Prosimetron

Prosimetron

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Boa noite!


Do álbum Songs of love and hate.

Trad. José Alfredo Marques.
Coimbra: Fenda, 1985



Boa semana!

Estudantes japoneses empurram os viajantes do metro de Tóquio para dentro das carruagens, 1962.

Esperemos não chegar a isto no metro de Lisboa, 55 anos depois.

Marcadores de livros - 874


Infelizmente não tenho este marcador.
Faz amanhã um ano que Leonard Cohen faleceu.


Leonard Cohen por Claude Gassian


Por ocasião da saída do DVD Leonard Cohen - Bird on a Wire, documentário sobre a digressão europeia de 1972, a A. Galerie (Bruxelas) e o editor Blaq Out retornam aos encontros entre Claude Gassian e Leonard Cohen, através de uma seleção de fotografias. Claude Gassian fotografou-o, pela primeira vez, em 1972, quando saía o terceiro disco de Cohen, Songs of Love and Hate. E voltou a fotografá-lo em 1976, 1987, 1988, 1992 e 1994.

Em 1972, Cohen fez uma digressão europeia e o cineasta Tony Palmer foi escolhido para filmar uma memória dessa digressão. O resultado é o filme Bird on a Wire, que ficará desconhecido até 2010. Blaq Out edita-o agora pela primeira vez em França. 
A exposição pode ser vista na A. Galerie, em Ixelles, até 25 de novembro.



domingo, 5 de novembro de 2017

Os meus franceses - 581

Letras de um alfabeto






Talvez vá comprar um livro impresso em Colónia, em 1528, porque gosto muitas destas letras. Mas o livro também é bom pelo seu conteúdo são os Libri V de Asse et partibus ejus de Guillaume Budé.

Marcadores de Livros - número extraordinário

Hoje fui beber um chocolate (75% vindo da Venezuela) na mais recente loja da «minha aldeia» a Chocolataria Artesanal: Calçada do Cacau. O chocolate é bom; vou voltar. E deram-me um marcador para o livro que levava.

 

no marcador inscreve-se um poema:

Eu hei de um dia levar-te ao Panteão,
E na calçada declarar-te o meu amor;
Nem que derrame chocolates pelo chão...
Doce e paixão: há na vida, algo melhor?
J. A. M.



Informação oficial com «erro»

O Posto de Turismo principal do País, no Palácio Foz, em Lisboa (Praça dos Restauradores) tem uma das suas montras dedicada ao "Lisboa card" ilustrado com o que Lisboa de melhor tem. Até aqui tudo bem... mas ilustrar com erros, já me parece pior.
O que é que está errado no cartaz?



Marcadores de livros - 873

Gosto muito de atum, tanto fresco como de conserva.

Obrigada, Cláudia!

Pacotes de açúcar - 156


Obrigada, Jad!


sábado, 4 de novembro de 2017

25 canções de Bob Dylan que merecem o Nobel - 17

Simple Twist of Fate (1974)

Um homem encontra uma mulher por acaso: «They walked along by the old canal [...] And stopped into a strange hotel with a neon burnin’ bright». A mulher vai embora enquanto o homem dorme; este acorda só sem saber se está ou não triste. Uma escrita maravilhosa e musical: «He hears the ticking of the clocks/ And walks along with a parrot that talks/ Hunts her down by the waterfront docks/ Where the sailors all come in.»

Leituras no comboio

Capa de Arthur Getz.

Marcadores de livros - 872

Um puzzle de cinco marcadores com uma pintura de Guilherme Parente. Em baixo, o reverso:

Obrigada, Jad.


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Boa noite!


Estranho: «Finalmente, queria fazer um agradecimento mais simbólico a alguém que nunca conheci, mais precisamente a famosa cantora Lena Meyer-Landrut, que esteve na Noruega o ano passado. A sua canção Satellite fez-me companhia durante muitas horas enquanto escrevia este livro e foi, em parte, a inspiração para o título [Satélites humanos, o título original].»
Hans Olav Lahlum - À mesa com o assassino. Alfragide: Asa, 2016. 348

A condição humana

44, rue du Bac. André Malraux habitou neste edifício, onde escreveu A condição humana, publicado em 1933.  



No mesmo prédio viveu Couve de Murville.

Marcadores de livros - 871

Verso e reverso.
Este livro e A Esperança são dois dos livros que mais me marcaram na minha juventude.

Parabéns, Margarida Elias!

Com votos de um dia feliz, deixo-lhe um livro que li há pouco sobre um pintor alemão que viajou pela América Central e do Sul. Rugendas, descendente de uma família de pintores e de impressores de gravuras, fez duas viagens à América (México, Argentina, Chile, Peru e Brasil), a última das quais entre 1831 e 1847, para desenhar e pintar. 

Trad. José Agostinho Baptista. 
Lisboa: Assírio & Alvim, 2009.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Boa noite!


Lá fora - 323





A colecção Marin Karmitz ( esculturas, fotografias, desenhos ) exposta na La Maison Rouge :


Étranger résident, la collection Marin Karmitz até 21 de Janeiro , La Maison Rouge, 10, boulevard de la Bastille . Mais info : lamaisonrouge.org

Cinenovidades





A adaptação ao cinema do romance de Pierre Lemaître, prémio Gouncourt 2013, com realização de Albert Dupontel e participação de Laurent Lafitte, Niels Arestrup e Émilie Dequenne .

Onde me apetecia estar - 149





Está a meia hora de carro de Copenhaga o Museu de Arte Moderna Louisiana, perfeitamente integrado na paisagem como os dinamarqueses gostam. Picasso, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, e outros grandes nomes do século passado estão bem representados na colecção permanente, e o parque cheio de esculturas é também muito procurado pelos visitantes . Um exemplo para países que até têm um clima mais ameno ...

Um quadro por dia - 385


Foi em 1958 que Pablo Picasso pintou este La Fenêtre de l'atelier, um óleo sobre tela com 35x27cm, que representa uma vista do seu ateliê de Cannes. Foi vendido há um mês na Christie's de Londres.

Humor pela manhã


Mais uma confirmação da falta que os revisores fazem ... :)

Bom dia !





Não seguiu o caminho do pai, antes a música . Esta é do novo álbum .

Habla, pueblo, habla

Soube desta exposição, que pode ser vista nas Cortes Espanholas até dezembro, por uns amigos que estiveram em Madrid.


Marcadores de livros - 870


Frente e reverso de um marcador e de um postal.
A fotografia foi tirada em Hyde Park.


Nós

Falei

Cantei
Cantei demais

Arrisquei quebrar
O arco-íris

Mas até em estilhaço
Continuaria
O encantamento

Alberto de Lacerda

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

25 canções de Bob Dylan que merecem o Nobel - 16

You’re Gonna Make Me Lonesome When You Go (1974)

Dylan evoca provavelmente nesta canção nostálgica Ellen Bernstein que ele reencontrou quando rompeu com a mulher Sara Lownds. Mesmo no fatalismo ele é divertido: «Situations have ended sad / Relationships have all been bad / Mine have been like Verlaine’s and Rimbaud / But there’s no way I can compare / All them scenes to this affair / You’re gonna make me lonesome when you go.»

Marcadores de livros - 869

Vi esta exposição de Canova por acaso e encontrei o marcador numas arrumações.
Canoca nasceu em Possagno (Itália) dois anos depois do terramoto de Lisboa de 1755.


Pacotes de açúcar - 155

Três destes escritores fazem parte dos meus santos.
É uma coleção de doze, mas só tenho sete.

Com um agradecimento ao Jad.

Marcadores de livros - 868



segunda-feira, 30 de outubro de 2017

25 canções de Bob Dylan que merecem o Nobel - 15

Main Title Theme (Billy) (1973)

Reduz-se muitas vezes a banda sonora de Pat Garrett & Billy the Kid ao hit «Knockin On Heaven’s Door», que Dylan, aliás ator no filme, compôs para Sam Peckinpah em 1973. Mas o tema principal, que abre o filme, dedicado ao personagem Kid, folk com sonoridades mexicanas, impõe-se como uma das suas melodias mais inebriantes.

Visitantes de Versalhes: 1682-1789


Com mais de sere milhões de visitantes por ano, o palácio de Versalhes e os seus jardins estão entre os locais históricos mais frequentados do mundo.
Viajantes franceses e estrangeiros, príncipes e embaixadores, artistas, escritores e filósofos, arquitetos e sábios, turistas, visitantes de um só dia, todos se cruzam em Versalhes.
Simultâneamente espaço real e público, Versalhes era o teatro do espetáculo quotidiano que o Rei dava à sua Corte. Os visitantes afluíam a este palácio que se tornou o mais acessível da Europa. A sociedade era convidada a ir a Versalhes.
Podemos encontrar em memórias, gazetas e jornais literários o rasto da visita de certas pessoas e das festas que com que foram recebidos. Da embaixada do Sião em 1686 à embaixada do reino indiano de Mysore em 1788, representantes de todos os continentes foram a Versalhes.
Através de mais de 3000 obras, a exposição, que pode ser vista até 25 de fevereiro de 2018, traz até nós esses visitantes, desde a segunda metade do século XVII até à Revolução Francesa.


Marcadores de livros - 865

Sisley (verso e reverso).