Prosimetron

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terça-feira, 16 de novembro de 2021

No meu sofá a ler... - 10

Lisboa: Objectiva, 2021

Este livro é um diálogo íntimo, franco e descontraído entre Barack Obama e Bruce Springsteen, havido  no estúdio de gravação do Boss e que vai desde as suas origens, experiências de vida muito diferentes e sucesso nas suas áreas de atuação até reflexões sobre a bipolarização que se vive hoje nos Estados Unidos e a distância cada vez maior entre o sonho americano e a realidade. 
Este álbum tem muitas fotografias e materiais raros dos acervos pessoais dos autores. É um retrato de dois outsiders – um negro e um branco –, na procura das suas identidades. Ambos ajudaram (ou estão a ajudar) a escrever a história dos Estados Unidos. 


«Ao longo dos anos, descobrimos que temos uma sensibilidade comum. Sobre o trabalho, sobre a família e sobre os Estados Unidos. Cada um à sua maneira, eu e o Bruce temos feito uma viagem paralela na tentativa de perceber este país que tanto deu a ambos. Pretendemos contar a história deste povo, procurando uma forma de unir as nossas buscas individuais por sentido, verdade e noção de comunidade com a História dos Estados Unidos.» (Barack Obama)


Um livro a não perder.



9 comentários:

Mª Luisa disse...

No soy muy proclive a leer libros de Memorias , pero este no debe de ser exactamente eso.Parece muy interesante.
¡ Buena lectura!

Maria disse...

Assim que recebi a newsletter da Bertrand lembrei-me logo de si 😉
Não me diga que já o leu!!!
Gosto muito destes dois e de uma certa América: o livro só pode ser muito bom.
🍁Bom dia.

MR disse...

Acabei ontem de o ler. Muito bom!
É uma conversa sobre as vidas dos dois, algumas memórias e o que pensam (e esperam) da América.
Eu gosto de memórias, biografias, diários, correspondência...
Boa tarde para as duas.

Maria disse...

Tenho que começar a acreditar nas minhas premonições... 😂
Mas são muitas páginas não são? E a letra é muito miudinha?
Não me atrevi a mandá-lo comprar, tenho de ver a letra primeiro...
Boa tarde.

MR disse...

São muitas páginas, mas tem muitas ilustrações, algumas de página inteira. A letra é pequena.
Em contrapartida comecei a ler umas memórias de Roland Dumas: muitas páginas com uma letra enorme.
Boa tarde!

Maria disse...

Entretanto pesquisei e vi que eram 320, estava a confundir com uma biografia que tem cerca de 1000. De qquer modo, terei de arranjar maneira de sair daqui por umas horas...
Boas leituras!

MR disse...

Sim, a autobiografia é tem muitas páginas, num formato pequeno.
Boa tarde!

Cláudia Ribeiro disse...

Deve ser bem interessante e com a opinião da Manuela, imperdível.
Desconhecia.
Bom dia!

MR disse...

Acho que só saiu no dia 9.
Bom dia!