Prosimetron

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sábado, 31 de agosto de 2019

Os meus franceses - 710



São servidos?

Foto Jad.

De uma pintade fermière des landes aux choux et aux lardons, no Polidor? Eu sou.
Quando vou ao Polidor, quando peço o prato peço também o baba au rhum, para ficar guardado e não desaparecer... Da primeira vez comi um a meias, mas das outras é um inteiro só para mim.

Nas ruas de Paris - 5

Esquina da rue d’Assas, 28 com rue de Vaugirard, 74.
Fotos Jad.

Já aqui passei, mas não reparei nas inscrições no edifício.


Marcadores de livros - 1423



Obrigada, Ana!

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Amanhã na Feira da Luz



Nas ruas de Paris - 4

Rue d'Assas
Foto Jad.

O poeta Louis Mandin publicou vários livros e foi secretário de redação do Mercure de France. Foi morto em Sonnenburg  em 28 de junho de 1943. A mulher, Marie Louise, faleceu no campo de Bergen-Belsen em abril de 1945. 

O filme, a herdade e a sua história




Gosto do ator Albano Jerónimo e, portanto, estou curioso por ver A Herdade, o filme que ele protagoniza e que vai chegar às salas de cinema em setembro. Entretanto, está indicado para os prémios Goya e terá estreia mundial no Festival de Veneza. É a primeira vez nos últimos 14 anos (depois de O Fatalista, de João Botelho, em 2005) que um filme de produção nacional está na competição daquele festival italiano.
O filme passa-se aqui a dois passos de Lisboa, em Alcochete, na Herdade da Barroca, propriedade da família Lupi. Além de ser uma das mais bonitas propriedade ribatejanas, tem uma história que remonta ao séc. XVI, quando os terrenos da Barroca d’Alva pertenciam à Coroa Portuguesa, desde 1585, tendo merecido mais tarde reconhecimento como espaço agrícola em 1767.
Foi nessa altura que Jácome Ratton obteve da Coroa o seu arrendamento perpétuo e iniciou, na herdade, o plantio de amoreiras para reforço da criação de bichos-da-seda, a partir dos quais era abastecida a Real Fábrica das Sedas, então nascida na zona a norte do atual Largo do Rato, em Lisboa, de então conhecida como Amoreiras.
Em 1867, a propriedade viria a ser adquirida por José Maria dos Santos, antepassado do atual proprietário – José Samuel Pereira Lupi. É sob a direção deste último que, hoje em dia, a Herdade da Barroca d’Alva mantém em atividade uma coudelaria além do aproveitamento do vasto montado de sobreiro que a integra e dos terrenos de regadio que a delimitam a Norte e a Poente.
No seu extenso monte, cujas construções mais antigas datam do séc. XVIII e que foram iniciativa de Ratton, é possível observar as instalações da coudelaria, de que fazem parte um antigo picadeiro interior e outro exterior de construção recente, as cavalariças e a sala dos arreios; a praça da tenta, a Capela de Nossa Senhora da Graça e inúmeras instalações ligadas às atividades aí desenvolvidas. Além de dispor de um hotel rural, a herdade conta com 1800 ha e situa-se junto à Reserva Natural do Estuário do Tejo, possibilitando belos passeios de BTT, todo terreno e diversas atividades desportivas como equitação e pesca.

Quem esteve «Au Trappiste»?

O nosso prosimetronista 'parisiense' que foi comer umas moules e beber uma sidra.


Marcadores de livros - 1422

 
Versos e reversos de dois marcadores da livraria Orell Füssli (Zurique).

Orell Füssli foi a primeira tipografia de Zurique e foi fundada em 1519 (faz este ano 500 anos) por Christoph Froschauer. Na sua tipografia foram impressas obras de Erasmo, de Lutero e de Zwingli. Entre 1520 e 1564, saíram dos seus quatro prelos cerca de 700 títulos correspondendo a quase um milhão de exemplares. O papel usado era produzido pela fábrica de papel de Limmat, também operado por Froschauer. Quando este faleceu, a loja passou para o seu sobrinho Christoph Froschauer, o Jovem (1532-1585).
Esta tipografia também imprimiu as notas do Banco Suíço até 1911.
No final do século XVIII, a sua livraria em Zurique era muito conhecida e procurada.

Félix Fénéon. Les arts lointains


Félix Fénéon, anarquista, crítico de arte e marchand, foi um dos mais importantes colecionadores de artes primitivas entre os finais do século XIX e os inícios do XX. O Museu do Quai Branly-Jacques Chirac presta-lhe homenagem numa exposição que pode ser visitada até 29 de setembro.


quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Boa noite!


Rosas de Leiden

Foto Jad.

O «Tesouro dos remédios da alma» - 35


Um prosimetronista está em Leiden e já tem o livro aconchegado no berço. :)

Marcadores de livros - 1421

Ingres - A grande odalisca, 1814
Paris, Louvre


Com um agradecimento à Luisa.

As princesas e os sapatos de ferro

Lisboa: Romano Torres, 1948

É uma «novela infantil original» da autoria de Leyguarda Ferreira, publicada na coleção Manecas. Tem ilustrações de Alfredo Morais, mas a capa parece ser de Amorim.
Especificarem tratar-se de «novela infantil original» deve-se ao facto de a coleção Manecas publicar muitas adaptações de contos tradicionais e resumos de romances infantis.
Lembrei-me deste livro por um post no Arpose. Mas se o conto a que APS se refere foi lido numa antologia, é capaz de não seja este... 

Em geminação com o Arpose.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Os meus franceses - 709


O populismo português

«Afinal, confirmou-se: o dr. Pardal Henriques é candidato à Assembleia da República pelo partido de Marinho e Pinto. Quem pretender estudar o populismo português, em todo o seu esplendor, deve levar estes dois exemplares para o laboratório.»

Vasco Pulido Valente
Público, 24 ago. 2019

Quotidianos - 141

A tomar um refresco numa esplanada parisiense.
Desenho de Mars.

Uma sugestão para o prosimetronista que anda por Paris. De manhã, um café e um croissant. :)

Marcadores de livros - 1420


Nos últimos dias, a temperatura vai aumentando ao longo da manhã e parte da tarde. Veremos como vai ser hoje... se vamos precisar de leque. :)

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Os meus franceses - 708


O «Tesouro dos remédios da alma» - 34

O «Tesouro dos remédios da alma» é para todos.

Secção infantil da Biblioteca Pública de Burgos.
Foto Jad, 23 ago. 2019.

Quotidianos - 140

Paris: BnF, 2016

Publicado em 1890, este álbum da autoria de Mars, contém 32 cenas da vida quotidiana em paris na Belle Époque. Chaque ilustração é acompanhada de uma legenda em forma de diálogo ou de um pequeno poema. Mars, pseudónimo de Maurice Bonvoisin foi um caricaturista e aguarelista belga que se iniciou no Journal amusant em 1873. Depois de se estabelecer em Paris, colaborou com muitas revistas francesas e inglesas, nas quais publicou os seus desenhos.
A BnF reeditou este álbum dentro da sua política de conservação patrimonial de obras francesas impressas. 


Marcadores de livros - 1419

Marcador do livro feito a partir do novo filme da Disney.


1969: Movimento associativo estudantil em debate

Ver aqui.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

domingo, 25 de agosto de 2019

Boa noite!


O chá das cinco - 124

De um teto da Quinta Alegre e para encerrar os posts dedicados a este palacete.

Marcadores de livros - 1417

Um marcador magnético com azulejos do século XIX. Com um agradecimento à Paula e ao Rui.

Museu da Libertação de Paris

Hoje, 75 anos depois da Libertação de Paris, abre um novo museu na capital francesa dedicado à Resistência e ao fim da Guerra. Este novo museu absorveu dois antigos museus que se encontravam em Montparnasse: do general Leclerc e Jean Moulin, que eram fraquinhos.


A ver numa próxima ida a Paris.