Prosimetron

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terça-feira, 29 de setembro de 2026

Marc Bloch: O espírito da História

Gostei bastante de ver esta exposição sobre um historiador e um Homem que respeito imenso.

Marc Bloch vestido de marinheiro com 9-10 anos.
Henri Pirenne. Li (e tenho) vários livros deste historiador, mas nunca lhe tinha visto a cara.
Os Annales.
Uma estante e alguns dos livros recuperados da biblioteca de Marc Bloch.
Dactiloscrito do livro Apologie pour l'Histoire ou Métier d'historien.
Cadernos com notas de Marc Bloch.

Esta exposição encontra-se na cripta do Panteão, com muito pouca luz.


5 comentários:

Anónimo disse...

Não conheço Marc Bloch. Irei pesquisar.
Bom dia!
Maria🌻

MR disse...

Faz bem, digo eu que o admiro muito.
Bom dia!

Justa disse...

Iréis pesquisar, como a María 😊

Unha aperta.

Fernando FIRMINO disse...

Apenas algumas (brevíssimas) palavras, a propósito da pedagógica Exposição consagrada à Figura e ao legado de Marc BLOCH, que MR visitou, recentemente, no prestigioso PANTHÉON Parisiense.

De facto, trata-se de um insigne historiador e heróico cidadão (não esqueçamos as circunstâncias em que foi vítima do terror nazi-fascista hitleriano, com a "colaboração" dos traidores gauleses), cuja Vida e Obra são de especial actualidade. Já agora, porque não?, também de leitura essencial, em particular a sua "Apologie pour l'Histoire ou Métier d'Historien"). Recordemos, por exemplo, duas frases lapidares: "É difícil imaginar uma ciência, seja ela qual for, que possa abstrair do tempo"; "A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado".

Hoje, mais do que nunca, a "panteonização" de Marc BLOCH adquire uma enorme densidade simbólica, em França e na Europa, à luz da própria Ética Universal. Honra à sua LONGA Memória!

P.S.: O modo como, neste Dia Mundial do Coração, os responsáveis pela Fundação Portuguesa de Cardiologia (Dr. Carlos CATARINO, Dr. Luís NEGRÃO e outros distintos clínicos) sensibilizam a população para os "sinais de alerta" cardiovasculares, merece a minha grata atenção.

É, aliás, como (potencial) "hipertenso" que, agora, regresso, por uns instantes, ao (re)conhecido "testemunho" de Christiaan BARNARD [in, "Como Defender o Nosso Coração" (trad. de Ramiro da FONSECA), Ed. Livros do Brasil, 1971, pp. 232-233], que, em 1967, realizou o primeiro transplante do coração e, ironicamente, faleceu com um ataque cardíaco: "(...) ao realizar a minha primeira transplantação cardíaca, agi como tecnólogo. (...) O progresso científico deve ser, portanto, encorajado e financiado, exigindo-se unicamente que os seus métodos sejam conformes com princípios éticos aceitáveis."

[É quase desnecessário (re)lembrar que os elementos biográficos sobre o ilustre cirurgião cardíaco, anteriormente citado, e outros médicos de renome (inclusive, Homens tão diversos, como François RABELAIS e Ambroise PARÉ) estão largamente documentadas num volume de consulta obrigatória, "Príncipes da Medicina", do Prof. Mário CORDEIRO (Ed. Saída de Emergência, 2016).]

Muito Boa Noite!

MR disse...

Boa tarde para todos.