Prosimetron

Prosimetron
Prosimetron: termo grego que designa a mistura de prosa e verso.

sábado, 8 de agosto de 2009

Domingo - 2

Amanhã é domingo
pé de cachimbo
galo monteiro
pisou na areia
areia é fina
que dá no sino
o sino é de ouro
que dá no besouro
o besouro é de prata
que dá na barata
a barata é valente
que dá no tenente
o tenente é mofino
que dá no menino
o menino é danado
que dá no soldado
o soldado é valente
que dá na gente.

Aguaviva: Luna, luna, luna


Poema de Federico García Lorca e música de Manolo Diaz.

Hoje vou ver...


Goodbye again, de Anatole Litvak (1961),
baseado no romance Aimez-vous Brahms?, de Françoise Sagan.
com Ingrid Bergman, Yves Montand, Anthony Perkins, etc., etc.; e música de Georges Auric.

Petits Morceaux de Bonheur: 8 - As Crónicas de Pedro S. Guerreiro

Uma dos elementos que mais aprecio em Portugal (para além da luz, do Sol, da largueza do Tejo, do mar e da temperatura amena) é a visão do mundo expressa por Pedro S. Guerreiro, o actual director do "Jornal de Negócios" (e contribuidor da revista "Sábado"). As suas crónicas apresentam perspectiva, estrutura, análise e (admito que possa ser relativa) independência que raramente encontro na imprensa nacional, seja qual for o meio.

Para mim, é de longe o melhor jornalista a trabalhar actualmente em Portugal (admitidamente, o tema de 'negócios' é-me profissionalmente mais próximo).

Para ler ou reler


Leonor Xavier - Raul Solnado: A vida não se perdeu
Lisboa: Oficina do Livro, 2003
A 1.ª ed. saiu em 1991.

Raul Solnado


Todos temos um fim...
Conheci e convivi com Raul Solnado, a quem tratava por "irmão", durante alguns anos. Passou hoje ao oriente eterno, com 79 anos de idade.

Petits Morceaux de Bonheur: 7 - Hand Wash Molton Brown



Os produtos da Molton Brown vendem-se desde 1973, quando começou um cabeleireiro com o mesmo nome em Mayfair, Londres. O leque de produtos é abrangente, sendo os meus favoritos os hand wash de rosé granati e blu maquis. Mais recentemente, fui-me tornando adepto das velas aromáticas.





Nuno Barreto


Nuno Barreto - Auto-retrato

Só hoje soube da sua morte. Fiquei chocadíssima. O primeiro contacto que tive com a sua pintura foi através de uma gravura editada pela Cooperativa de Gravadores Portugueses, há largos anos. Depois vi uma exposição, talvez em 1982 (não consigo encontrar o catálogo!), na galeria da Livraria Bertrand, no Chiado. Maravilhosa exposição. Fiquei sempre arrependida de não ter comprado um daqueles quadros com árvores do Douro.
Nuno Barreto foi professor da Escola de Belas-Artes do Porto. Mais tarde, instalou-se em Macau, onde foi o principal dinamizador da Escola de Artes Visuais, inaugurada em 1989, e que esteve na origem da actual Escola Superior de Artes.
Faleceu no dia de São João, no Porto.


Nuno Barreto - Sem caminho entre ruínas
Acrílico sobre tela, 1986

«O charme de se viver num país com passado! O toque cultural que as ruínas emprestam à paisagem...Às vezes, o nosso presente está tão atravancado de ruínas do passado, que é impossível alargar um passo para o futuro.»


Nuno Barreto - Natureza morta com três pontes
Acrílico sobre tela, 1995
Macau, col. Restaurante do Clube Militar

«No friso superior mostra-se uma vista de Macau tal qual se pode ver desde o alto da Ilha da Taipa. Quem se aproxime da tela, poderá distinguir, perto do centro, a Ponte Velha; à direita a Ponte Nova, ondulante nas suas duas corcovas e, na extrema esquerda, a ainda incompleta ponte chinesa que hoje já liga duas ilhas vizinhas. A composição em geral faz alusão ao passado, ao presente e ao futuro, este que, em 1995, era tão incerto como uma estrada que avança pela noite.»


Nuno Barreto - Labirinto junto ao Estuário
Acrílico sobre tela, 1999
Col. Autoridade Monetária e Cambial de Macau

«Tenho uma queda pelos labirintos. Este situei-o no estuário do Rio das Pérolas ou, para traduzir com mais rigor, Rio Cor de Pérola. Só o labirinto é inventado. Lá ao longe é o que se vê da janela.»

http://geocities.com/nbarreto41_98/NB_home.html
http://pontofinalmacau.wordpress.com/2009/06/25/o-artista-que-tinha-macau-no-sangue/

Conhecem Django James?

Só ouvi falar muito recentemente, mas fiquei fascinado com este jovem dandy de 18 anos, filho de Dave Stewart, dos Eurythmics, e de Siobhan Fahey, vocalista das Banarama. E como filho de peixe sabe nadar, o jovem Django James ( e até gosto do nome, que me lembra o saudoso Django Reinhardt) é cantor, tem uma banda, e uma voz que vai dar que falar como dá para ver neste pequeno vídeo onde ele fala do seu percurso pessoal e musical.

Ravissante! Felicity Huffman

Felicity Huffman é uma actriz norte-americana.

Nascida a 9 de Dezembro de 1962 em Nova Iorque, começou a sua carreira na televisão com participações especiais em séries como "Ficheiros Secretos", "The West Wing" ou "Frasier". Em paralelo, actua no teatro, off-Broadway (a sua actuação na peça "Cryptogram" de David Mamet obtém-lhe um prémio OBIE de Melhor Actriz em 1995).

Em 2004, começa a interpretar o papel de Lynette Scavo em "Donas de Casa Desesperadas" / "Desperate Housewives", passando a ter reconhecimento internacional.

No ano seguinte, interpreta uma transexual homem-para-mulher em "Transamerica", que lhe obtém o Globo de Ouro de Melhor Actriz e uma nomeação para os Óscares.

Para além destas honrarias, já conta com quatro nomeações para os Globos de Ouro como Melhor Actriz numa série de comédia (três por "Donas de Casa Desesperadas"), duas para os Emmy (venceu em 2006), seis para os SAG (venceu um prémio individual e dois de conjunto, outra vez por "Donas de Casa Desesperadas").

É ravissante pelo humor auto-flagelatório e com que diz ser "não ser bonita", a par de uma força cansada com que suporta o mundo às costas, qual Atlas.

8 de Agosto de 1709


Faz hoje precisamente 300 anos que o Padre Bartolomeu de Gusmão efectuou o terceiro lançamento de balões a ar quente, perante D.João V e a sua corte, na Sala das Embaixadas da Casa da Índia. Infelizmente, o mecenato real que dava pensões e mercês por tudo e por nada, não foi generoso com o Padre Voador, como ficou para sempre conhecido este pioneiro do voo em balões:

" (...) Portugal, o país onde ocorreu tão heterodoxo desafio ao « impossível », não soube valorizar a ousadia, desprezando-a e cedendo a outros europeus- os irmãos Montgolfier, mais de sete décadas depois ( 1783 )- a primazia no voo humano.
De nada valeram a Bartolomeu os seus entusiastas protectores, o duque de Cadaval e o marquês de Fontes, que acalentavam usufruir um dia deste « estupendo arbítrio que em oito dias poderia mandar avisos ao Brasil, em poucos mais à Índia, em três dias a Roma e em uma hora às fronteiras do reino » .
Com efeito, no Portugal sonâmbulo e peripatético de 1709, totalmente alheio às ciências físicas experimentais, não houve ninguém capaz de avaliar em termos científicos o que realizara Bartolomeu de Gusmão sob o ponto de vista da primeira demonstração prática do princípio da mecânica de Arquimedes aplicado aos fluidos aéreos. Reduziu-se o facto às saloiadas « poéticas » dos Pinto Brandões e similares, supersticiosos filhos do Santo Ofício que fecundaram os nossos seculares anacronismos culturais e estruturais. "
- Joaquim Fernandes, O padre voador no país da ingratidão, na Visão desta semana.

Ravissante! Marcia Cross


Marcia Cross é uma actriz norte-americana.

Nascida a 25 de Março de 1962 em Massachusetts, EUA, estou em Juilliard e obteve um Mestrado em Psicologia em Los Angeles. Começou a sua carreira na televisão em 1984, em telenovelas.

Com algums filmes feitos para televisão em carteira, em 1986 integrou o elenco da telenovela "One Life to Live". Em 1991, integra a 13ª temporada da novela "Knots Landing" e em 1992 junta-se ao elenco de "Melrose Place", onde ficará até 1997. Seguem-se vários anos de actuações em episódios soltos de várias séries.

Em 2004, começa a interpretar o papel de Bree van de Kamp em "Donas de Casa Desesperadas / "Desperate Housewives", que a torna um rosto reconhecido nas sete partidas do mundo.

Com "Donas de Casa Desesperadas" foi nomeada para três Globos de Ouro como Melhor Actriz, um Emmy e três SAG de conjunto (venceu dois).

É ravissante pela beleza clássica e pela rigidez auto-consciente do seu personagem Bree.

Sofia na televisão

Não há dúvidas de que a vida dela dava um filme como se costuma dizer, da turbulenta monarquia grega ao declínio do franquismo, mas neste caso vai ser antes uma série de televisão. Depois do Verão, começa a ser rodada uma mini-série de ficção sobre a vida de Sofia de Espanha. É uma produção da cadeia espanhola Antena 3.

Ecos de Quíloa


" Toda a nossa força esteja no mar, desistamos de nos apropriar da terra. O império sobre reis tão distantes não convém. Abandonemos a ideia de conquista, para não padecermos das moléstias de Alexandre. Espero que em meu tempo sereis imperador deste Mundo de cá. "


Há muito tempo que não lia estas palavras escritas por D.Francisco de Almeida ao seu rei, D.Manuel I. Reli-as ontem, na Tabú, numa reportagem sobre Quíloa, hoje Kilwa Kisiwani.


Citações - 33 : A propósito de ética na política


" (...) Diz-se agora que na próxima legislatura é que vai ser: Mas com este passado como é que alguém há-de acreditar nesta nova promessa para o futuro?
Deixemo-nos de hipocrisias. A questão de fundo é outra: os partidos teimam em fazer vista grossa à ética, aos princípios e aos valores na política. Falta-lhes coragem para pôr cobro a práticas de impunidade que estão a destruir a credibilidade da vida política. Falam de verdade e transparência, mas pactuam com a mentira e a permissividade. Só os próprios é que não percebem que esta é a melhor forma de se descredibilizarem, perdendo prestígio, autoridade e o respeito dos cidadãos. (...) "
Este é um trecho do notável artigo de Luís Marques Mendes, Basta de hipocrisia, publicado no Sol de ontem. Marques Mendes é das poucas vozes a quem reconheço absoluta legitimidade para assim falar, desde logo pelo seu projecto de lei de 2005 que foi metido na gaveta pelos partidos, desde logo o próprio PSD.
Infelizmente, nem a própria Manuela Ferreira Leite, que apregoava transparência e verdade, escapa a esta hipocrisia com as péssimas escolhas que fez em Lisboa: António Preto e Helena Lopes da Costa, dois que mais do que arguidos são já acusados, ele que vai seguir para julgamento e ela que acabou de pedir a abertura da instrução. Um grande tiro no pé por parte de Manuela Ferreira Leite.

Lulu meets OMD

Pandora's Box - a mais bela das canções dos saudosos OMD, dedicada a Louise Brooks. Enjoy!

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Louise Brooks


Louise Brooks nasce em Cherryvale (Kansas) a 14 de Novembro de 1906. Incentivada pela mãe, frequenta aulas de dança e, com apenas quinze anos, integra os “Denishawn Dancers”, um grupo de bailarinas de revista nova-iorquino sob a égide de Ruth St. Denis e Ted Shawn.

Em 1925, actua como chorus girl numa das muitas produções das Scandals de George White na Broadway que marcaram o início de carreira de várias estrelas, tais como de Ethel Merman ou Eleanor Powell. Ainda nesse ano, dança o Charleston no lendário Café de Paris de Londres. Regressada à Broadway, é convidada a representar um papel em “Louie the 14th” de Flo Ziegfelds. As produções Ziegfeld Follies, inspiradas no Follies Bergères de Paris e em permanente coexistência rival com as Scandals, acolhem Brooks durante um ano. Charlie Chaplin terá visto Louise numa das representações. Consta que ambos viveram um curto affair estival…

Louise entra no universo da Sétima Arte em Maio desse ano: estreia-se em The Street of Forgotten Men de Herbert Brenon. Após a conclusão da segunda película The American Venus de Frank Tuttle em 1926, é-lhe proposto um contrato de cinco anos pela Paramount. Em apenas poucos meses, a jovem actriz participa em seis filmes sob a direcção dos realizadores mais aclamados no campo do género cómico, entre eles, Malcolm St. Clair, Frank Tuttle e Edward Sutherland, seu primeiro marido.

O seu desempenho em A Girl in Every Port de Howard Hawks, em que seduz dois homens ao mesmo tempo, torna-se decisivo na sua carreira: G. W. Pabst descobre Louise e encontra assim a protagonista ideal para o papel de Lulu, o personagem principal na adaptação cinematográfica da tragédia de Frank Wedekind “A caixa de Pandora” que o realizador alemão leva a cabo em Berlim. O filme e sua leading woman vivem um sucesso internacional fascinante, e o duo Pabst / Brooks dá à luz o Diary of a lost girl.

O percurso de Brooks pela Europa termina em Paris com a película Prix de beauté de Augusto Genina. De volta a Hollywood, a actriz confronta-se com o cinema sonoro. Recusa-se a gravar uma versão sonora de The Canary Murder Case, o seu último filme mudo realizado nos Estados Unidos. A natureza intransigente de Brooks colide com os interesses intransigentes da Paramount que, num acto de retaliação, informa a imprensa da voz inapta de Brooks para a revolução sonora. Com apenas 25 anos, Louise Brooks é afastada dos grandes estúdios, a promissora carreira vive um clímax cruelmente efémero e um fim prematuro.

Os anos seguintes espelham uma vida sem norte: desde bailarina em night-clubs e participações secundárias em quatro filmes a vendedora nuns armazéns de Nova Iorque, o fracasso profissional junta-se a uma relação com o milionário Deering Daves, condenada ao curto prazo de seis meses. Overland Stage Raiders com o ainda desconhecido John Wayne seria a última aparição da senhora do Kansas.


Já nas décadas de 50 e 60, revemos Brooks em peças televisivas a testemunhar os tempos longínquos de Hollywood: um verdadeiro achado é a produção da BBC Movie go round de 1965; Richard Leacock e David Gill registam na sua série Hollywood uma Brooks em roupão que associa a impiedade da maquinaria dos grandes estúdios, por si sofrida, ao exemplo da Clara Bows.

A tentativa mais bem sucedida contra o esquecimento público ocorre no início dos anos 80 quando é publicado um conjunto de artigos e ensaios da autoria de Louise, intitulados Lulu in Hollywood, sobre Humphrey Bogart, Lillian Gish, Greta Garbo ou Charlie Chaplin. A qualidade da escrita é reconhecida: Lulu in Hollywood torna-se num bestseller para surpresa do mundo literário.

Recordar Louise Brooks significa o tributo devido a uma época única, repleta de rostos que não necessitavam de diálogos (We didn't need dialogue! We had faces!” , Gloria Swanson). Recordar Louise Brooks significa o encontro com uma mulher que alicerçou o seu mito em apenas dois filmes, no seu look inconfundível, bem como na sua rebeldia, feminilidade e vivência escandalosa. Nem o curriculum profissional incompleto nem o percurso pessoal inconstante conseguiram destruir esta aura.

Louise Brooks faleceu a 8 de Agosto de 1985 em Rochester (Nova Iorque) devido a uma paragem cardíaca. O isolamento do mundo foi a sua derradeira companhia.

Vida no campo...


Querem vir até cá?
Deitar cedo e cedo..., porque o galo tem muito trabalho.

Cuidado com o sol! - 3

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Britten: Moonlight


A peça é o 3.º «Sea Interludes» da ópera Peter Grimes. Orquestra Sinfónica de Boston, dirigida por Leonard Bernstein.

O mal romântico é este:
é querer a lua como se houvesse maneira de a obter.

Bernardo Soares

Ravissante! Jessica Rabbit


Jessica Rabbit é uma actriz norte-americana, com a particularidade de ser um desenho animado.

Nascida em 1988 em Toontown, actuou em "Quem Tramou Roger Rabbit" / "Who Framed Roger Rabbit" (1988) e nas curtas-metragens "Tummy Trouble" (1989), em que fazia de enfermeira, "Roller Coaster Rabbit" (1990) em que era a donzela em perigo e "Trail Mix-Up" (1993), em que era guarda florestal. Em todos estes filmes contracenou com Roger Rabbit e Baby Herman.

A sua mais recente aparição foi na televisão, em "Saturday Night Live", em Março de 2009.

É ravissante por conjugar uma voz rouca à la Lauren Bacall (interpretada por Kathleen Turner no diálogo, excepto em 2009 em que foi interpretada por Jessica Biel), as pernas de Betty Grable, 0 torso e figura de Marilyn Monroe, o peito de Jayne Mansfield, o penteado de Veronica Lake, o tom de cabelo de Rita Hayworth, os olhos de Marlene Dietrich e uma voz reminiscente de Judy Garland na canção (interpretada por Amy Irving).

Olá


Hoje fui arranjar o penteado. Envio saudades

Ravissante! Jennifer Garner

Jennifer Garner é uma actriz norte-americana.

Nascida a 17 de Abril de 1972 em Houston, Texas, começou a sua carreira no teatro em Nova Iorque em 1995.

Nos anos seguintes vai aparecendo em episódios de séries televisivas, e em pequenos papéis no cinema (incluindo no mega-projecto "Pearl Harbor", onde faz de enfermeira).

Em 2001, começou a interpretar o papel da agente secreta Sydney Bristow, na série "A Vingadora" / "Alias", que a faz entrar na história da cultura pop. Com apenas metade da primeira série exibida, conquista o Globo de Ouro para Melhor Actriz. No decurso das cinco temporadas da série, recebeu quatro nomeações consecutivas para Melhor Actriz nos Emmy e nos Globos de Ouro.

Em paralelo, regressa ao grande écrã: em 2002 faz um pequeno papel em "Catch Me If You Can", de Steven Spielberg, e em 2003 faz de Elektra Natchios no filme "Demolidor" / "Daredevil" (do qual se fará um spin-off em 2005, "Elektra", de novo com Garner como protagonista). O ano de 2004 vê-a obter um sucesso na comédia, "13 going on 30", e em 2007 entra na comédia "Juno".

É ravissante pelo carácter icónico e camaleónico de Sydney Bristow, bem como pela vitalidade de adolescente-mulher madura que inculca aos seus personagens.

Ravissante! Mary-Louise Parker


Mary-Louise Parker é uma actriz norte-americana.

Nascida a 2 de Agosto de 1964 na Carolina do Sul, nos EUA, começou a sua carreira com um pequeno papel de telenovela, tendo 1990 assistido à sua estreia nos palcos da Broadway, com "Prelude to a Kiss", que lhe obteve uma nomeação para os Tony.

No mesmo ano, brilhou no cinema em "Longtime Companion", um dos primeiros filmes a abordar o tema da SIDA. Seguiram-se "Grand Canyon" (1991), de Lawrence Kasdan, em que actuou ao lado de Kevin Kline, Mary McDonnell e Alfre Woodard, e "Tomates Verdes Fritos" / "Fried Green Tomatoes" (também 1991), baseado no livro "Fried Green Tomatoes at the Whistle Stop Cafe" de Fannie Flagg. As suas co-estrelas foram Jessica Tandy, Kathy Bates e Mary Stuart Masterson.

O resto da década de 90 viu-a em múltiplos papéis ("O Cliente", "Balas Sobre a Broadway" de Woody Allen, entre outros), tendo continuado o seu trabalho no teatro. Em 2001, actua na Broadway em "Proof", que lhe obtém o Tony para Melhor Actriz.

Pouco depois entra como actriz convidada na série televisiva "The West Wing", fazendo de Amelia "Amy" Gardner, uma activista dos direitos das mulheres que se envolve com Josh Lyman. Recebeu nomeações para os Emmy e os SAG. Em 2003, junta-se a Meryl Streep, Al Pacino, Emma Thompson, Justin Kirk e Patrick Wilson na adaptação de "Anjos na América", de Tony Kushner. Pelas suas interpretações, recebe o Globo de Ouro e o Emmy para Melhor Actriz Secundária.

A partir de 2005, é o rosto da série "Weeds", da Showtime, sobre uma viúva com dois filhos num subúrbio abastado que se reinventa para se tornar uma traficante de marijuana. Nesta série venceu o Globo de Ouro para Melhor Actriz em 2006. Em paralelo, tem continuado a aparecer no cinema e no teatro.

Conta com seis nomeações para os Emmy no seu palmarés (venceu uma vez), a par de cinco nomeações para os Globos de Ouri (conquistou dois) e seis nomeações para os SAG. No teatro, obteve três nomeações para os Tony (conquistou um).

É ravissante pela combinação de sinceridade rural a par da inteligência e humor em múltiplos meios.

Greguerías - 2


A Pomba da Paz, desenho de Picasso, 1961

A pomba tem qualquer coisa de missal que voa.
Ramón Gómez de la Serna
In: Greguerías / trad. Jorge Silva Melo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998

Comidas do mundo



Hoje aproveitei a hora de almoço para viajar um pouco. E o ponto de partida foi o novel Chutney's Bistro, que desde o início do ano propõe uma ementa recheada de especialidades espanholas, gregas, indianas, turcas, italianas, entre outras. De atmosfera agradável e urbana, este restaurante de comida do mundo é uma boa proposta para almoçar, jantar ou simplesmente para um petisco ao fim da tarde ainda com a vantagem de se situar numa das zonas mais cosmopolitas da cidade. Porque neste caso provar é viajar basta escolher o destino no Chutney's Bistro, Rua Rodrigues Sampaio, 39 (tel. 21 350 00 02). Aberto das 12 às 24h, encerra ao domingo e sábado ao almoço.

Ravissante! Sandra Oh


Sandra Oh é uma actriz canadiana, de origem coreana.

Nascida a 20 de Julho de 1971, começou a sua carreira no teatro.

Em 2001, aparece como actriz convidada num episódio da série televisiva "Sete Palmos de Terra" / "Six Feet Under", e como Bambi Kanetaka em "Further Tales of the City", a terceira encarnação da série baseada nos livros de Armistead Maupin. No cinema, os seus principais destaques surgiram com "Under the Tuscan Sun" (2003), com Diane Lane, e "Sideways" (2004), com Paul Giamatti. Em 2006, entra em "The Night Listener", ao lado de Robin Williams e Toni Collette, outra vez baseado na obra de Armistead Maupin.

O absoluto estrelato surge com a personagem Dra. Cristina Yang, na série televisiva "A Anatomia de Grey" / "Grey's Anatomy", desde 2005, tendo recebido nomeações para os Emmy com todas as temporadas e conquistado o Globo de Ouro para Melhor Actriz Secundária em 2006. Já conquistou igualmente vários Screen Actors Guild Awards.

É ravissante pelo glaciar competitivo, imparável e implacável (porventura com um coração de ouro dentro, difícil de descortinar) dos seus personagens.

Mudar de atitude


Tem-se aqui falado do quanto é bom ficar por Lisboa em Agosto e aproveitar a calmaria da cidade como disse há dias a nossa comentadora Miss Tolstoi. No que toca ao trânsito as coisas bem podiam correr melhor no resto do ano. Assim haja vontade de todos nós. Para dar um empurrãozinho, quem sabe, está aí a nova lei que permite aos automobilistas poderem conduzir motas até 125 cc, sem burocracias e ainda com a vantagem de se poupar cerca de 400 euros por mês em gasolina e estacionamento. E o stress também agradece!

In memoriam: John Hughes, arauto da angústia teen dos anos 80


John Hughes, o realizador e mais tarde produtor de filmes como "The Breakfast Club" ou "Sozinho em Casa", morreu ontem, aos 59 anos, fulminado por um ataque cardíaco enquanto passeava em Manhattan.

Nascido a 18 de Fevereiro de 1950 no Michigan, destacou-se ao realizar uma série de comédias, a maior parte das quais lidando com as tormentas da puberdade nos jovens americanos. Na maior parte dos seus filmes, a música era um dos principais actores. Sob a sua direcção passaram então jovens actores como Matthew Broderick, Molly Ringwald, Andrew McCarthy, John Cusack, James Spader, Judd Nelson, Ally Sheedy, Anthony Michael Hall, Jami Gertz, Emilio Estevez, ...

De entre os seus filmes, destacaria quatro:
  1. "The Breakfast Club" (1985), em que cinco adolescentes completamente diferentes ficam retidos de castigo no liceu: Emilio Estevez, Judd Nelson, Ally Sheedy, Molly Ringwald e Anthony Michael Hall interpretam, a música inclui "Don't You (Forget About Me)" dos Simple Minds;
  2. "Ferris Bueller's Day Off" (1986), com Matthew Broderick, Mia Sara, Alan Ruck e Jennifer Grey (e um Ferrari), escapando às aulas para ir passear para Chicago. A música inclui "Twist and Shout" dos Beatles e os Sigue Sigue Sputnik;
  3. "Pretty in Pink" (1986), com Molly Ringwald e Andrew McCarthy, a clássica história de amor juvenil com divisão de classes, e neste caso com música "Pretty in Pink" dos The Psychedelic Furs;
  4. "Sozinho em Casa" / "Home Alone" (1990), em que Macaulay Culkin fica esquecido em casa quando a família vai de férias de Natal.

RIP.

Petits Morceaux de Bonheur: 6 - Smythson Panama Notes


Prova irrefutável de que a tecnologia pode fazer maravilhas no mais tradicional dos objectos, o bloco de apontamentos "Panama" da Smythson é uma das minhas ferramentas de trabalho mais agradáveis ("el librito de paroco de João", como o imortalizou uma das minhas colegas em Miami).

A tecnologia de papel "featherweight", registada em 1916, consegue metade do peso e da espessura do papel normal, para criar uma agenda muito prática e portátil. Adicionalmente, o que seria invulgar em papel tão fino, a tecnologia permite utilizar tinta permanente sem esborratar.

Britten por Mark Padmore

O muito apreciado tenor britânico Mark Padmore lançou há uns meses a sua versão do ciclo Before life & after, escrito por Benjamin Britten no regresso de uma visita que fez com Yehudi Menuhin aos campos de concentração.

- Before life & after, Benjamin Britten, Mark Padmore e Roger Vignoles, Harmonia Mundi.

Os melhores da Ficção Científica





Eis os 10 melhores filmes de Ficção Científica segundo uma lista elaborada pelo The Independent:
Solaris (1972): De Andrei Tarkovsky, o filme gira em torno de uma estação espacial situada no misterioso Oceano Solaris. A obra teve uma nova abordagem em 2002 pela mão de Steven Soderbergh.
E.T. (1982): De Steven Spielberg, conta a história de como Elliot, um rapazinho de 10 anos, encontra um extra-terrestre no quintal de sua casa, naquele que será, provavelmente, o filme que mais crianças fez chorar.
Planeta dos Macacos (1968): Taylor, um astronauta despenha-se num planeta povoado por macacos que falam, pensam e até usam roupas. Este filme é considerado uma inteligente alegoria surgida no auge da Guerra Fria.
O Exterminador Implacável (1984): Mostra Schwarzenegger no seu melhor, como um cyborg vindo do futuro para acabar com Sarah Connor, a futura mãe de um futuro líder da resistência ao domínio dos humanos pelas máquinas.
O Dia em que Terra Parou (1951): Tem efeitos especiais que incluem um disco voador e um robot, companheiro do OVNI, de seu nome Gort. Apesar dos anos que já tem este filme consegue ser mais convincente que o remake de 2008.
Metropolis (1927): De Fritz Lang, este filme continua a transmitir a visão de uma sociedade industrial futurista dividida em dois pólos: os pensadores e os trabalhadores. É nesta dinâmica que a sociedade funciona, até que o filho do Mestre de toda a Metropolis, se apaixona por uma rapariga da classe trabalhadora.
Alien (1979): Retrata a saga de uma nave espacial (Nostromo), perseguida pelo espaço por um monstro extra-terrestre, que mais à frente arranja maneira de colocar um pequeno monstro dentro da personagem principal, interpretada por Sigourney Weaver.
Guerra das Estrelas (1977): Se nunca ouviu falar de Luke Skywalker, Princesa Leia ou Darth Vader, estamos mal. São só as personagens mais famosas da história dos filmes de ficção científica. Se não viu a obra de George Lucas, nem vale a pena continuar a ler esta lista.
2001: Odisseia no Espaço (1968): Esta obra de Stanley Kubrick abrange temas tão profundos como a evolução humana ou a inteligência artificial.
Blade Runner (1982): Não tendo sido um sucesso imediato, tornou-se depois um filme de culto... Conta com as pouco brilhantes interpretações de Harrison Ford e Rutger Hauer.

Mais um festival Berlioz




- Museu Berlioz, antiga casa da família Berlioz.


Começa no próximo dia 17 mais uma edição do Festival Berlioz, a decorrer em La Côte Saint-André, no departamento do Isére, terra natal de Hector Berlioz. São duas semanas de concertos no Château Louis XI, que do alto de uma colina domina a cidade, e em igrejas e outros monumentos. Obviamente, os visitantes não resistirão a visitar o Museu Berlioz, que ocupa a casa dos pais de Berlioz e onde este nasceu e cresceu.
Festival Berlioz, La Côte Saint-André, de 17 a 30 de Agosto.
Consultar a programação em : http://www.festivalberlioz.com

Ravissante! JoBeth Williams


JoBeth Williams é uma actriz e realizadora norte-americana.

Nascida a 6 de Dezembro de 1948 em Houston, Texas, começou a sua carreira na televisão em meados dos anos 70.

O reconhecimento internacional veio em 1979 quando interpretou a namorada do personagem de Dustin Hoffman, em "Kramer contra Kramer" (era encontrada nua a caminho da casa de banho pelo filho). Seguiram-se o papel da mãe no superlativo "Poltergeist" (1982), retomado na sequela, e em 1983, integrou o elenco de "Amigos de Alex" / "The Big Chill", realizado por Lawrence Kasdan, ao lado de Glenn Close, Mary Kay Place, William Hurt, Kevin Kline, Tom Berenger e Jeff Goldblum. No mesmo ano, participa em "O Dia Seguinte" / "The Day After", encarando o holocausto nuclear.

O resto da década vê-a no pequeno écrã, tendo recebido duas nomeações para os Emmy por interpretar biografias, e como secundária em "Frasier".

Em 1994, a sua estreia na realização obtém-lhe a nomeação para os Óscares com a curta metragem "On Hope".

Mais recentemente, apareceu num papel secundário na série "24", como mulher do personagem interpretado por Peter Weller e na série de culto "Dexter", como mãe da namorada do personagem principal.

Conta com uma nomeação para os Óscares, três para os Emmy e uma para os Globos de Ouro.

É ravissante pela neurose intensa e lacrimejante dos seus personagens, levantando âncoras para atingir os seus objectivos.

Fui à caixa das bolachas...





Fui à caixa das bolachas:
Tirei 1, tirei 2
Tirei 3, tirei 4
Tirei 5, tirei 6
Tirei 7, tirei 8
Tirei 9, tirei 10.
Pede à tua mãe
Que te lave os pés!

Hoje em Lisboa

Às 22h, nos Jardins de Belém, actua a Orquestra Clássica de Espinho, interpretando Os Planetas de Gustav Holst. Mais cedo, pelas 19h, é a Camerata de Lisboa que interpreta Beethoven, Haydn e Mozart no Jardim do Museu de Arte Antiga.

Mais um baladeiro

Aqui fica I' m yours do álbum We sing. We dance. We steal things de Jason Mraz, um norte-americano da pop com um cheirinho a folk, e de que gosto bastante.

Os primeiros 10 anos...

Foi em 1999 que foi posto à venda um dos medicamentos mais controversos das últimas décadas, criado pelo gigante farmacêutico Pfizer a quem já rendeu muitos e muitos milhões. Falo, claro, do milagroso Viagra. Destinado a combater a disfunção eréctil, causa real de sofrimento de muitos homens, cedo passou a ser usado por muitos outros homens que não tinham verdadeiramente problemas desses, mas que o foram utilizando para reavivar a sua vida sexual, nomeadamente recorrendo ao adultério. Não sei se por cada casamento salvo, não terá havido um casamento destruído. Por outro lado, são inúmeros os casos de senhores que "reforçados" pelo Viagra trocaram as suas mulheres entradotas por outras mais jovens, ou de cavalheiros na meia idade ou mesmo terceira idade que de repente resolveram voltar a explorar o universo dos cabarés, massagens especiais e afins.
Como evitar este comprimidozinho que numa hora faz de qualquer homem um Casanova? É evidente que o medicamento, como todos, tem efeitos secundários e não deve ser tomado ligeiramente, mas alguém quer mesmo saber? A verdade é que mesmo em escalões etários mais jovens, há já uma geração "viciada" em Viagra, que graças ao comprimido azul deslumbra os parceiros sexuais com performances antigamente reservadas a poucos.

Sobre os custos sociais e emocionais do Viagra leia-se: http://biopsychiatry.com/aphrodisiacs/viagra.html

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Pink Floyd: Eclipse


Do álbum Dark Side of the Moon, de 1973.

Ravissante! Carmen Maura



Carmen Maura é uma actriz espanhola.

Nascida a 15 de Setembro de 1945 em Madrid, começou a sua carreira no circuito de cabaret em Madrid.

Em 1969, estreia-se na Sétima Arte. A sua fama internacional surge ao colaborar com Pedro Almodóvar, relação iniciada em 1980 com "Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón". Volta a ser musa do realizador espanhol em "Negros Hábitos" / "Entre tinieblas" (1983), "Que Fiz Eu Para Merecer Isto?" / "¿Qué he hecho yo para merecer esto?" (1984), "Matador" (1986), "A Lei do Desejo" / "La Ley Del Deseo" (1987) e no aclamado "Mulheres À Beira de Um Ataque de Nervos" / "Mujeres al borde de un ataque de nervios" (1988), com o qual recebe o Goya.

Passam dez anos sem colaborar com Almodóvar: em 1998 participa em "Alice e Martin", com Juliette Binoche, e no ano seguinte contracena com Sergi López e Federico Luppi em "Lisboa", de Antonio Hernández. Em 2005 entra em "Rainhas" / "Reinas", ao lado de Marisa Paredes, Verónica Forqué e Mercedes Sampietro.

Em 2006, volta a actuar sob a batuta de Almodóvar, em "Volver". Em 2009, entra em "Tetro", de Francis Ford Coppola, ao lado de Vincent Gallo e Klaus Maria Brandauer.

Já venceu quatro prémios Goya (possui o record de prémios Goya atribuídos a uma actriz principal) e em 2006 ganhou o prémio de interpretação em Cannes por "Volver", prémio conjunto para o elenco feminino.

É ravissante pela crispação e pela energia frenética que impõe aos seus personagens, bem como pela determinação de ultrapassar qualquer obstáculo.

Ravissante! Pam Grier



Pam Grier é uma actriz norte-americana.

Nascida a 26 de Maio de 1949 na Carolina do Norte, EUA, mudou-se para Los Angeles onde se tornou recepcionista da AIP - American International Pictures. O realizador Sam Hill descobriu-a e utilizou-a em vários filmes do género "mulheres na prisão". Rapidamente se tornou uma âncora do movimento "blaxploitation", com uma sucessão de filmes de grande êxito, tais como "Coffy" (1973) e "Foxy Brown" (1974). Com o fim do género em meados da década de 70, a sua carreira arrefeceu, tendo sido estrela convidada em várias séries televisivas.

Em 1997, foi relançada pela mão de Quentin Tarantino, com o papel titular em "Jackie Brown", retomando o género "blaxploitation". Desde 2004 integra o elenco permanente da série televisiva "The L Word", ao lado de Jennifer Beals, Marlee Matlin e Cybill Shepherd.

É ravissante, retomando as palavras do crítico Roger Ebert, pela "bela cara e forma espantosa" a que se associa um tipo de "vivência física" que falta a outras actrizes.

Cinenovidades - 52 : Mistérios de Lisboa

É já no próximo Outono que começa a rodagem do novo filme de Raoul Ruiz, Mistérios de Lisboa, que será uma adaptação livre da obra homónima de Camilo Castelo Branco, publicada em 1854. O elenco é de luxo: Adriano Luz, Maria João Bastos, Ivo Canelas, Filipe Duarte, Laetitia Casta e Melvil Poupaud.
Pelos vistos, Camilo está em alta: depois de Amor de Perdição, seguem-se os Mistérios de Lisboa.

ONDE ME APETECIA ESTAR - 23 : Montreal

- Fachada do Palácio dos Congressos de Montreal

Como se vê, hoje não se trata de uma praia exótica, nem de um jardim deslumbrante, nem sequer de um festival mais ou menos elitista. Trata-se de um destino urbano, e de um evento algo nerd, a 67ª Convenção Mundial da Ficção Científica, que começa hoje e se prolonga até dia 10 no Palácio dos Congressos de Montreal, no Canadá. E é claro que aproveitaria para ficar mais uns dias para conhecer a cidade que me dizem ser bem interessante.