Prosimetron

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sábado, 12 de setembro de 2015

Boa noite!

Rapperswil: janelas de uma Bierhaus

23 ago. 2015

Para a Ana.

Feira do Livro do Porto

Leituras no café "Le Majestic"

Uma companhia de férias foi Michel Houellebecq e o título Submissão. Nunca tinha lido nada deste autor já aqui evocado pelo Luís e pela MR. Gostei do livro e ajustou-se, em parte, ao pluralismo cultural e religioso que encontrei em Nice. É um livro que nos obriga a reflectir. Vamos acolher cerca de cinco mil refugiados. Estaremos preparados para os desafios que nos espera o futuro próximo?

Café Le Majestic com mesas exteriores que retratam pinturas de Renoir.
Achei adorável.




sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Marcadores de livros - 253


As fábulas de Kalila e Dimna

Ibn al-Muqaffa’, Kalila wa Dimna, Égypte ou Syrie, XIVe siècle : Les chacals Kalila et Dimna en train de converser © BNF

Abre hoje, no Instituto do Mundo Árabe, em Paris, e pode ser vista até 3 de janeiro de 2016, uma exposição sobre esta obra de sabedoria, inicialmente destinada à educação de príncipes. O livro de Kalila wa Dimna tem origem numa recolha de fábulas composta na Índia, à volta do século IV.

 

Castelo de Blois: os pavimentos

Achei lindos os pavimentos do Castelo de Blois, na sua maioria do século XIX.


Com votos de Parabéns, para o João Mattos e Silva. E votos de um dia Feliz.

Parabéns, JMS!

Parabéns! 
Desejo que passe um dia muito feliz.

Da Patisserie Henri Aeur umas garrafas de Champagne para festejar.
Nice

Assim eu queria o poema:
fremente de luz, áspero de terra,
rumoroso de águas e de vento.


Eugénio de Andrade, In Ostinato Rigore

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Encontro com Chagall

Finalmente, ao fim de largos anos, ao regressar a Nice, pude visitar o Museu Nacional Marc Chagall. Lembro-me do meu desânimo à sua porta por se encontrar fechado. 
Com alegria e entusiasmo percorri as salas do museu cuja arquitectura é uma obra prima de enquadramento. O tema do museu é para mim aliciante, é uma viagem espiritual ao Génesis, Êxodo e Cântico dos Cânticos
Provavelmente, algumas destas imagens já aqui apareceram. Renova-se então o encontro com Chagall.

Museu Nacional Marc Chagall de Interpretação Bíblica

Mosaico

Nice celebra Chagall

O museu mesmo cedo estava cheio

Adão e Eva no Paraíso

A entrada para uma das salas mais belas

A sala do "Cântico dos Cânticos" é a minha preferida. Por cima de cada tela  tem um trecho alusivo.
Chagall dedicou esta sala à mulher.
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1. Qu'ils sont beaux, tes pas dans les sandales, fille de prince, Le galbe de tes cuisses, tels, des joyaux, est oeuvre des main de artiste. (Ct, 7-2).

2. Avant que jour se gonfle et s'enfuient les ombres, j' irai vers moi-même au mont de la myhrre, à la colline de O'liban. (Ct, 4-6).

3. Il me baiserai des baiser de sa bouche; Oui, tes étreintes sont meilleures que le vin. (Ct, 1-2).

4. Moi dormant, mon coeur veille. Une voix: mon tape:"ouvre-moi, ma soeur, ma compagne, ma palombe, ma parfaite; Oui  ma tête est pleine de rosée, mes boucles, des éclats de la nuit. (Ct, 5-2).

5. Mon amant est pour moi un sachet de myhrre; il nuite entre mes seins. (Ct, 1-13).

No auditório - vejam-se os vitrais do pintor - assistimos a um filme com a duração de cerca de 45 minutos sobre a vida de Chagall. A narrativa é cortada com entrevistas onde se perspectiva a vida de Chagall com outros pintores franceses e a criação do museu. 


Bom dia!

Rapperswil: tabuletas

23 ago. 2015

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Marcadores de livros - 252

Frente e reverso de dois marcadores, com umas variantes. :) 
Os marcadores referem-se a este livro, que ainda tenho e foi o primeiro de Hermann Hesse que li.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Leituras no Metro - 221

Lisboa: Tinta da China, 2010

Gostei de ler este livro sobre Manuel Teixeira Gomes, cujo pai queria-o médico: «Meu pai queria que me formasse em Medicina. Cabulei. E ainda bem que não me formei.» Para bem dele e de todos nós.
Negociou em figos, viajou imenso, fez dinheiro, escreveu, foi embaixador em Londres, Presidente da República e, depois, largou tudo e foi viver para Bougie, na Argélia. Aí se instalou em 1931 e aí faleceu dez anos depois.