A minha agenda para 2018 é com ilustrações de Anton Pieck, um artista holandês, cujo imaginário está muito ligado aos contos de fadas. O parque de diversões De Efteling (Kaatsheuvel, Holanda) foi executado a partir de desenhos de Anton Pieck.
Uma ilustração do mês de janeiro.
Agradeço a quem me enviou esta agenda que vou usar e guardar.
A palavra «Origem» deve ser uma das que maior quantidade de vistos apresenta neste momento no GOOGLE em virtude do livro de Dan Brown. Mas não é sobre «Origin» que vamos conversar mas sim apresentar uma pequena série que me foi hoje oferecida, depois de jantar, com o café... A Origem dos Símbolos do Natal, uma iniciativa da SICAL, dado que o café está na Origem.
Naturalmente será a sua vitória no Festival da Eurovisão em 1965 que ficará para sempre na memória do público internacional. Mas "Poupée de cire, poupée de son", composta por Serge Gainsbourg, não retrata de todo o talento desta grande artista que, ao longo dos anos 70 e 80, soube distanciar-se do repertório "yé-yé" da década de 60 e seguiu, pelo menos em França, uma carreira sólida.
A sua vida privada conheceu vários momentos tristes: em 1992 morria seu marido, Michel Berger, e quatro anos depois, falecia a sua filha, vítima de fibrose quística. Ainda assim, Gall continuava empenhada na sua obra caritativa em Paris, dedicada a mulheres sem-abrigo.
Uma pequena homenagem a France Gall: a minha canção preferida, Ella elle l'a, de 1988, que foi um enorme sucesso também na Alemanha e que se destinava a um dos ídolos de France Gall, Ella Fitzgerald.
Este livro de Raquel Moreira e Cláudia Silva Mataloto sobre o património gastronómico de Cascais tem para além das receitas (divididas pelos capítulos Da horta, Do mar, Da capoeira e Para adoçar a boca) uns textos que enquadram as tradições alimentares do concelho de Cascais.
Convite para uma festa da campanha eleitoral de Mário Soares para as presidenciais de 1985 e uma das canções mais ouvidas em 1985, que deve ter sido tocada nesse dia:
Dizem as recensôes que esta era a biografia que faltava do segundo imperador dos franceses, sem preconceitos e sem adulações, abordando todas as vestes e máscaras desta complexa vida : o jovem Luís Bonaparte que se disfarça de criado para escapar à polícia austríaca, de pedreiro para fugir da prisão, em fiel herdeiro do tio para se fazer eleger presidente da efémera segunda república francesa, em apoiante do Papa e do clero para melhor sustentar o seu Segundo Império ...
Mas é também este o homem que cria a França ( e a Paris ) moderna, com os caminhos de ferro e a industrialização, o protector do sindicalismo, o restaurador dos monumentos. O apogeu da França até à catástrofe da guerra com a Prússia em 1870 e a perda do trono .
No passado dia 26 de Novembro, na Christie's de Hong Kong, foi dispersa a colecção de Rolande Verneiges, filha natural de Michel Monet, neta de Claude Monet. Uma centena de lotes, compreendendo obras de amigos do pintor como Manet, Boudin, Signac, obras de juventude do próprio Monet, um raro desenho de Rodin ( Salomé ) oferecido pelo escultor juntamente com alguns bronzes e telas; bem como algumas das 231 estampas japonesas que Monet tinha juntado até à sua morte.
Escolhi esta tela , Trois arbres à Giverny, conservada por Monet e representativa das três idades da vida, e que muitos reconhecerão pois existem três outras versões no Museu Marmottan.
Primeira retrospetica dedicada a Nicolas Régnier, esta exposição, que pode ser vista até 11 de março, traz à luz do dia a coleção de pintores caravaggescos do Museu de Nantes, como Georges de La Tour.
O Grand Hotel de la Paix abriu portas em 1887, em Paris junto à Ópera. O salão do hotel tornou-se o ponto de encontro da sociedade frívola e elegante que ia ali dançar ao som da orquestra de valsas de Isaac Strauss, bisavô de Claude Lévi-Strauss.
O cantor britânico Ed Sheeran foi o artista preferido pelos utentes do Spotify (serviço de música que nunca utilizei) em 2017, com 6,3 biliões de reproduções. A sua canção Shape of You foi a mais ouvida.
O Petit Palais (Paris) apresenta até 8 de abril uma seleção da sua coleção de 200 pasteis. Podem ser vistas obras representativas das principais correntes artísticas da segunda metade do século XIX, do Impressionismo ao Simbolismo.
Estão expostas obras de Berthe Morisot, Auguste Renoir, Paul Gauguin, Mary Cassatt e Edgar Degas, de simbolistas como Lucien Lévy-Dhurmer, Charles Léandre, Alphonse Osbert, Émile-René Ménard e Odilon Redon, e também de uma pintura mais mundana como as de James Tissot, Jacques-Émile Blanche, Victor Prouvé ou Pierre Carrier-Belleuse.
Só há uma semana reparei que esta exposição tinha estado no Grand Palais (Paris). evia ser bem gira.
«Dessinez-moi vos rêves» pediu Annie Beaumel, responsável pelas montras da Hermès, a Leïla Menchari quando a loja se encontrava no 24, Faubourg Saint-Honoré. Estávamos em 1961, ela tinha acabado as Belas Artes de Paris depois de ter estudado artes plásticas em Tunes, a sua cidade natal. Foi assim que Leïla Menchari começou a trabalhar para Hermès. De 1978 a 2013, ela imaginou, desenhou e realizou a decoração das montras.
Foram estas vitrinas, cenografadas por Nathalie Crinière, que o visitante pode ver no Grand Palais.