«Se alguém tiver de meter toda a sua vida numa mala — não só as coisas práticas, mas também as recordações das pessoas que perdeu e a rapariga que em tempos foi — o que levaria? A última fotografia da mãe? Um presente de aniversário da melhor amiga — um marcador de livro bordado por ela? Um bilhete do circo ambulante que passou pela cidade há dois anos [...]?»
Jodi Picoult – A contadora de histórias. Lisboa: Bertrand, 2015, p. 307.
Não tenho o marcador deste livro, mas tenho de outros de Jodi Picoult:




