A propósito do recente livrinho de Paulo ESPERANÇA, "A Galiza de José Afonso", não posso esconder a minha satisfação pela feliz iniciativa editorial de Mário CORREIA [Centro de Música Tradicional Sons da Terra (Sendim), 2026].
Por curiosidade, recordo uma breve passagem [Andrés BERNÁRDEZ, "Zeca Afonso, vecino ilustre de Santiago", in "El Correo Gallego", 24.4.2019], que demonstra a antiga e estreita ligação do distinto Artista e Cidadão à Galiza:
"(...) [Em Maio de 1972], Zeca decía por la primera vez (...) 'Em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade'. En un momento en el que la dictatura en España seguia aún en su máximo espledor, el músico acabó resguardándo-se en Compostela ante la impossibilidad de volver a su Setúbal. Iria Méndez, responsable de la Asociación José Afonso-Galiza, explica la relación guardaba el luso con la ciudad del Apóstol. 'Zeca estivo acollido en Santiago, logo de volver de Paris (...). Sempre tivo unha moi boa relación con esta ciudad (...)', cuenta."
Só pretendo acrescentar uma brevíssima alusão ao referido "Cantar Galego" ["Achégate a mim, Maruxa" (LP "Fura Fura", ed. Orfeu, 1979)], um dos melhores exemplos melódicos da profunda influência da música tradicional na Obra do "Zeca".
P.S.: O que ficou claríssimo da meteórica ascensão de um Partido Alemão, nostálgico do Nazi-Fascismo Hitleriano, é que a sua vitória (Regional) consegui a proeza de despertar os POVOS e os Trabalhadores da Europa para os perigos da inacreditável legalização deste tipo de Organizações NEOFASCISTAS. Em Portugal, NÃO PASSARÃO!!!...
7 comentários:
Deve ser bom!
Tempos de tanta esperança, para acabarmos assim...
Boa tarde!
Sou a Maria🌻
Ainda não lhe pus a vista em cima. Mas estou interessada.
Boa tarde!
José Afonso cantando un cantar galego:
https://www.youtube.com/watch?v=t7719piow9g
Achégate a mim, Maruxa
achégate ben, moreniña
quérome casar contigo
serás miña mulleriña
Adeus, estrela brilante
compañeiriña da lúa
moitas caras teño visto
mais como a túa ningunha
Adeus lubeiriña triste
de espaldas te vou mirando
non sei que me queda dentro
que me despido chorando
Apertas.
Esqueci-me desta canção que já andou por aqui e que está no «Fura, Fura».
Um abraço.
A propósito do recente livrinho de Paulo ESPERANÇA, "A Galiza de José Afonso", não posso esconder a minha satisfação pela feliz iniciativa editorial de Mário CORREIA [Centro de Música Tradicional Sons da Terra (Sendim), 2026].
Por curiosidade, recordo uma breve passagem [Andrés BERNÁRDEZ, "Zeca Afonso, vecino ilustre de Santiago", in "El Correo Gallego", 24.4.2019], que demonstra a antiga e estreita ligação do distinto Artista e Cidadão à Galiza:
"(...) [Em Maio de 1972], Zeca decía por la primera vez (...) 'Em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade'. En un momento en el que la dictatura en España seguia aún en su máximo espledor, el músico acabó resguardándo-se en Compostela ante la impossibilidad de volver a su Setúbal. Iria Méndez, responsable de la Asociación José Afonso-Galiza, explica la relación guardaba el luso con la ciudad del Apóstol. 'Zeca estivo acollido en Santiago, logo de volver de Paris (...). Sempre tivo unha moi boa relación con esta ciudad (...)', cuenta."
Só pretendo acrescentar uma brevíssima alusão ao referido "Cantar Galego" ["Achégate a mim, Maruxa" (LP "Fura Fura", ed. Orfeu, 1979)], um dos melhores exemplos melódicos da profunda influência da música tradicional na Obra do "Zeca".
P.S.: O que ficou claríssimo da meteórica ascensão de um Partido Alemão, nostálgico do Nazi-Fascismo Hitleriano, é que a sua vitória (Regional) consegui a proeza de despertar os POVOS e os Trabalhadores da Europa para os perigos da inacreditável legalização deste tipo de Organizações NEOFASCISTAS. Em Portugal, NÃO PASSARÃO!!!...
Muito Boa Noite! ATÉ BREVE...
Obrigada pela achega. Esperemos que o desejo expresso no seu P.S. se torne real.
Bom fim de semana!
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