Prosimetron

Prosimetron
Prosimetron: termo grego que designa a mistura de prosa e verso.

sábado, 18 de outubro de 2014

Boa noite!


Gérard Pelletier entrevista Simenon, que conta como criou o comissário Maigret. A entrevista passou a 6 mar. 1960.

Para APS.

Restauro de O Atelier do pintor de Courbet

«L’Atelier du peintre é, há anos, o nosso quadro doente, e chegámos à conclusão que era esta a ocasião para afrontarmos o problema», diz Olivier Simmat.
Com esta campanha, o Museu d'Orsay espera juntar €150000,00.

Amanhã na Galeria Monumental

«O Manuel perdeu uma palavra. Confirmou nos bolsos, onde costuma carregar palavras, passeá-las, e faltava-lhe uma. Não sabe exactamente que palavra é. Ou que palavra era. Ou que palavra foi. Pede ajuda aos amigos e aos primos. Para saber que palavras ainda guarda nos bolsos (que é como quem diz: no coração e debaixo da língua), tem que descobrir a palavra perdida. Terá? Este é o primeiro livro para a infância e juventude de Inês Fonseca Santos, que encontrou em Marta Madureira a intérprete certa para acompanhar com imagens desafiantes esta pequena viagem de descoberta da linguagem. Quase sem querer, o narrador descobre a importância das palavras para com elas descobrir o mundo e nomear as suas «partes»: as ruas, as casas, a família. O ritmo poético da narrativa vai sendo ilustrado, de modo quase abstracto, mas orgânico, por um conjunto de pequenas peças que nos ajudarão a compor, como num jogo, um destino. Para o Manuel personagem, mas também para nós seus leitores-parceiros». (Diário Digital)
Lisboa: Arranha-céus, 2014
€13,00

Pintores vistos por pintores - 25

George Frederic Watts - Retrato de William Morris, 1870

O salão de George Sand

Uma dúzia de retratos expostos no sala de jantar da casa de George Sand em Nohant, onde a escritora morreu em 8 de junho de 1876, fazem reviver aos visitantes a atmosfera criadora de lugares como este, no século XIX.
Durante mais de 30 anos, a autora reuniu nesta casa artistas e escritores, como Chopin, Eugène Delacroix, Auguste Clésinger, Théophile Gautier, Alexandre Dumas (pai e filho),  Gustave Flaubert ou Juliette Adam. 
A exposição pode ser visitada até 26 de outubro.

Bom pequeno-almoço - 43

Hoje há por onde escolher, nestas três fotos de John Dominis:

Pequeno almoço irlandês. 
Pequeno almoço mexicano.  
Pequeno almoço russo.

Um minuto de silêncio

Um minuto de silêncio, tão pouco, em homenagem Nacional aos Mortos da Grande Guerra.

Cartas de Amor... em tempos de guerra.


França, 26 de Maio de 1918: “Cá recebi o que vinha dentro da carta, o botãozinho de rosa com o laço de fita de seda, fico-te obrigado que são lembranças muito apreciadas por mim (...) recebe mil saudades e um aperto de mão deste que te ama muito (...)” LINK

***
França, 21 de Maio de 1918: “Alguma lágrimas chorei também a ver-me perdido e desgraçado durante as horas tão terríveis que passei, onde só pensava em Deus, porque via-me cercado [pela] morte. Pensava também muito em vós, meu único bem, e na família que me resta ainda. Nestas horas aflitas que passei, pensei e lembrei-me das últimas horas junto de ti, na véspera da minha despedida. Naquela data, sem saber o que era a guerra, mas pensando tudo ruim, interroguei-me se te tornaria a ver ou não. Pois daqui a uns dias faz um ano que cheguei a França e ainda hoje mesmo pergunto ao futuro se nos tornaremos a ver juntos (...) Por hoje não te enfado mais, dá muitos cumprimentos à tua família e recebe milhares de saudades e um aperto de mão bem apertado deste que tem esperança de te ver em breve (...)” LINK


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Os meus franceses - 359

O Moulin Rouge fez 125 anos no passado dia 7 de outubro.
Ler em: 
http://tempsreel.nouvelobs.com/culture/20141007.OBS1310/le-moulin-rouge-a-125-ans-et-une-sante-insolente.html

Este belo filme de Jean Renoir retrata a construção do Moulin Rouge.


Boa noite!

As capas


Não se podem julgar os livros pelas capas mas elas acabam por influenciar o leitor no momento da compra, em maior ou menor escala. Isto a propósito da capa deste livro de poemas de Alice Vieira, uma das mais bonitas e originais que tenho visto nos últimos tempos.

L'Esprit de Montmartre et l'Art Moderne: 1875-1910

 Steinlen - L'apotheose des chats

Esta exposição que abre hoje no Museu Montmarte, em Paris, convida à descoberta de artistas de Montmartre, na viragem do século XX, mostrando a importância desta vanguarda artística.
A mostra pode ser vista até 25 de setembro de 2015.

Passeando em Lisboa - 9

Rua Marques de Ponte de Lima, 11 out. 2014

Gerald Murphy

Razor, 1924
Dallas Museum
Uma espécie de natureza-morta com três objetos do quotidiano: Caixa de fósforos, caneta e gillette.
Relógio, 1925
Dallas Museum
Cocktail, 1927
Whitney Museum of American Art
Wasp and pear, 1929
MOMA

Olhando para estes quadros, compreendemos por que Fernand Léger chamava a Murphy o único pintor americano de Paris: era o único pintor que dava réplica à pintura francesa de então.

Gerald Murphy chegou a Paris com a mulher, Sara Sherman Wiborg, em 1921. Nesse ano, Gerald Murphy passou na galeria de Paul Rosenberg e ficou perturbado ao ver quadros de Braque, Picasso e Juan Gris. Disse à mulher: «Se isto é pintura, é o que quero fazer.» Só pintou durante nove anos.

Scott Fitzgerald inspirou-se em Sara e Gerald Murphy para criar as personagens de Nicole e Dick Diver de Terna é e noite.
Lisboa: Relógio de Água, 2011
Jennifer Jones e Jason Robards interpretando Nicole e Dick Diver no filme de Henry King.

Um quadro por dia


Maria Eduarda Lapa ( 1895-1976 ), Natureza morta com flores de Outono, óleo sobre tela, Museu da Guarda.

Um museu que não conheço, numa cidade que nunca me disse muito. Mas quem sabe um dia.

Humor pela manhã


Bom dia !





A abertura de As Vésperas Sicilianas de Verdi.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Boa noite!

Marianela Nuñez e Federico Bonelli, um par brilhante.

Maçãs, pêras e flores

No seguimento do registo de MLV, «Sentar,não» assinala-se o Dia da Alimentação Saudável.


Gustave Courbet, Still Life Apples Pears and Flowers on a Table,
Norton Simon Museum, Pasadena, CA, USA
(WikiArt)

Sentar, não


Estar sentado é o novo fumar, garantem vários estudos americanos. Afinal, parece que existe uma relação direta entre o estado de saúde e o número de horas passadas na vertical que nos faz bem, incluindo comer de pé.

Os estudos valem o que valem, mas o certo é no passado houve personalidades conhecidas que eram adeptas de realizar determinadas tarefas de pé, como escrever ou pintar. Fernando Pessoa escrevia de pé sobre uma cómoda que se encontra na sua casa-museu. Eça de Queiróz gostava de escrever sem se sentar, numa mesa alta, hoje na casa de Tormes. Leonardo Da Vinci trabalhava sempre de pé. Churchill gostava de beber, fumar charutos e estar de pé e Hemingway escrevia à máquina numa mesa alta. 

O Quarto Azul

Estreia hoje este filme de Mathieu Almaric, baseado num livro de Simenon, La chambre bleue ou les amants frénétiques.
Lisboa: Bertrand, 1966
Capa de José Cândido.

O quarto azul é o local onde Tony e Andrée, «os amantes desenfreados», se encontram.

Les Roches Noires, o hotel em Sables d'Olonne onde Tony vai passar umas férias com a mulher Giséle e a filha Marianne.
E mais não digo!

Marcadores de livros - 189

Mais uns marcadores com pinturas de Cranach, no dia da sua morte.

Anarchy and Beauty: William Morris & his legacy


Na National Portrait Gallery, está patente uma exposição na qual pode avaliar o génio de William Morris.
Figura extremamente influente no século XIX e início do XX, William Morris foi um homem político que ajudou a popularizar a arte e o design. Um artesão talentoso e designer, contribuiu decisivamente em muitas disciplinas, particularmente na do têxtil, na do papel de parede e nas artes gráficas.
Este extenso olhar sobre o seu trabalho mostra, pela primeira vez, algumas raridades nas áreas dos retratos, livros, jóias e móveis, como o Socialist diary.
A exposição que pode ser vista até 11 de janeiro de 2015.


Ilustração de Edward Burne-Jones para a edição de The Earthly Paradise, com gravura em madeira de William Morris.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Boa noite!

António Dacosta

sem título
António Dacosta, s/título, 1948,
CAM

«O Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian anunciou hoje que vai lançar na quinta-feira o catálogo "raisonné" de António Dacosta (1914-1990), o primeiro artista português a ter toda a obra reunida "online".
A diretora do CAM, Isabel Carlos, disse hoje, em Lisboa, num encontro com jornalistas, que o catálogo será lançado propositadamente no dia da inauguração da exposição sobre a obra António Dacosta, assinalando o centenário do nascimento do artista.
"É um catálogo excecional, porque será o primeiro 'raisonné' 'online' em Portugal, e dos poucos que existem no mundo", sublinhou a responsável, justificando que o CAM decidiu criá-lo "a pensar no público que já só usa o formato digital".»
No Destak

Baccarat: 250 anos

Por ocasião dos 250 anos da fábrica de cristais Baccarat, o Petit Palais, em Paris, apresenta, a partir de hoje, a exposição «Baccarat: la légende du cristal», na qual podemos ver obras da mais conhecida manufatura de cristais do mundo, 'nascida' em 1764. A exposição apresentas criações concebidas pela Baccarat para as grandes exposições parisienses de 1823 a 1937, no decurso das quais a fábrica adquiriu renome internacional, conseguido encomendas no mundo inteiro. A exposição encerra a 4 de janeiro de 2015.

Por outro lado, no Museu Baccarat, em Paris, há uma exposição, até 24 janeiro de 2015, na qual são  apresentas 250 peças, representativas dos 250 anos da fábrica.

Paris: Pension Guillier

Parece-me que APS já se referiu a este exemplar do , com dedicatória a António Cândido e que foi a leilão no passado dia 6 de outubro.
Fui procurar o 21, rue Valette, em Paris. Já sabia que era perto do Panteão, mas não que então, 1872, aí funcionava a Pension Guillier:
Foi nesta Pension que António Nobre esteve hospedado entre maio e maio de 1872, de enviou cartas para seu pai, Augusto Nobre e Rafael Bordalo Pinheiro (as sobreviventes).
Um dia, hei-de falar das várias residências que António Nobre teve em Paris.

«Amei Paris como nunca o amara. Vi arte nova, fiz anarquismo platónico [...9 fiz a noce, enfim, quis iludir-me a mim próprio [...]. »
(Carta a José de Castro, fev. 1894)

Será que o galo cantou?

Martim Moniz, 12 out. 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Boa noite!

Sade. Attaquer le soleil

Franz von Stuck - Judith et Holopherne, 1927
Óleo sobre madeira

O marquês de Sade revolucionou a história da literatura como a das artes,  primeiro de um modo clandestino e depois tornando-se um verdadeiro mito.
A obra do «Divino Marquês» põe em causa de modo radical o limite, a proporção, a noção de belo e de feio, o sublime e a imagem do corpo. Ele livra-se de todos os pressupostos religiosos, ideológicos, morais e sociais.
Para Annie Le Brun, especialista de Sade e comissária da exposição, esta destaca a revolução aberta pelos textos do escritor. São abordados os temas da ferocidade e da singularidade do desejo, do bizarro e do monstruoso, através de obras de Goya, Géricault, Ingres, Rops, Rodin, Picasso…
O Museu avisa que «o carácter violento de certas obras e de certos documentos é suscetível de ferir a sensibilidade dos visitantes».
A exposição pode ser visitada até 25 de janeiro de 2015.


O Nouvel Obs, no seu site escreve «Exposition Sade: le musée d'Orsay opte pour une promo bandante», referindo-se a um vídeo promotor da exposição que, colocado on line a 8 de outubro já teve mais de 150000 visitantes. Só é visível aos maiores de 18 anos.
http://tempsreel.nouvelobs.com/video/20141014.OBS2041/exposition-sade-le-musee-d-orsay-opte-pour-une-promo-bandante.html

DIAS DA MEMÓRIA | FAÇA HISTÓRIA PARTILHANDO A SUA

Assembleia da República 
17 de outubro: 15h00-18h00 | 18 e 19 de outubro: 10h00-18h00


Tem recordações e memórias da Primeira Guerra Mundial?

O postal ou a carta de um familiar, o diário de um soldado ou os objectos que usou… conte-nos as histórias e partilhe as memórias de quem partiu para a Guerra mas também de quem ficou e sofreu os impactos do maior conflito conhecido até então.

A Assembleia da República vai ser o palco, entre 17 e 19 de Outubro, de uma iniciativa que visa identificar e registar memórias, conhecer documentos, imagens, objectos ou testemunhos da presença portuguesa na Primeira Guerra Mundial.

Cartas, fotografias, diários, poemas, objectos, registos sonoros ? Queremos preservar esse material e partilhá-lo na internet para que toda a gente possa conhecer melhor o que a Grande Guerra significou para as famílias portuguesas

Traga as suas recordações e memórias aos Dias da Memória, na Assembleia da República, dias 17 a 19 de Outubro de 2014. Queremos conhecer as suas histórias, fotografar ou digitalizar as suas fotografias, objectos, documentos.

Faça História partilhando a sua

Para mais informações contacte: memoriasdeguerra@portugal1914.org 
Ou consulte:  http://www.parlamento.pt | www.portugal1914.org | www.facebook.com/memoriasdaguerra

Memórias da Grande Guerra em Portugal

Em 2014 assinala-se o 100.º aniversário do início da Primeira Guerra Mundial.
Mas qual o significado deste acontecimento para as pessoas em Portugal?
Que significou a guerra para os soldados que partiram para a linha da frente, as suas famílias e todos os que ficaram em Portugal ?
Tal como outros países, Portugal foi profundamente afectado pela Primeira Guerra. Inicialmente neutral, formalmente beligerante a partir de 1916, Portugal participou na Grande Guerra, tendo mobilizado mais de 100 000 homens. Entre estes, cerca de 8 000 perderam a vida nas trincheiras da Flandres ou nos campos de batalha de África, em Angola e Moçambique. A Grande Guerra teve um impacto profundo no campo económico e social, fazendo-se sentir no quotidiano dos portugueses; influenciou todos os aspectos da vida do País, incluindo o campo cultural e artístico. Os seus efeitos políticos foram determinantes. A Guerra eclodiu pouco depois da transição de regime político que colocou Portugal ao lado da França e da Suíça como únicas repúblicas no quadro europeu, acabando por condicionar o seu percurso. Independentemente disso, o embate da Guerra foi penetrante e brutal, perene na história e na memória do País, contido na história colectiva e dos que a viveram directa ou indirectamente. Importa recordá-los.

Como participar?

Durante três dias, 17 a 19 de outubro, o Parlamento vai abrir as portas para fazer o registo - em vídeo, áudio ou imagem - do testemunho de familiares ou de objectos relacionados com a Primeira Guerra. Para participar nos Dias da Memória basta deslocar-se à Assembleia da República para contar as suas memórias e mostrar as suas recordações. Será recebido por especialistas disponíveis para digitalizar ou fotografar os seus materiais e para registar a informação e disponibilizá-la através da internet através do projecto Memórias da I Guerra Mundial 1914-1918 (https://www.facebook.com/memoriasdaguerra e www.portugal1914.org). Há quem leve fotografias, postais, cartas, medalhas, testemunhos gravados de combatentes, uma granada espoletada, um kit de sobrevivência, uma farda – qualquer recordação é válida. A História é feita de pessoas, compreendendo as suas dimensões individuais e colectivas. A identificação e a divulgação de recordações, relatos, memórias, fotografias, documentos ou objectos, e das histórias que lhes estão associadas, é essencial para o aprofundamento do estudo da I Guerra em geral e, em particular, para analisar e compreender a importância desse conflito no nosso País. A iniciativa já foi concretizada em diversos países sob a designação de Collection Days e está associada ao projecto internacional de digitalização e disponibilização de conteúdos financiado pela União Europeia, Europeana 1914-1918, para o qual a FCSH-IHC já contribui contando com a colaboração de diversas instituições (Arquivos Histórico Diplomático e Militar, Biblioteca Nacional, Câmaras Municipais de Lisboa e de Cascais, Guarda Nacional Republicana, entre outras). A par da disponibilização dessas memórias através do projecto Memórias da I Guerra Mundial contribuirá para o projecto europeu Europeana 1914-1918. A Europeana 1914-1918 (http://www.europeana1914-1918.eu/en). Europeana é a biblioteca, o arquivo e o museu digital europeus. Em 2011 a Europeana lançou o projecto de história familiar 1914-1918 para recolher memórias e histórias familiares das frentes interna e de combate. Desde então, realizaram-se actividades de recolha de histórias e memórias em vários países da Europa e já se registaram mais de 45 000 imagens digitais. Entre elas, incluem-se diários inéditos, mapas desenhados à mão, retratos, desenhos e fotografias recordando a vida sob fogo ou na frente interna. O projecto, envolvendo a participação de mais de 10 países europeus, constitui um arquivo pan-europeu virtual da Primeira Guerra Mundial.

The Last Sitting



The Last Sitting (junho de 1962) é o nome da última sessão fotográfica que Marilyn Monroe fez, antes vir a morrer alguns dias depois. Para este trabalho com Bert Stern, para a Vogue, a atriz ficou fechada durante três dias num quarto do hotel Bel Air, em Los Angeles, para um ensaio que deu origem a mais de 2.500 fotos. 

Pulp Fiction faz hoje 20 anos


Faz hoje 20 anos desde que estreou o filme Pulp Fiction, um marco do cinema que lançou para a ribalta Quentin Tarantino. Cheio de referências ao cinema dos anos 70 e um leque de atores extraordinário, o filme tinha tudo: linguagem sem filtro, violência imparável e uma sucessão de acontecimentos absolutamente improváveis misturados a um ritmo alucinante.
Pulp Fiction foi nomeado para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original. Ganhou também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme. Para muitos a sua banda sonora está na lista das melhores de sempre.
Contudo, o filme tinha um mistério que a sua história nunca desvendou: Afinal o que está dentro da mala de Marsellus Wallace? Foi revelado anos depois por Tarantino. Vejam aqui:
http://raiofilmes.blogspot.pt/2011/08/quentin-tarantino-conteudo-da-mala-de.html

Metro - um serviço seguro?

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/inundacoes/mau-tempo-as-imagens-de-uma-lisboa-completamente-alagada

Todos devemos ter visto as imagens de ontem em Lisboa. Claro que a chuva caiu em baldes. mas todos também ouvimos que as bombas de água do Metro está avariadas há anos. É isto admissível? Será o Metro um transporte seguro?
Já aqui falei, de outros vezes, das saídas de Metro encerradas depois das 21h00 e aos fins de semana (o que não me parece dar segurança nenhum a quem viaja nele), do mau funcionamento das escadas rolantes, da plataforma para deficientes, agora já instalada, na Estação Baixa-Chiado, mas que continua inativa, e da falta de funcionários nos átrios das estações (há estações onde não se vê um único funcionário)...
E que faz a ASAE?

Álvaro Magalhães

Metro, Lisboa, 7 out. 2014
Gosto muito dos livros de Álvaro Magalhães; e os miúdos também, o que me parece uma boa via para se saber se é um bom escritor para crianças.
Porto: Porto Ed., 2014
€15,50