Prosimetron

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sábado, 9 de setembro de 2017

Os meus franceses - 574

Claude Nougaro faria hoje 88 anos.

Cadum - 2

Em 6 ago. 2009 fiz um post com umas publicidades dos sabonetes Cadum: 
https://prosimetron.blogspot.pt/search?q=Cadum+

1931
1968

Pesquisei agora na net algo sobre a marca Cadum em Portugal, mas só encontrei os dois anúncios de cima. E vi também que Maurice Obréjan, vencedor do concurso do primeiro bebé Cadum em 1925, faleceu em 24 de junho último. Filho de um romeno e de uma polaca, foi-lhe retirada a nacionalidade francesa durante a II Guerra Mundial. Aderiu à Resistência com dezassete anos e foi preso e deportado com toda a família para um campo de concentração, tendo sido o único sobrevivente.
Em França a marca ainda existe e adaptou-se aos tempos com novos produtos.



Em geminação com Palavras Daqui e Dali.

Acrescentado às 14h20:
Estava eu a limpar o meu computador, quando me deparei com esta imagem:

Paris: Alternatives, 1990

Encontrei há uns tempos este livro na net e guardei a capa porque gostava de espreitar este livro. É hoje uma boa oportunidade para a postar. 

Marcadores de livros - 817

«Penso que não há nada mais artístico do que amar verdadeiramente as pessoas.»
Van Gogh

Bom pequeno-almoço - 51

Édouard Vuillard - Le petit-déjeuner

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Buona notte!

Leituras no Metro - 286


Lisboa, 22 ago. 2017
Estas boas-noites já estão no fim.

«16 de novembro [de 1969] «Ontem ao reler o velho romance brasileiro de Bernardo Guimarães A Escrava Isaura (para o que havia de me dar!) encontrei uma referência às boninas vermelhas
«Vermelhas? Então as boninas (que na minha infância tanto rimavam com colinas e campinas) não são sempre brancas? 
«Não – explica o bom do Moraes que consultei agora com mão matutina – as boninas tanto podem ser brancas como avermelhadas e, afinal, não passam daquilo que, nuns casos, chamamos margaridas-dos-prados, e noutros boas-noites. Um mistério que levei meio-século a decifrar.»
José Gomes Ferreira – Dias comuns VIII: Livro das insónias sem mestre. Alfragide: Dom Quixote, 2017, p. 96


Marcadores de livros - 816

O marcador e o primeiro postal são de uma foto de Joshua Benoliel e referem-se à partida do CEP para a Flandres. 

Bellezza e ornamento del libro

Os nossos viajantes em Itália foram ver esta exposição na Biblioteca dell'Archiginnasio em Bolonha:


 
Agora vejam o edifício onde se encontra a Biblioteca, já que a exposição acaba no domingo:




terça-feira, 5 de setembro de 2017

Para o Mário

Para comer umas tapas achei graça ao "Sequestrador de Beijos".

Uma sugestão para o Mário que confecciona umas compotas fantásticas.


Boa noite!

Os meus franceses - 572

Quando a Jeanne Moreau faleceu quis postar este 45 rpm, mas não me foi possível. Foi o primeiro disco que tive dela e foi-me oferecido em 1968 por uma amiga, que conheço desde sempre.



Para Maria Franco, com onze dias de atraso, avec un petit chocolat (kitsch) de Marie Bouvero:


A arte do retrato - 231


É de Sir Peter Lely, o grande retratista inglês já trazido a estas páginas por vários prosimetronistas e pintor régio de Carlos II, este desenho que depois de estar em várias grandes colecções britânicas acabou em França, onde foi vendido em Nantes a 13 de Junho por 520 000 euros, bem acima da avaliação inicial de 15 000 euros ...

Lá fora - 319




Foi em 2012 que o Centre Pompidou recebeu do casal milionário Daniel e Florence Guerlain uma doação excepcional de 1200 obras sobre papel, uma parceria que agora se estende à celebração dos 10 anos do Prix de dessin de la Fondation d' art contemporain Daniel & Florence Guerlain com uma mostra das obras de todos os vencedores ( Silvia Bachli, Marcel van Eeden, Ciprian Muresan, Charles Avery, etc ) no piso 4 do Centro Pompidou, cuja dita colecção Guerlain até já foi visitada por prosimetronistas :)


Les 10 ans du Prix de dessin de la Fondation d'art contemporain Daniel & Florence Guerlain, até 11 de Setembro, na Galerie d' Art graphique du Centre Pompidou.


Um quadro por dia - 379


Um dos melhores pintores britânicos do séc.XIX, George Frederic Watts ( 1817-1904 ) , era fascinado pelo mito de Orfeu e Eurídice, que representou pelo menos oito vezes. Esta versão, 56x76cm, é de 1870 e esteve na posse de Lilian Chapman, filha adoptiva do pintor, e dos seus descendentes até 1992 quando foi vendida pela primeira vez. No passado mês de Julho foi vendida outra vez, na Sotheby's de Londres, por 320 000 libras .

Humor pela manhã



Cabe sempre mais qualquer coisinha ... :)

Nas montras de Paris - 25

Paris: Gallimard, 2017
€35,00

Ainda há poucos dias saiu Cette chose étrange en moi e agora uma nova edição de Istanbul com 200 fotografias, algumas novas em relação às edições anteriores. Eu tenho a edição portuguesa, também ilustrada, deste livro fascinante, de modo que não me vou abalançar a um duplicado, até porque o livro é grande  e pesado.

Le Grand Condé: Le rival du Roi-Soleil?


É a primeira exposição dedicada a Luís II de Bourbon, príncipe de Condé, mais conhecido como o Grand Condé.
Primo de Luís XIV, rivalizou com o rei em vários domínios, como os artísticos e culturais, fazendo do palácio de Chantilly um "Anti-Versailhes", mais livre e tolerante.
Esta exposição, que reúne cerca de 120 peças, é uma oportunidade para descobrir as jóias da sua coleção de pintura, onde mestres como Van Dyck emparceiram com os maiores pintores do reinado de Luís XIV, como Le Brun ou Mignard. O Grand Condé foi também um amante de literatura e teatro, tendo recebido Molière, Racine, Boileau e La Fontaine na sua casa de Chantilly.
Pode ser vista até 2 de janeiro de 2018 em Chantilly.


Bom dia !

Bonjour!

Henri Dès é um cantor suíço francófono.

domingo, 3 de setembro de 2017

Os meus franceses - 570


Nas montras de Paris - 24

Orléans: Paridigme, 2017
€22,00

«Gastronomie et littérature sont intimement liées dans la société gourmande du XIXe siècle. Balzac, Baudelaire, Flaubert, Hugo, Maupassant et Zola entretiennent ainsi un dialogue fructueux avec les gastronomes de l'époque, imitant de très près leur discours si caractéristique. Romans et nouvelles évoquent l'art culinaire du temps, les aspects sociaux et moraux de l'alimentation, les contraintes de l'étiquette, la question du corps du mangeur et la relation entre gourmandise et érotisme. Relues dans cette optique, les oeuvres littéraires s'avèrent une contribution originale à la discussion sur l'art de la bonne chère. Car ces écrivains ont beau participer au culte de la gourmandise célébré par leur siècle, ils n'en dénoncent pas moins, grâce à une écriture largement ironique, nombre d'ambivalences. En passant au crible de son érudition la place de la "société gourmande" et de sa sémantique dans la littérature du XIXe siècle, Karin Becker propose une relecture passionnante et inattendue des plus grands romans du "siècle bourgeois". Du culte de la bonne chère et de son rapport à l'érotisme jusqu'aux descriptions en trompe-l'oeil de la culture gastronomique, les romanciers usent de leur art de la plume pour ironiser et égratigner en toute subtilité les travers et les dérives d'une société bourgeoise fascinée par le mythe de la gourmandise...»

Marcadores de livros - 812

A construção da Torre Eiffel.
Fotos de Durandelle.