Prosimetron

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sábado, 12 de dezembro de 2015

Boa noite!

His way

Lisboa: Dom Quixote, 1987

Há artistas de que é melhor não sabermos nada da sua vida. E Sinatra é um deles.
Há anos li esta biografia da vida nebulosa de Sinatra, em que são focada as suas ligações à Mafia e as suas amizades no mundo do espetáculo, da política e do tráfico.


«Reuniões de pais»

Amos Sewell. The Saturday Evening Post, 12 dez. 1959

As reuniões de pais era qualquer coisa de insuportável: ouvir os pais a elogiarem as suas crias... 
No outro dia, o pai de um amigo dos meus netos, desabafou.: «Pior que isto, só as reuniões de condóminos». Ou como diz uma amiga minha: de condemónios.

Sinatra em Portugal em 1992

A única vez que a "Voz" veio a Portugal.

http://dragaodoporto.blogspot.pt/2014/04/cartaz-publicitario-frank-sinatra-no.html


Para celebrar os 100 anos do seu nascimento (12 de Dezembro de 1915).



In Memoriam - Frank Sinatra


Faria hoje 100 anos,
Parabéns.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Os meus franceses - 433

Na Abysmo


Pacotes de açúcar - 115

Conheciam? Eu não. E como eu mais dois amigos com quem tomava café quando nos deram estes pacotes. 
Um fadinho pela manhã...

Le Musée des tissus


O Museu dos Tecidos de Lyon, uma das instituições mais prestigiadas do mundo, de entre as consagradas aos têxteis, está em vias de encerrar. É um mundo inesgotável para a investigação e um centro de inspiração para a criação têxtil atual. 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Os meus franceses - 432

Informação útil


"Bom e barato é no híper" lê-se na capa da revista da Deco deste mês. Falo de bacalhau, uma das coisas que não pode faltar na noite da Consoada. E no topo da tabela está o Intermarché (S. Domingos de Rana) e o Pingo Doce (Av. Duque D'Ávila). No Porto, pode comprar-se bacalhau a bom preço no PD, Rua Passos Manuel, Continente, Rua  dos Campeões Europeus e Jumbo Afurada, em V. N. Gaia. Passo a publicidade.

Bom dia !

Pacotes de açúcar - 114

Disseram-me que a coleção é de oito pacotes e que vinham todos, mas só chegaram sete. :)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Boa noite!

Do Natal - 1

O primeiro tronco que aqui irei trazer é da casa Popelini, e é o primeiro que esta casa faz . Cem exemplares numerados, em chocolate, baunilha e noz pecan .

Pensamento ( s )


Muto actual, infelizmente .

Humor pela manhã



Há erros que têm graça ...

Bom dia !

Marcadores de livros - 302


sábado, 5 de dezembro de 2015

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Boa noite!

Sabem o que é querer muito ir a um espetáculo, conseguir arranjar bilhetes e acabar por não ir por ter confundido os dias?! Foi o que me aconteceu com este concerto de Rufus Wainwright. :(

O meu livro da cortiça


A Árvore dos Desejos


Yoko Ono doou ao Museu Guggenheim de Bilbao a Árvore dos Desejos, uma oliveira.
De 24 a 31 de Dezembro pode deixar o seu desejo, o seu sonho, por escrito.

Vamos construir um presépio


Cumprindo a sugestão do nosso JAD, venho colocar os Reis Magos no presépio.

Dos Reis Magos a Luís XIV


Estamos na época do bolo-rei, uma doce iguaria que carrega simbologias algumas delas muito, muito antigas. Diz-se que este bolo representa os presentes que os três Reis Magos deram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento com a côdea a simbolizar o ouro, as frutas cristalizadas e secas, a mirra e o aroma, o incenso.
Reza a lenda que, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Com vista a acabar com aquela discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no seu interior uma fava. O Rei Mago a quem calhasse a fatia de bolo contendo a fava seria o primeiro a entregar o presente. O dilema ficou solucionado, embora não se saiba se foi Gaspar, Baltazar ou Belchior o feliz contemplado.
Para além desta, e de outras, havia uma outra tradição, que afirmava que os cristãos deveriam comer 12 bolos-reis, entre o Natal e os Reis, festa que muito cedo começou a ser celebrada na corte dos reis de França. O bolo-rei terá, aliás, surgido neste país, no tempo de Luís XIV, para as festas do Ano Novo e do Dia de Reis. Com a Revolução Francesa, em 1789, a iguaria foi proibida, mas, como bom negócio que era, os pasteleiros continuaram a confeccioná-lo sob o nome de gâteau des san-cullottes.

Por cá, depois da proclamação da República, a proibição do bolo-rei esteve também prestes a acontecer. No entanto, passado esse período negro, a história deste bolo tem sido um sucesso e todas as confeitarias e pastelarias se enchem de clientes para adquirir o rei das iguarias nesta quadra festiva.