Daubigny - Autorretrato, 1861
Água-forte da série Voyage en bâteau.

Daubigny tinha um barco-atelier. Outros artistas tiveram ateliers em barcos.

«[...] quand il a son port d'attache à Auvers-sur-Oise, lorqu'il posséde un bateau, et navigue en Oise, en Marme e en Seine.
«Il écrit plaisamment un ami:
«"J'ai acheté à Auvers un terrain de trente perches tout couvert de haricots et sur lequel je planterai quelques gigots si vous venez me voir."
«Lá, il fait construire un atelier avec quelques chambres autour. mais il a un autre atelier, sur son bateau. Les laveuses des bords de la seine ou de l'Oise surnomment ce singulier bateau: Le Botin, qui signifie petite boîte. Dans cette cabane, garnie de boteilles de "piction", de chapelets d'oignons, de casseroles, de pipes et d'un matelas, Daubigny a fait une eau-forte, où on le voit assis, peignant la rivière.»
Charles Léger - La Barbizonnière. Paris: René Julliard, 1946, p. 131

Daubigny - Confluência dos rios Sena e Oise, 1896

A vida no campo - 3

Hoje vou postar alguns quadros de Julien Dupré.

Voltando do campo
Les faneurs dans les champs, 1886
Worcester, Art Museum
Recolha do leite
Regressando do campo
Glaneuses, 1880

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Boa noite!

Vamo-nos refrescar... - 19


Leituras no Metro - 174

«Quando na guerra seguinte, os ingleses inventaram uma cantiga segundo a qual Adolph Hitler tinha um só colhão, Bonifácio ganhou o hábito de passar os domingos sentado no jardim do bairro Languedoque, sorrindo e murmurando a história de como tinha lançado a granada que deixou o Führer afanado. Ninguém, como é evidente , atribuiu então qualquer importância ou crédito ao que ele contava e à cançoneta que tocava na estação de rádio que ouvíamos clandestinamente . Parecia impossível eu o maligno e orgulhoso Adolph pudesse ser um homem ao qual faltasse um testículo. Só o português sabia que a canção que os bifes cantavam por pirraça dizia, afinal, a mais pura das verdade.»
Manuel Jorge Marmelo – A guerra nunca acaba. Lisboa: Glaciar, 2014, p. 12


A canção a que Manuel Jorge Marmelo se refere intitula-se: «Hitler has only got one ball», de que há várias versões da letra.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Os meus franceses - 342


Enquanto leio:


Boa noite!

Betty Broadbent: uma das primeiras "freaks"


Ainda a propósito do Dia Mundial da Fotografia, comemorado ontem, trago aqui uma das fotografias mais polémicas, no seu tempo. Trata-se de Betty Broadbent, uma das primeiras mulheres a terem o corpo completamente tatuado (e das primeiras a serem tatuadas com a "nova" máquina elétrica). Aos 18 anos, Betty já apresentava mais de 350 desenhos feitos no seu corpo exibindo-os num circo americano, como uma das atrações principais. Dedicou-se ao mundo do espetáculo durante quatro décadas, retirando-se em 1967. Faleceu em 1983 enquanto dormia e dois anos anos foi incluída no Hall da Fama das Tatuagens.

Perder o coração em Lisboa


"Perdi o coração em Lisboa" é o nome do espetáculo multimédia que entre 30 de agosto e 8 de setembro vai animar as noites na Praça do Comércio, em Lisboa, para comemorar o primeiro ano de abertura ao público do Arco da Rua Augusta. Com a duração de 15 minutos, este jogo de luzes vai ter três horários: 22, 23 e 24 horas. A CML, promotora do evento, garante desde já tratar-se de um espetáculo nunca antes visto na capital.

Grande Guerra - 8

http://grandeguerra.bnportugal.pt/1914_agosto.htm

As flores do loureiro

Lisboa, 9 ago. 2014

Acho que a Ana já disse como se chama esta planta, mas já não me lembro.

Caixa do correio - 29

Veio de Tóquio e demorou seis dias a chegar, menos do que do Algarve a Lisboa. :-))

Um quadro por dia



Bernard Buffet pintou vários palhaços ao longo de décadas, este Le Clown é de 1994 e foi vendido no passado dia 26 de Julho por 122 000 euros.

Citações



 (...) Fez-nos mal um certo novo-riquismo?

O novo riquismo faz sempre mal, não é ? Mas a verdade é que as pessoas foram animadas a ter um nível de vida maior e é compreensível que tivessem querido viver melhor. Não foi um despesismo pecaminoso ou irresponsável, só pessoas sem personalidade ou ambição é que se conformam. A maioria não viveu acima das possibilidades. As possibilidades é que desapareceram. Isso custa, até psicologicamente. Há coisas que são analisadas com pouca memória. O que se diz em relação ao País é que houve um disparate de despesismo, culpabiliza-se a irresponsabilidade de sucessivos governos, mas ouço falar pouco do que foi a melhoria de condições de vida e a tentativa de aproximar o litoral do interior. Foi espetacular! Fala-se do betão, das autoestradas e tal, mas as pessoas passaram a comunicar de uma forma completamente diferente. Sinto isso na pele. Quando estive a trabalhar em Pedras Salgadas fiz em hora e meia o que dantes fazia em quatro horas. Não falando no que foi a criação de escolas, universidades, hospitais, centros culturais, museus, etc. Foi espetacular! O primeiro sentimento é de orgulho no que aconteceu. Houve erros e há resquícios disso, mas em 40 anos de democracia deu-se uma transformação maravilhosa do País. 

- Excerto da entrevista a Siza Vieira, publicada na Visão da semana passada.


Concordo na generalidade com o que diz Siza, mas a verdade é que como pude verificar recentemente algumas das autoestradas que são tão úteis para nos fazer chegar depressa onde queremos têm escasso tráfego, já para não falar de disparates ainda mais dispendiosos, e difíceis de resolver, como o aeroporto fantasma de Beja ...


Humor pela manhã



Já tinha saudades da minha candidata às presidenciais do ano que vem :)

Bom dia !





Vídeo de apresentação do novo álbum de Al Jarreau, que é também um tributo ao seu amigo George Duke, compositor e produtor desaparecido em 2013.