Prosimetron
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domingo, 24 de julho de 2022
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
domingo, 12 de abril de 2020
Arrumações - 3
Em conjunto pela última vez os livros comprados em Bruxelas no mês de Janeiro. Já estão nas respectivas prateleiras para serem lido e/ou consultados.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
quinta-feira, 25 de julho de 2019
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Biografias e afins
O novo álbum da colecção Explora, dedicada aos grandes viajantes , da editora Glénat, versa sobre Alberto I do Mónaco, pioneiro da oceanografia, que no seu navio , o Princesa Alice, equipado do mais moderno equipamento laboratorial percorreu os mares de vários continentes .
O volume conta ainda com um dossiê explicativo de 10 páginas, da autoria da historiadora Jacqueline Carpine-Lancre .
Albert I de Monaco, le prince explorateur, Christian Clot, Philippe Thirault, Sandro, Glénat, 64p, €14
terça-feira, 26 de junho de 2018
Onde me apetecia estar - 157
Nesta bela região francesa, por onde andará por estes dias o nosso Filipe Vieira Nicolau, e um dos locais que visitará será o tão histórico Castelo de Amboise, um poucos monumentos ainda na órbita da antiga Família Real, através da Fondation Saint-Louis :
Bon voyage !
sábado, 30 de dezembro de 2017
Para M.R.
O Pai Natal não se esqueceu da nossa M.R. , e deixou-lhe uma das últimas cabines disponíveis para a edição de 2018 desta espectacular viagem . Pode ser que em 2019 outros prosimetronistas possam ir também, a começar por mim que bem gostaria :)
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Da vinheta
Setembro é um bom mês para visitar Paris, já sem a canícula e as maiores multidões dos meses anteriores, pelo que foi uma boa escolha de uns certos prosimetronistas, a quem cumpre desejar : Bon voyage !
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Leituras no Metro - 268
«Madrid, Aranda de Duero, Burgos… Nos dias seguintes, já
mais familiarizado com os mapas e guias de caminhos do século XVIII, estabeleci
com mais precisão o itinerário dos dois académicos, calculando as estalagens e
as postas, as distâncias em léguas entre uma e outra. Depois levei tudo para o
mapa de Tomás López, e por último para um guia moderno de estradas. A maior
parte das rotas atuais coincidia com as antigas estradas e autoestradas de
sentido duplo tinham vindo a substituir os velhos caminhos de roda e ferradura,
mas quase sempre o traçado era o mesmo. Verifiquei, além disso, que algumas
estradas secundárias se mantinham fiéis aos antigos caminhos, delimitadas pelos
mesmos topónimos que figuravam nos guias setecentistas […].»
«Ainda havia sol quando, ao entardecer, me sentei à mesa de
uma esplanada na Plaza Mayor de Aranda de Duero. Pedi um café, abri alguns
livros e um mapa do que levava na minha bolsa de viagem, e verifiquei que até
ali tudo coincidia com os guias dos caminhos de setecentos […].
«A praça principal de Aranda tinha mudado muito durante os
mais de dois séculos decorridos desde a viagem dos académicos; mas conservava o
seu traçado original, alguns edifícios da época e boa parte das velhas arcadas
sob as quais naquela noite de regresso da câmara, caminhavam don Pedro Zárate e
o jovem Quiroga quando se cruzaram, sem o conhecer, com Pascual Raposo. Agora
eu precisava de definir o ambiente adequado para recriar uma cena interior, de
jantar amistoso e conversa agradável entre o almirante, don Hermógenes, e viúva
e o seu filho. Qualquer dos bares ou restaurantes próximos podia encontrar-se
no mesmo lugar ocupado pela hospedaria estrecha e a estalagem trabajosa,
palavras que no século XVIII eram sinónimos de mal organizado, pobre ou miserável.»
«Cidades, hotéis, paisagens, adquirem um caráter singular
quando alguém se aproxima deles com leituras prévias na cabeça. Muda muito as
coisas, nesse sentido, percorrer a Mancha com o Dom Quixote nas mãos, visitar
Palermo tendo lido O Leopardo, passear por Buenos Aires com Borges ou Bioy
Casares na lembrança, ou caminhar por Hisarlik sabendo que houve ali uma cidade
chamada Troia, e que os sapatos do viajante levam o mesmo pó pelo qual Aquiles
arrastou o cadáver de Heitor atado ao seu carro.»
Arturo Pérez-Reverte - Bons amigos. Trad. Cristina Rodriguez, Artur Guerra. Alfragide: Asa, 2016, p. 93, 114, 129
Bailava-se nas tabernas espanholas no século XVIII.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Biografias e afins
As viagens deste extraordinário casal francês, que somam já décadas de exploração das paisagens mais distantes do nosso planeta, especialmente no grande continente asiático .
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Lá fora - 243
Uma marca icónica que se confunde com a própria história das viagens no século passado , e é a história da marca que está agora exposta no Grand Palais, em Paris . Até 21 de Fevereiro de 2016 .
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Crónica de Férias - 5
Brest foi o segundo " quartel general " da Missão Prosimetrónica à Bretanha. Não tanto pelos seus encantos particulares, mas antes pela localização geográfica muito favorável a quem quer conhecer a região.
Localização geográfica essa que faz da cidade de 150 000 habitantes um dos mais importantes portos mercantes de França, bem como o segundo porto militar mais importante ( Toulon é o primeiro ). É claro que foi também a geografia que condenou a velha cidade a ser quase completamente destruída durante a Segunda Guerra Mundial. As duas primeiras fotos são do centro administrativo da cidade, onde funciona a Mairie, estando em foco na segunda um monumento às vítimas da Segunda Guerra Mundial.
Foi um milagre o velho castelo de Brest, fronteiro ao mar, ter escapado aos bombardeamentos, e é hoje aliás sede do Museu Nacional da Marinha Francesa.
Ao fundo vê-se a bela Igreja de Saint Louis, dos anos 50, e a maior da cidade.
Uma vista do porto, que continua a ser o centro nevrálgico da cidade.
Uma das marinas, a Marina do Castelo, onde decorreu o último jantar dos viajantes deste blogue.
Come-se bem na Bretanha, Brest não foi excepção, e os prosimetronistas não estavam em dieta como se pode ver :)
Última manhã em Brest, e a descoberta de que é ao Domingo que se realiza um importante mercado, mesmo no centro da cidade :
Localização geográfica essa que faz da cidade de 150 000 habitantes um dos mais importantes portos mercantes de França, bem como o segundo porto militar mais importante ( Toulon é o primeiro ). É claro que foi também a geografia que condenou a velha cidade a ser quase completamente destruída durante a Segunda Guerra Mundial. As duas primeiras fotos são do centro administrativo da cidade, onde funciona a Mairie, estando em foco na segunda um monumento às vítimas da Segunda Guerra Mundial.
Foi um milagre o velho castelo de Brest, fronteiro ao mar, ter escapado aos bombardeamentos, e é hoje aliás sede do Museu Nacional da Marinha Francesa.
Ao fundo vê-se a bela Igreja de Saint Louis, dos anos 50, e a maior da cidade.
Uma vista do porto, que continua a ser o centro nevrálgico da cidade.
Uma das marinas, a Marina do Castelo, onde decorreu o último jantar dos viajantes deste blogue.
Come-se bem na Bretanha, Brest não foi excepção, e os prosimetronistas não estavam em dieta como se pode ver :)
Última manhã em Brest, e a descoberta de que é ao Domingo que se realiza um importante mercado, mesmo no centro da cidade :
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Marcadores de livros - 175
Espero que os nossos viajantes estejam a fazer um livro de viagens e que nos deem a conhecer algo da Bretanha.
sábado, 7 de junho de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Angkor: à volta de uma exposição
Uma exposição, que esteve patente no Museu Guimet até 27 de janeiro passado, debruçava-se sobre as origens do mito de Angkor, como a Europa, e especialmente a França, o construído em finais do século XIX e princípios do século XX. Essa exposição mostrava como o património Khmer foi redescoberto e como os monumentos de Angkor foram apresentados ao público nas exposições universais e coloniais, então realizadas.
A exposição - elaborada a partir de Louis Delaporte (1842-1925), o grande explorador francês, cujo propósito era «para trazer os museus de arte Khmer» -, apresentava cerca de 250 peças: esculturas Khmer em pedra, dos séculos X a XIII, bem como moldes de gesso, fotografias, pinturas e documentos gráficos dos séculos XIX e XX, mostrando os primeiros contactos da França com a arte do Camboja antigo.
Em cima: capa do catálogo, esgotado.
Em baixo: n.º especial da revista Beaux-Arts dedicado à expo.
Depois de ver esta exposição fantástica, tentei ver o livro de Delaporte sobre o Cambodja, o que consegui:
O livro que vi tem uma encadernação vermelha.
p. 60
p. 64
Porta de Angkor-Thom (p. 156)
Angkor-Vat: vista de conjunto (p. 206)
Louis Delaporte é o segundo a contra da esquerda.
Saint-Avertin: Alan Sutton, 2013
Madeleine é uma investigadora que nasceu com o século XX. Com a idade que Delaporte tinha quando foi a Angkor, ela conhece a viúva do explorador que lhe propõe que escreva a biografia de Delaporte.
Paris: Gallimard, 1989
Dos orientes só há dois países que eu gostava de visitar: o Vietname e o Camboja.
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