Prosimetron

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sábado, 27 de julho de 2019

Boa noite!


Quinta Alegre - 3

Mais uns pássaros pintados em tetos de duas salas da quinta do marquês de Alegrete:


Para Mister Vertigo.

Marcadores de livros - 1395


A fotojornalista Gerda Taro foi a primeira mulher a morrer a cobrir uma guerra. Faleceu em 27 de julho de 1937, em Brunete, enquanto registava a Guerra Civil Espanhola. Era mulher de Robert Capa.

Obrigada, Justa!


Irlanda - Caravaggio


Era interessante ver que todos paravam perante o quadro de Caravaggio e prestavam pouca atenção aos dois quadros que preenchiam o resto da parede na Galeria Nacional da Irlanda.
O que está do lado esquerdo é um Cesare Dandini; o do lado direito Giulio Cesare Procaccini.



sexta-feira, 26 de julho de 2019

Boa noite!

Finalmente!


Quinta Alegre - 2

Dois passarinhos pintados nas paredes de uma sala do palácio do marquês de Alegrete.

Para APS.

A Alemanha romântica

O Petit Palais apresenta até 1 de setembro uma seleção de 140 desenhos, provenientes dos museus de Weimar. Estas folhas excepcionais, então escolhidas por Goethe para o Grão-Duque de Saxe-Weimar-Eisenach, mas também para sua própria coleção, oferecem um panorama espetacular da idade de ouro do desenho germânico de 1780 até cerca de 1850.

Caspar David Friedrich - Paisagem de montanha com cruz, ca 1804-1805

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Boa noite!


De Dublin


Quinta Alegre - 1

O exterior do palacete.

Há uns dias fui visitar a Quinta Alegre, na Charneca do Lumiar, mandada construir em meados do século XVIII por Manuel Telles da Silva, 1.º marquês de Alegrete. Era então um palácio de veraneio como muitos que havia nos arredores de Lisboa e os seus terrenos chegavam ao aeroporto.
Hoje é propriedade da Misericórdia, que a recuperou e instalou nas antigas cavalariças e numa parte do jardim um lar para idosos. Está também planeada a construção de um lar para estudantes.

Figuras de convite que se encontram no pátio exterior do palacete.

Ao fundo, o aeroporto.

Em breve, começarei a mostrar as pinturas do interior do palácio.

Marcadores de livros - 1394


No Dia do Viajante.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Boa noite!


Pacotes de açúcar - 195

Estes dois pacotes vieram de Nápoles.

livros e férias...

D. Frei Bartolomeu dos Mártires, Braga 

Ficheiro:Frei Bartolomeu dos Martires (4).jpg

Foto de José Gonçalves  


E viu-se em Trento uma sociedade cosmopolita, requintadamente mundanal, heterogénea, que acabou por relegar para plano secundário o querubim teológico.

Aquilino Ribeiro, Dom Frei Bertolameu, As três desgraças teologais. Amadora: Bertrand, 1959 p. 100.


O que ando a ler como primeiro livro de férias em homenagem  ao beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires  cuja canonização está marcada para 10 novembro do presente ano (notícias do Vaticano).

Apesar de não ser fã de Aquilino Ribeiro estou a gostar do livro.

Resultado de imagem para aquilino ribeiro dom frei bartolomeu
A imagem foi retirada daqui:

mas comprei o livro na Lumiêre.


A todos, boas leituras! 

À bout de souffle = O Acossado


«Godard me téléphone pour m'annoncer que je serai, si je suis d'accord,  son acteur dans À bout de souffle, Je n'en apprendrai pas tellement davantage avant le début du tournage Sans me donner le scénario de Truffaut, il me résumera l'histoire de son film en ces termes: "C'est l'histoire d'un type. Il est à Marseille. Il vole une voiture pour retrouver sa fiancée. Il va tuer un flic. À la fin, il meurt ou il tue la fille, on verra." Avant de me fixer rendez-vous au Fouquet's pour conclure notre accord. [...]
«Un soir, il m'emmène dîner. Je suis content d'aller dans cette pizzeria de la rue Saint-Benoit avec lui, mais je déchante rapidement: il ne prend pas la peine de décrocher un mot. Être avec moi à table semble lui suffire. Peut-être converse-t-il avec moi en télepathie? Ma soirée sera mortelle, mais originale. Au moment de nous quitter, il semble ravi puisqu'l me dit: "On a fait un très bon repas, tu ne trouves pas?"» 
Jean-Paul Belmondo - Mille vies valent mieux qu'une. Paris: Fayard, 2018. (Le livre de poche; 34931), p. 158,160

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Boa noite!


«Nous détenons, en effet, un capital inestimable: le temps. Dans lequel nous puissons allégrement pour écumer les terraces de café, les caves où l'on écoute du jazz - Art Blackey est notre idole -, le pavet parisien dans un périmètre choisi, de Saint-Germain-des-Prés à Saint-Germain-des-Prés.»
Jean-Paul Belmondo - Mille vies valent mieux qu'une. Paris: Fayard, 2018. (Le livre de poche; 34931), p. 111

Humor pela manhã




Marcadores de livros - 1392

Verso e reverso. Serve de abanico para o Verão. :)

Leituras no Metro - 1027

Paris: Fayard, 2018

«On nous reproche d'avoir abandonné la lecture. N'avons-nous pas toute notre vieilesse devant nous pour cela? Se retirer du monde, une fois que le corps se soustrait à ume vie physique intense, pourquoi pas? Mais pas avant, pas avant.» (p. 111)

Há muita gente a pensar assim, mas de certeza que Belmondo alterou este seu planeamento de leituras apenas para a velhice. :)


domingo, 21 de julho de 2019

Boa noite!

Um filme de Fritz Lang, de 1929, aqui em versão integral.

Marcadores de livros - 1391

Frente e reverso de um marcador de uma natureza morta de Baltazar Gomes Figueira.

Natureza morta, 1640-1650
Viseu, Museu Grão Vasco

Não se entende sendo o quadro deste formato que não tenham feito o marcador com a reprodução integral do quadro.

«Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade»


Há 50 anos, Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar a Lua, como comandante da missão Apolo 11. Este feito foi visto em direto por 600 milhões de telespectadores em todo o mundo, incluindo Portugal. Ficou célebre a sua frase: «Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade.»
A missão Apolo !1 tinha mais dois astronautas a bordo: Edwin Aldrin e Michael Collins. O primeiro destes pisou a Lua dezanove minutos depois de Armstrong e afirmou que a Lua era: «uma visão de toda a beleza, uma magnífica desolação».
Michael Collins, o piloto do módulo lunar, que esperou enquanto os seus dois companheiros passeavam na Lua, escreveu no seu diário de bordo: «Agora estou sozinho, verdadeiramente só, e isolado de qualquer vida conhecida. Sou eu a vida. […] Gosto deste sentimento.»


Fotografia que Neil Armstrong tirou da sua bota deixando uma marca na Lua.
Armstrong tirou esta foto a Aldrin descendo para pisar a Lua.