Prosimetron

Prosimetron
Prosimetron: termo grego que designa a mistura de prosa e verso.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Bom Ano Novo!





Should auld acquaintance be forgot,
And never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot,
And auld lang syne!

For auld lang syne, my dear,
For auld lang syne.
We'll tak a cup o' kindness yet,
For auld lang syne.

And surely ye'll be your pint stowp!
And surely I'll be mine!
And we'll tak a cup o'kindness yet,
For auld lang syne.
For auld &c.

We twa hae run about the braes,
And pou'd the gowans fine;
But we've wander'd mony a weary fit,
Sin' auld lang syne.
For auld, &c.

We twa hae paidl'd in the burn,
Frae morning sun till dine;
But seas between us braid hae roar'd
Sin' auld lang syne.
For auld, &c.

And there's a hand, my trusty fere!
And gie's a hand o' thine!
And we'll tak a right gude-willie waught,
For auld lang syne.
For auld, &c.

1788
Robert Burns

Feliz Ano Novo!

Miss Tolstoi pediu-me para partilhar com todos os Prosimetronistas as seguintes mensagem e imagens.

Feliz Ano Novo!
Com este champanhe especial e uns chocolates belgas, desejo a todos um Bom 2015,
Miss Tolstoi


Preparando a mesa...

Gottfried Schultz - Natureza morta com frutas e champanhe
Col. particular

O champanhe parece ter ficado associado às festividades reais francesas a partir de 496, data provável do batismo de Clovis em Reims. Contudo, o consumo deste vinho que, na sua origem, não era gasoso, só se desenvolveu a partir do século XVIII graças aos ingleses e aos alemães. 



Gulodices

Azevias 
Sopa dourada
Pudim Abade de Priscos, de forma estranha. :)

Votos de Feliz Ano Novo!

Para todos um


(Imagem cortesia do Google)

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Os meus franceses - 368

PARA COMEÇAR O ANO COM ESPERANÇA


La Taula de Canvis apareció durante el reinado de Jaime I El Conquistador (1213-1276). La legislación romana y goda que regían este negocio fue sustituida.
 

Estos son algunos de los artículos de esta legislación bancaria:

 El 13 de febrero de 1300 se estableció que cualquier banquero que se declarara en bancarrota sería humillado por todo el pueblo, por un voceador público y forzado a vivir en una estricta dieta de pan y agua hasta que devolviese a sus acreedores la cantidad completa de sus depósitos.

 El 16 de mayo de 1301 se decidió que los banqueros estarían obligados a obtener fianzas y garantías de terceras partes para poder operar, y a aquellos que no lo hicieran no se les permitiría extender un mantel sobre sus cuentas de trabajo. El propósito de ello era señalar a todo el mundo que estos banqueros no eran tan solventes como aquellos que usaban manteles, es decir, que estaban respaldados por fianzas. Cualquier banquero que rompiera esta regla (por ejemplo, que operase con un mantel, pero sin fianza) sería declarado culpable de fraude.

Sin embargo, a pesar de todo, los banqueros pronto empezaron a engañar a sus clientes.

Debido a esos engaños, el 14 de Agosto de 1321 se estableció que aquellos banqueros que no cumpliesen inmediatamente sus compromisos, se les declararía en bancarrota, y si no pagasen sus deudas en el plazo de un año, caerían en desgracia pública, lo que sería pregonado por voceros por toda el pueblo. Inmediatamente después, el banquero sería decapitado directamente enfrente de su mostrador, y sus propiedades vendidas localmente para pagar a sus acreedores.

 Existen evidencias documentales de que esto se cumplía.

Por ejemplo, el banquero catalán Francesc Castelló, fue decapitado directamente frente a su mostrador en 1360, en estricto cumplimiento de la ley. 

 

A TOMAR NOTA...

Ao fim da tarde...

... há uns dias na Av. de Berna.

Livros arrumados



" Para grandes males grandes remédios ", e já há algum tempo que ( quase ) todo o " policiário " invadiu uma secção do roupeiro : a colecção Vampiro, a colecção Álibi, a colecção Xis, e vários estrangeiros, fazem companhia às camisas :)

Como vê, M.R., compreendo a sua luta :)

Números


200 000

O número de casas em Portugal com instalação de tv pirata. Outra faceta do empreendedorismo ...

Arrumando livros - 3

São Paulo: Abril, 1970
Este livro (que não foi meu) vinha acompanhado por um disco que já não existe.

Humor pela manhã


Começou a época dos saldos, aliás a última nos moldes antigos, com épocas fixas.

Bom dia !





Em português, para variar um pouco.

Vai um furinho?

Há uns dias fui jantar a casa de uns amigos que compraram uma caixa de furos de chocolates Regina - que deve ter sido um dos campeões de vendas deste Natal. Lá fizemos um furinho. Saiu-me este chocolates que, por acaso, era um dos que eu mais apreciava na época em que fazia furos nas caixas de chocolates (quando o rei fazia anos):
Mas o meu preferido da caixa é este:
E os infantes também nas suas variedades de morango e ananás.

Pena é que a caixa seja em cartão e não em madeira, como a que havia (e parece que há de novo) nas lojas. É usar e deitar fora...

frases assassinas

Do jornal Público, sábado, 27 de dezembro de 2014, p. 25

«Em 1992, publicou um artigo científico, entre os mais de 130 do seu currículo, que é o mais citado de sempre de um autor em Portugal. Tem agora mais de 11.000 citações. E o seu segundo artigo mais citado é... uma errata àquele artigo, o que o faz... rir»

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Boa noite!

Comemorações


Carta de Álvaro de Campos para o DN,  4 de Junho de 1915. Retirado do:
O BLOGUE DA CASA FERNANDO PESSOA COM NOTÍCIAS DE POESIA E LITERATURA


«A assinalar os 150 anos sobre o aparecimento do Diário de Notícias poder-se-iam escolher vários artigos que, ao longo dos anos, em vida ou póstumos, foram publicados sobre Fernando Pessoa. No entanto, já pensando no centenário da revista Orpheu em 2015, fica a referência à carta datada de 4 de Junho de 1915 em que Pessoa se dirige ao director do jornal, sob o heterónimo de Álvaro de Campos, esclarecendo e contextualizando alguns aspectos relacionados com aquela, nomeadamente no que toca à sua definição como futurista.

Esta carta, publicada na colecção Obra Essencial de Fernando Pessoa, da Assírio & Alvim, no volume Prosa publicada em vida com edição de Richard Zenith, está disponível para consulta na Biblioteca da Casa Fernando Pessoa»

Neve em dezembro

George Hughes - More snow
The Saturday Evening, 29 dez. 1951 

Raymond Chandler


«Sábado 29 dezembro 1973
[...]
«Ontem à noite, li algumas cartas de Chandler. É provavelmente o homem que escreveu os melhores romances policiais americanos. Muito antes de morrer, deu ao seu editor autorização para publicar a sua correspondência.
«Não direi que fiquei desiludido. Mas fiquei várias vezes exasperado. Sente-se, com efeito, que estas cartas foram escritas com vista à sua publicação. E verifiquei que é o caso de quase todos aqueles de que publicaram a correspondência.
«É difícil ser simples? Não é mais fatigante escrever cartas como excertos de antologia, pesando cada palavra, cuidando de cada frase?»
Georges Simenon - Traces de pas. Paris: Presses de la Cité, 1975, p. 145

Caixa do correio - 39

O primeiro e o último não vieram por correio, mas um teve um entreposto ou um Mercúrio. :) 
Todos lindos!

Parabéns, DN!

Faz hoje 150 anos!

domingo, 28 de dezembro de 2014

Boa noite!

Boas-festas

Está frio, muito frio, mas desde que o coração esteja quente é sempre possível desejar Boas-festas!

Filhoses

Aqui estão as filhoses do meu Natal e uma carretilha de massas, semelhante àquela com que fizeram  os cortes no meio da massa. Dantes, cortar as massas com a carretilha era o meu serviço. Sim, que para esticar a massa não sirvo - fica(va) muito grossa.

Para HMJ

E esta tem? Acho que a de António Branco foi do primeiro período da 4.ª classe em que ainda estive no Colégio Alemão. Quando saí, passei a ter esta. Há anos, não sabia da que coloquei esta manhã e comprei uma nova edição da de Tomás de Barros para me tirar dúvidas rápidas. Mas não tira muitas... Lá continuo a ir à abreviada do Celso Cunha e Lindley Cintra, que o 'matacão' é, para mim, intransponível.

"Por uma democracia social"

Li e gostei do artigo do Professor Doutor Reis Torgal sobre o Ensino Superior, a educação e a sociedade em que vivemos. Achei tão pertinente que estou aqui a partilhá-lo.

Que “licenciados” queremos? Que Universidade ou que Ensino Superior? Que Educação? Ou, sobretudo, que Sociedade?



Não sei o que Angela Merkel disse sobre os licenciados em Portugal e em que circunstâncias. O que sei é que há estadistas a preocuparem-se demais com situações de outros países e a ocuparam-se pouco dos problemas da Europa, deste “sistema” que nos aflige e que nos tem desequilibrado social e economicamente: neste mundo onde existem roubos fiscais legalizados, quebra de contratos com trabalhadores e aposentados, encerramento e deslocalização de empresas, bancos em falência, privatizações por sistema, aumento de desempregados e subempregados… Há, pois, que lutar por uma outra democracia, talvez afinal pela Democracia ou por uma Democracia Social. Mas entendo que a questão dos “licenciados a mais” é uma questão a discutir com rigor.

Num livro de que sou coautor, Que Universidade?, pus de algum modo em questão, saudavelmente, o juízo de António Nóvoa, num excelente discurso que proferiu num 10 de Junho, de que a actual geração era a mais bem preparada de sempre. Julgo sim que é a que tem mais graus universitários, pois não a considero, tendo em conta as circunstâncias de cada época, a mais bem preparada. É que não se verificou uma democratização do ensino, mas a sua massificação e, com isto, a perda de exigência dos professores e alunos e do seu sentido crítico. A própria transformação da gestão democrática das Universidades em simples gestão de tipo empresarial tirou capacidade crítica a uns e a outros. Mais: a lamentável adaptação que se fez da Declaração de Bolonha (19.06.1999) que, ao contrário das suas nobres aspirações, passou a ser apenas um processo criador de três ciclos de ensino superior, originou cursos, mais ou menos de continuidade, em que cada grau não é marcado tanto pela qualidade, mas pelo facto de o ser. O que é preciso é prosseguir numa escada de três degraus, em que cada um deles pode não ser índice de boa preparação.

Luís Reis Torgal, Ler o artigo todo
No Público, 28-12-2014.

Boa tarde.

Arrumando livros - 2

Mais uns livros da Primária:
Porto: Porto Ed., ca 1961
´Desenhei uns óculos ao Nun'Álvares Pereira. :)

Porto: Porto Ed., ca 1961
31.ª ed. Lisboa: Livr. Popular de Francisco Franco, ca 1961
Porto: Porto Ed., ca 1961
Capa de Laura Costa
Porto: Porto Ed., ca 1961
Lembram-se, ó gente da minha geração, de termos de fazer a bilha, a garrafa, o garrafão, a cadeira, etc.?

Talvez apareçam mais alguns. Havia um que eu gostava de encontrar.


Pacotes de açúcar - 95

Uns pacotes de açúcar muito giros (alguns dos quais já postados no Arpose) com doze receitas de Natal de doze países diferentes.

Em geminação como Arpose e agradecendo a quem me enviou a coleção completa.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Boa noite!

A nossa vinheta

A nossa vinheta foi pensada para desejar a todos uma boa entrada no novo ano.

Detalhe do "portal cenográfico" manuelino, obra de Diogo Castilho e de Nicolau de Chanterenne.
Igreja/ Mosteiro de Santa Cruz


Pacotes de açúcar - 94

Frente de três pacotes e verso de um deles.

Arrumando livros - 1

Aos dez/onze anos lia livros como estes:
Porto: Civilização, 1961
Li esta coleção - Aventura e História - quase toda, alguns mais de uma vez.

Porto: Civilização, 1963

Como é possível que tenham levado à falência uma editora como a Civilização?!

Restos de Outono

Lisboa, Campo Grande