Lisboa: Assembleia da República, 2020
A minha leitura nos quatro dias de confinamento foi esta biografia de Carlos Aboim Inglez da autoria de João Madeira, historiador que conhece bem o papel que os partidos comunistas atribuíam aos intelectuais.
Carlos Aboim Inglez entrou muito jovem para o PCP, foi várias vezes preso, funcionário clandestino do partido no interior e no exterior, bem como seu dirigente. Depois do 25 de Abril, regressa da URSS, foi deputado à Constituinte e à Assembleia da República. Foi elemento de ligação entre o partido e a sua organização juvenil, foi responsável pelo setores intelectual (que montou) e internacional do partido. Deixou colaboração em vários jornais como O Diário e Avante!
